UOL NewsUOL News
UOL BUSCA
FALE COM UOL NEWS

17/06/2005 - 17h07
Leia a íntegra do bate-papo com Vicky Bloch

Veja a entrevista em vídeo

Da Redação

No programa "Trabalho" desta sexta-feira, a consultora de carreiras Vicky Bloch respondeu às dúvidas dos internautas sobre as novas formas de trabalho que quase dominam o mercado hoje: contrato temporário, meio período, consultoria. Acompanhe a íntegra do bate-papo.


(03:40:36) itajuba fala para Vicky Bloch: o q o mercado está exigindo, pra quem tem curso superior, do conceito de Consultor?

(04:00:07) Vicky Bloch: itajuba, consultor é uma pessoa que tem uma especialidade que ela vai disponibilizar para um conjunto de empresas, genericamente falando. Pode trabalhar implementando processos ou como consultor estratégico, provavelmente nunca os dois juntos... Dentro dessas duas vertentes, é preciso ter uma especialidade. Mesmo o personal stylist, ele estuda a pessoa para lhe indicar o que vestir. É preciso ter foco.

(03:40:45) anne fala para Vicky Bloch: Olá Lilian e Vicky!! Gostaria de lecionar (quero começar o mestrado ano que vem) e tb trabalhar na área que englobe minhas graduações (Comércio Exterior em 2002 e Direito/04). Logo, seria o Direito Internacional. Mas o campo em Curitiba pode estar pequeno e eu não tive estágios sólidos (+ de 8 meses) para comprovar minha experiência. O que você sugere para começar minha carreira profissional???? Estou perdida!!!! Tenho que ir para o exterior???? HELP ME!! (fiz curso de inglês 3 meses numa univ. canadense) Obrigada!!

(03:55:22) Vicky Bloch: anne, parece que você tem duas perguntas diferentes. Uma sobre vida acadêmica e outra sobre mercado. Pra lecionar tem que fazer o mestrado, mesmo. E pra trabalhar efetivamente, se não teve estágio na área, você vai ter um pouco mais de dificuldade. Não sei se o mercado de Curitiba é tão pequeno assim, mas, se você tiver a possibilidade de trabalhar em outras cidades, se não está restrita a questões familiares e tal, eu abriria o campo, assim são maiores as chances de você transitar mais depressa. A vivência no exterior tem que estar inserida no seu projeto profissional. Fazer isso para ter vivência internacional e lidar com novas pode fazer sentido se você quiser trabalhar com comércio internacional. Faz mais sentido se você conseguir um curso ou trabalhar lá fora na área a que está se dedicando.

(03:57:27) anne fala para Vicky Bloch: Lilian... sou cliente antiga de vocês mesmo!! Pergunto tudo!! De filmes com o D'Ávila, coisas médicas... rs... Ah!! Tenho 28 anos. ok?? :-)) Obrigada e excelente semana a todos!!

(04:07:24) Vicky Bloch: anne, aos 28 anos, é um período bom pra você fazer mudanças que com 35, 40 anos, tendo família, você pode querer não fazer mais.

(03:49:49) ana fala para Vicky Bloch: Olá Vicky! Trabalho em um escritorio de design e gostaria de "tercerizar" meu trabalho para os meus chefes, pois não me dou muito bem com eles aqui dentro. Já conversamos sobre isso, mas eles não tomaram nenhuma providência...fimgem q não está acontecendo nada! Qual a melhor forma de propos isso?

(03:57:11) Vicky Bloch: ana, se você já discutiu e eles estão se fingindo de mortos, faça! Você tem que sair da empresa. Sentar com eles e conversar que, a partir de determinada data, vamos para aquela formatação que a gente discutiu, eu saio e monto a minha empresa/ tenho uma empresa montada e continuo prestando serviço a vocês desse jeito. Eles podem ter alguma restrição pelo fato de isso poder caracterizar uma continuidade no vínculo empregatício, o que significa um risco para eles. Isso se você prestar serviço só para uma empresa. Existe uma legislação que mostra que se você estiver dando nota fiscal para uma empresa só e trabalha com regularidade naquela empresa, há vínculo trabalhista. O que você pode fazer é prestar serviço para mais de uma empresa.

(03:53:02) seilah fala para Vicky Bloch: Ouvi dizer que as Universidades estao dispensando professores mais qualificados (com doutorado). Ouvi dizer que as Universidades Particulares estao dispensando professores mais qualificados (com doutorado). Tenho vontade de retornar a lecionar, tenho doutorado, enviei curriculo para diversas universidades e nao tive nenhum retorno... que posso fazer?

(04:02:06) Vicky Bloch: seilah, nem vou entrar nessa discussão da dispensa de doutorado. Mas eu não mandaria currículo pra ninguém, eu iria lá na universidade para buscar um contato com o diretor, o corpo docente ou alguém que eu conheça lá, para estabelecer uma relação. O currículo é algo frio, um pedaço de papel. Ele servirá apenas como uma referência, um resumo do que conversamos. O retorno baixo do envio de currículo tem a ver com a falta de diferenciação. Você entra no meio de um monte de currículos, um monte de coisas que não têm um significado. Vá à universidade e tente formar uma rede de relacionamentos lá e conte para eles onde você pode ser um diferencial com a formação que tem.

(03:54:33) GGS fala para Vicky Bloch: Olá! Tenho uma empresa que comercializa planos assistenciais (convênios médicos, odontológicos etc...) e não consigo encontrar a forma ideal de me relacionar com os representantes. Já tentamos trabalhar só com comissão, com salário fixo e outros. Na sua opinião, qual a melhor forma de relacionamento com essa categoria?

(04:03:30) Vicky Bloch: GGS, eu já vi todos os tipos de relação que você citou... Não sei que problema você está tendo, se é de motivação ou de estabelecer uma conexão mais próxima. Talvez o seu problema esteja na forma com que você se relaciona com eles, não na forma contratual. Tem que identificar claramente qual é o problema que você está vivendo. Pode ser que seu estilo não seja adequado, ou sua estrutura seja mal montada, devia ser regionalizada... alguma coisa está acontecendo e não é só na forma contratual.

(03:57:13) MMV fala para Vicky Bloch: Consultor muitas vezes pode ser confundido com "alguém que não deu certo ou como proprietário de empresa ou funcionário e vai ser pago para dar palpite na sua empresa". Parece um pouco rude essa minha afirmação mas há um enorme risco de termos no mercado muita gente despreparada se entitulando Consultor . O q acha disso?

(04:04:53) Vicky Bloch: MMV, você tem razão. Muita gente se intitulou consultor para esconder o fato de estar desempregada. E às vezes foi dar palpite inadequado em empresas porque não se preparou para aquilo. Por isso é que na hora de contratar um consultor é preciso ver quem é, as referências, ver o que já fez...

(03:57:51) itajuba fala para Vicky Bloch: Em relação a primeira pergunta, o so ser formado num curso superior.. tipo administraçao.. nao é so suficiente? o q mais este recém formado teria q ter pra esta em conformidade com as expectativas do mercado?

(04:08:46) Vicky Bloch: itajuba, se você está falando de se tornar um consultor, eu diria que, na maior parte das consultorias, você precisa de maturidade profissional, tem que ter experiência. Ou você vai para uma consultoria estruturada que vai lhe dar treinamento e lhe expor a projetos gradativamente ou pega primeiro atividade dentro de uma empresa para conhecer esse mundo organizacional. Provavelmente você vai precisar de uma especialização, mestrado ou MBAs especializados.

(04:00:43) Luiz fala para Vicky Bloch: Vick, Como você vê a importância do ensino superior, estou com minha faculdade de informática trancada por pura falta de tempo, vivo um ótimo momento profissional e não sinto a necessidade do curso superior. Vejo amigos meus formados e são muitos e ganhando bem menos. Até onde a formação pode influenciar em um maior sucesso profissional?

(04:12:08) Vicky Bloch: Luiz, do jeito que você escreve, me parece que está realizado. O curso superior não deve ser só um diploma pra você mostrar, deve ser algo que vá complementar a sua experiência prática. É um excelente momento para você pensar, se é informática a sua área, que conceito vai lhe ajudar a solidificar a sua experiência prática e lhe preparar melhor para crescer ainda mais. O que pode fazer você crescer? Imaginando que a grande paixão de sua vida seja trabalhar com projetos e soluções de conexões. Fazer um curso que discuta o mundo do futuro (pode até ser antropologia), pode acelerar o seu entendimento do presente. O conceito ajuda a organizar a prática. Eu não preciso de um diploma de faculdade para saber se um sujeito é bom; preciso saber como ele se preparou para continuar fazendo diferença na organização.

(04:01:10) deia fala para Vicky Bloch: Boa Tarde. Sou formada em Automação de Escritórios e Secretariado com DRT. Estou tendo dificuldades para arrumar emprego. Trabalhei em multinacionais como VW, City, e por último, estou trabalhando em uma pequena empresa sem registro. Estou tendo dificuldades para conseguir emprego como secretária, apesar de ter ingles fluente. O q você acha que pode ter acontecido? O mercado para as secretárias está parado?

(04:14:41) Vicky Bloch: deia, as secretárias hoje têm um papel um pouco diferente de alguns anos atrás. Antes o trabalho ia de servir café e datilografar no lugar do chefe, até organizar a agenda do chefe. Hoje cada um fez o seu. O trabalho hoje é até mais nobre. A secretária é uma assistente, ela prepara o chefe para o compromisso, faz um trabalho prévio, com informações que podem auxiliá-lo numa reunião, por exemplo. Engrandeceu o trabalho e diminuiu aquela parte serviçal. Automação de escritório foi importante num certo período, não mais. Mas inglês fluente não está superado... Pelo jeito, falando em automação de escritório e tal, você tem interesse em coisas que tenham a ver com organizar um ambiente. Talvez seja o caso de procurar uma área administrativa, numa empresa pequena, o que já pode ser algo mais complexo, onde você seja mais útil.

(04:05:28) Jean-Christ fala para Vicky Bloch: Oi Vicky, td bem? Bom, minha questão é simples. Moro Paris e gostaria de voltar a morar no Brasil, mais expecificamente no Rio de Janeiro. Tenho formação em Direito mas atualmente trabalho como moda aqui. Gostaria de saber de você se existe trabalho dentro da moda no Brasil com salario rasuavel ou devo voltar ao banco da faculdade aqui e fazer um especialização dentro do Direito, no caso, qual area?

(04:18:42) Vicky Bloch: Jean-Christ, você, pelo jeito, gosta de moda. Aqui no Brasil a moda está explodindo, a gente tem visto grandes movimentos, como o Fashion Week. E os estilistas são supervalorizados. Mas você pode ampliar o seu campo para achar uma nova atividade, por exemplo, pensando em ser aquela pessoa que faz as compras para grandes magazines; ou escolhendo cores e padrões para área têxtil... Acho que tem campo, sim. Na questão do Direito, você tem que vir para cá, se fosse para fazer especialização, eu faria no Brasil. Não acho que você precise estudar moda para fazer isso aqui no Brasil... Descubra quais são as maiores empresas na área têxtil e faça uma pesquisa sobre elas antes de vir. Aí você pode contatar as pessoas que possam lhe dar as informações via e-mail, antes de vir pra cá.

(04:05:49) Desempregado fala para Vicky Bloch: Olá! Estou desempregado há quase 10meses. Sou técnico de patologia clínica, tenho curso de operador de empilhadeira, estou fazendo curso de auxiliar de departamento pessoal e superior em Engenharia Ambiental, e assim mesmo,não consigo nada em nehuma área. Você teria alguma dica para omeu caso?

(04:19:50) Vicky Bloch: Desempregado, você pode estar passando uma informação confusa para o mercado. Uma pessoa que faz cinco coisas diferentes, pode não fazer nenhuma bem -essa pode ser a impressão do mercado. O empregador fica em dúvida sobre qual é, efetivamente, o lugar onde você deve ser encaixado. Coloque mais foco. Fazer cursos não vai resolver.

(04:06:33) AUTONOMO fala para Vicky Bloch: existe na pratica o autonomo ou e só folclore, ja que na justiça sempre e reconhecido o vinculo...

(04:20:54) Vicky Bloch: AUTONOMO, o que caracteriza um vínculo é hierarquia, habitualidade e um local para trabalhar. Se for um autônomo e está dentro de uma empresa, tendo um chefe e indo lá trabalhar quatro horas por dia, todos os dias, caracteriza vínculo.

(04:06:45) filipe fala para Vicky Bloch: Quais suas indicacoes para quem vive nos Estados Unidos? falo ingles fluentemente... entretanto nao sou formado e nao tenho como pagar meus estudos. estou cansado de trabalhar em restaurantes. O que voce indicaria que eu pudesse importar do brasil ou exportar para o Brasil

(04:22:14) Vicky Bloch: filipe, primeiro, não sei se você está legalmente no país -isso é importante. Já vi muita gente trabalhar com artesanato, levando para os EUA. Mas é difícil responder sem saber se você está legalizado... Se for pra fazer oficialmente importação/exportação, tem que procurar escritórios que façam isso.

(04:06:59) Tiago fala para Vicky Bloch: Detesto dinâmica de grupo. Acho que elas servem para justificar a contratação de uma empresa de RH e para eliminar muita gente e com isso colocar quem eles quererm... Infelizmente sempre sou chamado pra uma dinâmica. Mas não vejo isso acontecer com amigos. Eles ~vão direto da entrevista para o emprego! O que há de errado comigo?

(04:24:34) Vicky Bloch: Tiago, nada. Você está caindo em processos em que a dinâmica é um meio de avaliação. Qualquer processo de avaliação é chato... Uma dica pra você é a seguinte: não sei qual cargo você está pleiteando, mas pense nas características que essa pessoa que estão procurando deve ter. Seja natural, mas tente dar visibilidade a essas características. Por exemplo, se for pra vendedor, vão observar o seu relacionamento com as pessoas. Se não falar nada na dinâmica, não há como avaliá-lo... Agora, se for para interpretar um papel (parecer ser o que você não é), não o faça, porque também é visível que você está interpretando. Eu sempre recomendo às pessoas que sejam naturais, mas que tenham consciência de que estão concorrendo a um determinado cargo, com determinadas características e que essas características estarão sendo observadas.

(04:07:25) Helder fala para Vicky Bloch: Boa tarde Vicky, você não acha q estamos partindo para um novo tipo de situação, onde o empreendedorismo deve ser trabalhado muito mais na nossa educação, do q o foco ser a formação de "soldadinhos" prontos para sair, conseguir um bom emprego e estabilidade? Todos sabemos q a forma de empregabilidade atual está em crise. Qual a sua opinião sobre isso?

(04:26:28) Vicky Bloch: Helder, todo sistema educacional no Brasil é primeiro voltado para se aprender relações que já não existem mais. Segundo que você na escola está aprendendo a dar boas respostas para problemas já resolvidos em algum momento da história. Você aprende o que responder e a sua resposta é avaliada contra as que já são conhecidas. Só que na prática do trabalho, a gente se depara muito mais com situações inéditas. Tenho que buscar um comportamento que não aprendi a fazer... Por isso é que está tudo errado. O conceito de empreendedorismo aqui é a sua capacidade de se antecipar, de ser pró-ativo, ter respostas inusitadas... tudo o que não aprende na escola.

(04:07:39) deia fala para Vicky Bloch: Sempre planejei minha vida. Planejei trabalhar em multinacionais e em pequena empresa para que eu pudesse conhecer estas duas realidades diferentes. Dessa forma, consegui desenvolver minha criatividade, capacidade de relacionamento em grupo, e aprendi a propor soluções inovadoras. Mas, agora que tenho um bom conhecimento da profissão, estou com dificuldades de conseguir um emprego melhor, com carteira registrada. O que pode ter acontecido? Tenho uma foramção boa em univerdidade pública.

(04:31:14) Vicky Bloch: deia, é sempre difícil avaliar sem conversar com a pessoa. O problema pode estar em como você busca. O que falamos àquela pessoa que quer ser uma acadêmica, vale para você. Estabelecer uma boa rede de relações que conte pra você onde estão as oportunidades, é fundamental. O que você disse antes, que era secretária, tenho curso de automação, e tal, não me disse nada. Agora é que você está falando de suas competências. É isso que você precisa destacar. Antes, eu imaginei você como uma pessoa que parou no tempo. Agora vejo você se apresentar como alguém muito atualizada. Você pode coordenar, por exemplo, um grupo de representantes de vendas ou uma equipe de callcenter... Também vale voltar aos lugares onde não conseguiu a vaga e perguntar: por que não fui escolhida, pedir um feedback. Talvez a pessoa responda que o quadro de secretárias esteja completo. Aí você diz que se formou para isso, mas que o que faz mesmo hoje é isso aqui (suas competências). Pode ser que ele tenha outro tipo de atividade onde você se encaixe bem. Talvez você não tenha dito exatamente no que é boa... Pra mim fez uma diferença brutal entre o que você falou antes e o que contou agora. Melhore um pouco o que você descreve aqui, mas é por aí.

(04:08:11) pitangy fala para Vicky Bloch: Olá Vick. sou formado em Administração(2002) com ênfase em Marketing e tenho experiência de 3 anos como especialista de informação de mercado com inteligência de mercado. Saí em 2003(restruturação na área) fui pra Londres estudar inglês e voltei no final do ano passado.Tenho 28 anos e quero entrar em áreas diferentes (como logística, suporte à vendas, etc). entretanto, o mercado não " me chama" pois não tenho experiência na área ou que, devido ao meu currículo(vim de uma grande multinacional, tenho vivência internacional, etc) eles acabam achando que vou pedir salários que eles nao poderiam pagar. O que fazer?

(04:33:59) Vicky Bloch: pitangy, primeiro você diz que o mercado não te chama... é porque você deve estar mandando currículo e está sentado, esperando resposta. Como é que você vai fazer diferença só mandando um currículo? Você precisa ir lá e contar as suas competências, as suas experiências. Sobre a questão do salário, se eles estão "achando" é porque você ainda não falou com ninguém... Você precisa sentar na frente das pessoas e contar como você construiu sua carreira, qual é o seu projeto e o quanto você ganha realmente. Por tudo o que você conta, está superbem preparado. Precisa falar com as pessoas e contar isso, ampliar seus contatos.

(04:34:14) Vicky Bloch: Obrigada a todos pelas perguntas e até uma próxima oportunidade!

ÍNDICE DE NOTÍCIAS  IMPRIMIR  ENVIE POR E-MAIL

29/01/2010

16h36- Lucro da Honeywell cai 22,88% em 2009

16h35- Camargo Corrêa anuncia que retira proposta de fusão com Cimpor

16h31- Desemprego na Colômbia subiu 12% em 2009

16h31- Brasil se descola da China e afirma que não corre risco de superinflação

16h31- Em nono dia de avanço, dólar fecha a R$ 1,88; Bovespa perde ímpeto

16h27- Fórum Social pressionará em 2010 pela defesa do planeta

16h27- Bolsas europeias fecham em alta com avanço do PIB americano

16h27- Chile fecha 2009 com deficit fiscal de 4,5% do PIB

16h16- Bovespa segue com leve alta, e dólar sobe 1,07%, e vale R$ 1,887

16h14- Lucro da Chevron cai 56,2% em 2009