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Henrique Santillo, ex-governador de Goiás, morre aos 64 anos
22h03 - 25/06/2002



Rubens Santos

GOIÂNIA - O ex-governador de Goiás, Henrique Santillo, de 64 anos, que ocupava atualmente a presidência do Tribunal de Contas do Estado, morreu hoje à tarde, no Hospital Evangélico Goiano de Anápolis, onde estava internado após sofrer um derrame cerebral no último sábado. Segundo a equipe médica que o atendeu, Santillo teve falência múltipla dos órgãos. O ex-governador já não apresentava funções cerebrais desde o final da tarde de ontem. Exames realizados hoje confirmaram a morte cerebral de Santillo.

Ex-ministro da Saúde, Santillo foi um dos fundadores do MDB, deputado estadual e senador. O corpo do ex-governador será velado no Sesi da Vila Jaiara, em Anápolis. O sepultamento será às 10 horas desta quarta-feira no cemitério São Miguel. Para uns, ele entrou para a história de Goiás por enfrentar o maior cacique político local, o atual senador Iris Rezende, sobreviver à rebeldia, em 1986, quando rompeu com o PMDB. Mas não conseguiu unir a sua própria família em torno de um mesmo partido.

Para muitos, ele influenciou uma geração de políticos. Fundou o MDB em Goiás, nos anos 70. Depois o PL e o PSDB, nos anos 80. E sua maior vitória política teria sido a derrota do PMDB, em 1998, ao frustrar a festa de Iris Rezende na sucessão estadual. O vencedor foi Marconi Perillo, amigo pessoal e filho político adotivo. Em qualquer situação, porém, o ex-ministro Henrique Antônio Santillo viveu a política todos os dias de sua vida.

Paulista de Ribeirão Preto, nascido a 23 de agosto de 1937, foi presidente do DCE da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), quando acadêmico do curso de medicina, e membro da União Nacional dos Estudantes (UNE). Ele morava num bairro humilde de Anápolis, a Vila Jaiara, onde se elegeu vereador em 1966 mas jamais conseguiu ser o prefeito. Foi deputado estadual, governador e senador pelo estado de Goiás. Nacionalista, projetou-se pela defesa das riquezas naturais, dos produtores rurais, e da polêmica reserva de mercado para a indústria nacional.




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