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Vazamento tóxico na Hungria

Vazamento tóxico na Hungria

05/10/2010

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Fotos
Policiais caminham em região atingida pelo vazamento tóxico, em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria Bernadett Szabo/ Reuters Mais
Policiais caminham em região atingida pelo vazamento tóxico, em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria. A lama vermelha, que vaza desde segunda-feira, é um resíduo tóxico da produção de alumínio, e já deixou pelo menos quatro mortos Bernadett Szabo/ Reuters Mais
Soldado húngaro veste proteção contra produtos químicos enquanto caminha em rua atingida por vazamento tóxico em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste Bela Szandelszky/ AP Mais
Moradora resgata gato em região atingida pelo vazamento tóxico, em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria Bela Szandelszky/ AP Mais
Morador atravessa região atingida pelo vazamento tóxico, em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria Bela Szandelszky/ AP Mais
Soldado húngaro faz a limpeza de rua atingida por vazamento tóxico em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria. A lama vermelha, que vaza desde segunda-feira, é um resíduo tóxico da produção de alumínio e contém substâncias danosas, tais como chumbo e elementos altamente corrosivos Bela Szandelszky/ AP Mais
Moradora faz a limpeza de rua atingida por vazamento tóxico em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria Bela Szandelszky/ AP Mais
Soldados húngaros fazem a limpeza de rua atingida por vazamento tóxico em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria Bernadett Szabo/ Reuters Mais
Moradora observa estragos em região atingida pelo vazamento tóxico, em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria Attila Kisbenedek/ AFP Mais
Água mistura com material tóxico inunda residência em região atingida pelo vazamento tóxico, em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria Bernadett Szabo/ Reuters Mais
Peixe morto é visto em região atingida pelo vazamento tóxico, em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria Lajos Nagi / EFE Mais
Carro é atingido por vazamento de "lama vermelha" em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria. A lama vermelha, que vaza desde segunda-feira, é um resíduo tóxico da produção de alumínio e contém substâncias danosas, tais como chumbo e elementos altamente corrosivos Lajos Nagi/ EFE Mais
Dezenas de pessoas tiveram que abandonar suas casas desde que os muros de um reservatório de resíduos de uma fábrica de alumínio cederam na tarde de segunda-feira Gyoergy Varga/ EFE Mais
Casas foram atingidas por "lama vermelha" em Kolontar, a 167 km a sudoeste de Budapeste Gyoergy Varga/ EFE Mais
Moradora trabalha na limpeza de sua casa em região atingida pelo vazamento tóxico, em Devecser, a 150 km a oeste de Budapeste, Hungria Attila Kisbenedek/ AFP Mais
Homem recupera pertences em Kolontar, na Hungria. A lama vermelha, que vaza desde segunda-feira, é um resíduo tóxico da produção de alumínio e contém substâncias danosas, tais como chumbo e elementos altamente corrosivos Bela Szandelszky/AP Mais
Morador limpa sua casa em Kolontar, na Hungria Bela Szandelszky/AP Mais
Morador anda por quintal alagado em Kolontar, na Hungria. A lama vermelha, que vaza desde segunda-feira, é um resíduo tóxico da produção de alumínio e contém substâncias danosas, tais como chumbo e elementos altamente corrosivos Bela Szandelszky/AP Mais
Funcionários de universidade inspecionam a água do córrego Torna, em Kolontar, a cerca de 160 km de Budapeste, na Hungria AFP Mais
Um campo de trigo é inundado por lama tóxica em Kolontar, a cerca de 160 km de Budapeste, na Hungria Bela Szandelszky/AP Mais
Moradora recupera pertences em Kolontar, na Hungria. A lama vermelha, que vaza desde segunda-feira, é um resíduo tóxico da produção de alumínio e contém substâncias danosas, tais como chumbo e elementos altamente corrosivos Bela Szandelszky/AP Mais
Morador usa máscara de proteção em frente a sua casa, atingida pela lama tóxica, em Kolontar, na Hungria Bela Szandelszky/AP Mais
Funcionários inspecionam o córrego Torna, em Kolontar, a cerca de 160 km de Budapeste, na Hungria AFP Mais
Funcionário inspeciona o córrego Torna, em Kolontar, a cerca de 160 km de Budapeste, na Hungria AFP Mais
Voluntário caminha próximo a parede com marca da lama, em Devecser, na Hungria. A lama vermelha, que vaza desde segunda-feira, é um resíduo tóxico da produção de alumínio e contém substâncias danosas, tais como chumbo e elementos altamente corrosivos EFE Mais
Gato é visto entre os objetos domésticos em uma casa na Hungria afetada pelo vazamento da "lama vermelha", material tóxico que é resíduo na produção de alumínio Balazs Mohai/EFE Mais
Vista aérea cobrindo ruas em região da cidade de Kolontar, Hungria. Após a ruptura de um reservatório de "lama vermelha", resíduo industrial da produção de alumínio, mais de um milhão de metros cúbicos do dejeto químico, altamente tóxico, inundou diversas cidades MTI, Gyoergy Varga/AP Mais
Vista aérea do reservatório de "lama vermelha" mostra rupturas. Mais de um milhão de metros cúbicos do dejeto químico, altamente tóxico, inundou diversas cidades na Hungria MTI, Gyoergy Varga/AP Mais
Soldado húngaro, vestido com proteção especial contra resíduos químicos, trabalha na limpeza de ruas em Devecser Bela Szandelszky/AP Mais
Vista aérea cobrindo ruas em região da cidade de Devecser, Hungria. Após a ruptura de um reservatório de "lama vermelha", resíduo industrial da produção de alumínio, mais de um milhão de metros cúbicos do dejeto químico, altamente tóxico, inundou diversas cidades Gyoergy Varga/EFE Mais
Animais mortos vítimas da lama tóxica são encontrados nas ruas de Kolontar, Hungria. Autoridades húngaras já consideram que este é o pior acidente químico da história do país Bela Szandelszky/AP Mais
Pessoas carregam seus pertences em uma rua coberta pelo lodo vermelho, em Devecser, nesta terça-feira. A lama vermelha, que vaza desde segunda-feira, é um resíduo tóxico da produção de alumínio e contém substâncias danosas, tais como chumbo e elementos altamente corrosivos Balazs Mohai/EFE Mais
<b>6.out.2010</b> Moradores e equipe de resgate utilizam ponte temporária em Kolontar, na Hungria. A recuperação da região, atingida por lama tóxica, poderá levar anos AFP Mais
<b>6.out.2010</b> Morador observa casa destruída pela "lama vermelha", em Kolontar, na Hungria. Uma camada do material tóxico de dois centímetros de espessura, carregada de metais pesados, está esparramada por 40 quilômetros quadrados, incluindo áreas cultiváveis, e segue avançando em direção ao rio Raab, que desemboca no Danúbio AP Mais
<b>6.out.2010</b> Cachorro acompanha equipe de resgate em Kolontar, na Hungria. A recuperação da região, atingida por lama tóxica, poderá levar anos AFP Mais
<b>6.out.2010</b> Morador caminha por quintal coberto com "lama vermelha", em Kolontar, na Hungria. Uma camada do material tóxico de dois centímetros de espessura, carregada de metais pesados, está esparramada por 40 quilômetros quadrados, incluindo áreas cultiváveis, e segue avançando em direção ao rio Raab, que desemboca no Danúbio AP Mais
<b>6.out.2010</b> Balazs Holczer observa sua casa coberta pela "lama vermelha", em Kolontar, na Hungria. Uma camada do material tóxico de dois centímetros de espessura, carregada de metais pesados, está esparramada por 40 quilômetros quadrados, incluindo áreas cultiváveis, e segue avançando em direção ao rio Raab, que desemboca no Danúbio AP Mais
<b>6.out.2010</b> Mulher de 76 anos é acompanhada por jornalista durante retorno para casa em Kolontar, na Hungria. A recuperação da região, atingida por lama tóxica, poderá levar anos AFP Mais
<b>6.out.2010</b> Moradoras caminham ao lado de casa destruída pela "lama vermelha" em Kolontar, na Hungria. Uma camada do material tóxico de dois centímetros de espessura, carregada de metais pesados, está esparramada por 40 quilômetros quadrados, incluindo áreas cultiváveis, e segue avançando em direção ao rio Raab, que desemboca no Danúbio AFP Mais
<b>6.out.2010</b> Pessoas tentam salvar seus pertences de casa coberta de "lama vermelha", em Kolontar, na Hungria. Uma camada do material tóxico de dois centímetros de espessura, carregada de metais pesados, está esparramada por 40 quilômetros quadrados, incluindo áreas cultiváveis, e segue avançando em direção ao rio Raab, que desemboca no Danúbio AP Mais
<b>6.out.2010</b> Pessoas tentam salvar seus pertences de casa coberta de "lama vermelha", em Kolontar, na Hungria. Uma camada do material tóxico de dois centímetros de espessura, carregada de metais pesados, está esparramada por 40 quilômetros quadrados, incluindo áreas cultiváveis, e segue avançando em direção ao rio Raab, que desemboca no Danúbio AP Mais
<b>6.out.2010</b> O derramamento tóxico que afetou o sudoeste da Hungria está se confirmando como uma catástrofe ecológica de enormes proporções, que implicará em muitos anos para que a natureza e a agricultura consigam se recuperar. Uma camada de lodo vermelho de dois centímetros de espessura, carregada de metais pesados, está esparramada por 40 quilômetros quadrados, incluindo áreas cultiváveis, e segue avançando em direção ao rio Raab, que desemboca no Danúbio. EFE Mais
<b>6.out.2010</b>Moradores observam região afetada pela enchente em Kolontar. O derramamento tóxico que afetou o sudoeste da Hungria está se confirmando como uma catástrofe ecológica de enormes proporções, que implicará em muitos anos para que a natureza e a agricultura consigam se recuperar Balazs Gardi/The New York Times Mais
<b>6.out.2010</b> Carro é visto em meio a lama no vilarejo de Kolontar. O derramamento tóxico que afetou o sudoeste da Hungria está se confirmando como uma catástrofe ecológica de enormes proporções, que implicará em muitos anos para que a natureza e a agricultura consigam se recuperar Balazs Gardi/The New York Times Mais
<b>6.out.2010</b> Moradora Aranka Stam tenta resgatar pertences atingidos pela enchente em Kolontar. O derramamento tóxico que afetou o sudoeste da Hungria está se confirmando como uma catástrofe ecológica de enormes proporções, que implicará em muitos anos para que a natureza e a agricultura consigam se recuperar Balazs Gardi/The New York Times Mais
<b>6.out.2010</b> Em casa do vilarejo de Kolontar as marcas da lama estão espalhadas pela parede. O derramamento tóxico que afetou o sudoeste da Hungria está se confirmando como uma catástrofe ecológica de enormes proporções, que implicará em muitos anos para que a natureza e a agricultura consigam se recuperar Balazs Gardi/The New York Times Mais
<b>6.out.2010</b> Morador do vilarejo de Kolontar passa por região cheia de lama. O derramamento tóxico que afetou o sudoeste da Hungria está se confirmando como uma catástrofe ecológica de enormes proporções, que implicará em muitos anos para que a natureza e a agricultura consigam se recuperar Balazs Gardi/The New York Times Mais
<b>6.out.2010</b> Comida permanece intocada na mesa de uma casa em Kolontar, região atingida pela enchente. O derramamento tóxico que afetou o sudoeste da Hungria está se confirmando como uma catástrofe ecológica de enormes proporções, que implicará em muitos anos para que a natureza e a agricultura consigam se recuperar Balazs Gardi/The New York Times Mais
<b>6.out.2010</b> Moradores do vilarejo de Kolontar tentam limpar quintal. O derramamento tóxico que afetou o sudoeste da Hungria está se confirmando como uma catástrofe ecológica de enormes proporções, que implicará em muitos anos para que a natureza e a agricultura consigam se recuperar Balazs Gardi/The New York Times Mais
<b>6.out.2010</b> Jovens passam por carro destruído pela enchente no vilarejo de Kolontar, na Hungria. O derramamento tóxico que afetou o sudoeste do país está se confirmando como uma catástrofe ecológica de enormes proporções, que implicará em muitos anos para que a natureza e a agricultura consigam se recuperar Balazs Gardi/The New York Times Mais
<b>7.out.2010</b> Funcionário do resgate caminha sobre lama tóxica em Kolontar, na Hungria. A lama tóxica de substâncias poluentes que inundou 40 quilômetros quadrados do sudoeste da Hungria chegou hoje ao rio Mosoni Duna, um afluente do rio Danúbio, embora o nível de toxicidade tenha diminuído Bernadett Szabo/Reuters Mais
<b>7.out.2010</b> Bombeiro atravessa ponte provisória na cidade de Kolontar, na Hungria. A lama tóxica de substâncias poluentes que inundou 40 quilômetros quadrados do sudoeste da Hungria chegou hoje ao rio Mosoni Duna, um afluente do rio Danúbio, embora o nível de toxicidade tenha diminuído Bernadett Szabo/Reuters Mais
<b>7.out.2010</b> Homem remove lama tóxica em Kolontar, na Hungria. A lama tóxica de substâncias poluentes que inundou 40 quilômetros quadrados do sudoeste da Hungria chegou hoje ao rio Mosoni Duna, um afluente do rio Danúbio, embora o nível de toxicidade tenha diminuído Bernadett Szabo/Reuters Mais
<b>7.out.2010</b> Voluntários recolhem peixes mortos do rio Marcal, no vilarejo de Gyirmot. A lama tóxica de substâncias poluentes que inundou 40 quilômetros quadrados do sudoeste da Hungria chegou hoje ao rio Mosoni Duna, um afluente do rio Danúbio, embora o nível de toxicidade tenha diminuído AFP Mais
<b>7.out.2010</b> Espuma tóxica atinge águas do rio Marcal, no vilarejo de Gyirmot. A lama tóxica de substâncias poluentes que inundou 40 quilômetros quadrados do sudoeste da Hungria chegou hoje ao rio Mosoni Duna, um afluente do rio Danúbio, embora o nível de toxicidade tenha diminuído AFP Mais
<b>7.out.2010</b> Bombeiro procura corpos em casa que desabou com a inundação de lama tóxica, em Kolontar, na Hungria Laszlo Balogh/Reuters Mais
<b>7.out.2010</b> Voluntários recolhem peixes mortos do rio Marcal, no vilarejo de Gyirmot. A lama tóxica de substâncias poluentes que inundou 40 quilômetros quadrados do sudoeste da Hungria chegou hoje ao rio Mosoni Duna, um afluente do rio Danúbio, embora o nível de toxicidade tenha diminuído AFP Mais
<b>7.out.2010</b> Voluntários recolhem peixes mortos do rio Marcal, no vilarejo de Gyirmot. A lama tóxica de substâncias poluentes que inundou 40 quilômetros quadrados do sudoeste da Hungria chegou hoje ao rio Mosoni Duna, um afluente do rio Danúbio, embora o nível de toxicidade tenha diminuído AFP Mais
<b>7.out.2010</b> Espuma tóxica atinge águas do rio Raba, no vilarejo de Gyirmot. A lama tóxica de substâncias poluentes que inundou 40 quilômetros quadrados do sudoeste da Hungria chegou hoje ao rio Mosoni Duna, um afluente do rio Danúbio, embora o nível de toxicidade tenha diminuído Mais
<b>7.out.2010</b> Voluntários se preparam para limpar ruas em Kolontar, na Hungria. A lama tóxica de substâncias poluentes que inundou 40 quilômetros quadrados do sudoeste da Hungria chegou hoje ao rio Mosoni Duna, um afluente do rio Danúbio, embora o nível de toxicidade tenha diminuído Bela Szandelszky/AP Mais
<b>7.out.2010</b> Espantalho é visto em plantação destruída por lama tóxica, em Devecser, na Hungria Darko Bandic/AP Mais
<b>7.out.2010</b> Equipe inspeciona casa atingida pela lama tóxica em Devecser, na Hungria Darko Bandic/AP Mais
<b>7.out.2010</b> Equipe inspeciona casa atingida pela lama tóxica em Devecser, na Hungria Darko Bandic/AP Mais
<b>7.out.2010</b> Bombeiro lava rua atingida por lama tóxica em Devecser, na Hungria Darko Bandic/AP Mais
<b>7.out.2010</b> Funcionário do resgate caminha sobre local atingido pela lama tóxica, em Kolontar, na Hungria Reuters Mais
<b>7.out.2010</b> Agentes descartam pertences atingidos pela lama tóxica de casa em Kolontar, na Hungria Bela Szandelszky/AP Mais
<b>7.out.2010</b> Agentes procuram corpos de atingidos por lama tóxica, em Kolontar, na Hungria Bela Szandelszky/AP Mais
<b>7.out.2010</b> Agente descarta sofá atingido por lama tóxica em Kolontar, na Hungria Bela Szandelszky/AP Mais
<b>7.out.2010</b> Marca sobre fotos de família na parede mostra altura a que chegou a lama tóxica em Kolontar, na HUngria Bela Szandelszky/AP Mais
<b>7.out.2010</b> Ativista do greenpeace se prepara para coletar amostra da água contaminada em Morichida, Hungria AFP Mais
<b>7.out.2010</b> Escavadora mistura a água do rio Marcal com gipsita industrial para diminuir sua toxicidade, em Morichida, Hungria AFP Mais
<b>7.out.2010</b> Equipe de resgate procura possíveis corpos arrastados pela enchente de lama tóxica, em Kolontar, na Hungria Bela Szandelszky/AP Mais
<b>8.out.2010</b> Imagem divulgada pelo grupo ambientalista Greenpeace nesta sexta-feira mostra substância tóxica cobrindo campos, canais e margens de rio, próximo a Ajkai, onde se localiza a fábrica de alumínio de onde vazou a "lama vermelha". A empresa de alumínio húngara MAL, proprietária da represa de uma substância tóxica que rompeu na segunda-feira passada, disse hoje que não pode prever o acidente, nem fazer nada para evitá-lo Peter Somogyi-Toth/ Greenpeace/ EFE Mais
<b>8.out.2010</b> Imagem divulgada pelo grupo ambientalista Greenpeace nesta sexta-feira mostra substância tóxica cobrindo campos, canais e margens de rio, próximo a Ajkai, onde se localiza a fábrica de alumínio de onde vazou a "lama vermelha". A empresa de alumínio húngara MAL, proprietária da represa de uma substância tóxica que rompeu na segunda-feira passada, disse hoje que não pode prever o acidente, nem fazer nada para evitá-lo Peter Somogyi-Toth/ Greenpeace/ EFE Mais
<b>8.out.2010</b> Imagem divulgada pelo grupo ambientalista Greenpeace nesta sexta-feira mostra substância tóxica cobrindo campos, canais e margens de rio, próximo a Ajkai, onde se localiza a fábrica de alumínio de onde vazou a "lama vermelha". A empresa de alumínio húngara MAL, proprietária da represa de uma substância tóxica que rompeu na segunda-feira passada, disse hoje que não pode prever o acidente, nem fazer nada para evitá-lo Peter Somogyi-Toth/ Greenpeace/ EFE Mais
<b>8.out.2010</b> Imagem divulgada pelo grupo ambientalista Greenpeace nesta sexta-feira mostra substância tóxica cobrindo campos, canais e margens de rio, próximo a Ajkai, onde se localiza a fábrica de alumínio de onde vazou a "lama vermelha". A empresa de alumínio húngara MAL, proprietária da represa de uma substância tóxica que rompeu na segunda-feira passada, disse hoje que não pode prever o acidente, nem fazer nada para evitá-lo Peter Somogyi-Toth/ Greenpeace/ EFE Mais
<b>8.out.2010</b> Imagem divulgada pelo grupo ambientalista Greenpeace nesta sexta-feira mostra substância tóxica cobrindo campos, canais e margens de rio, próximo a Ajkai, onde se localiza a fábrica de alumínio de onde vazou a "lama vermelha". A empresa de alumínio húngara MAL, proprietária da represa de uma substância tóxica que rompeu na segunda-feira passada, disse hoje que não pode prever o acidente, nem fazer nada para evitá-lo Peter Somogyi-Toth/ Greenpeace/ EFE Mais
<b>8.out.2010</b> Máquina retira resíduo de "lama vermelha" do rio Marcal, a 133 km a oeste de Budapeste. A empresa de alumínio húngara MAL, proprietária da represa de uma substância tóxica que rompeu na segunda-feira passada, disse hoje que não pode prever o acidente, nem fazer nada para evitá-lo Karoly Gyoeri/ MTI/ AP Mais
<b>8.out.2010</b> Peixe morto boia no rio Marcal, em Koronco, a 160 km de Budapeste, na Hungria. A empresa de alumínio húngara MAL, proprietária da represa de uma substância tóxica que rompeu na segunda-feira passada, disse hoje que não pode prever o acidente, nem fazer nada para evitá-lo Laszlo Balogh/Reuters Mais
<b>8.out.2010</b> Vista aérea de lama vermelha no reservatório de fábrica de alumínio perto de Ajka, na Hungria Balazs Mohai/EFE Mais
<b>8.out.2010</b> Imagem aérea mostra tratores e outros veículos atolados na lama tóxica, em Devecser, na Hungria Balazs Mohai/EFE Mais
<b>8.out.2010</b> Com o avanço dos trabalhos de limpeza da lama tóxica que vazou na Hungria, as equipes que trabalham na descontaminação agora se preocupam em evitar que os metais pesados contidos no vazamento contaminem o ar Balazs Mohai/AP Mais
<b>8.out.2010</b> Água poluída do rio Marcal (canto direito superior) se mistura com rio Gyor, na Hungria Darko Bandic/AP Mais
<b>8.out.2010</b> Especialista mede o pH de amostras de água coletadas do rio Mezolak, na Hungria, após vazamento de dejeto industrial na região. Bela Szandelszky/AP Mais
<b>8.out.2010</b> Fotografia aérea mostra falha na barragem de indústria de alumínio responsável pelo vazamento de lama tóxica na Hungria Peter Somogyi-Toth/Greenpeace/Reuters Mais
<b>09.10.2010</b> - Autoridades romenas recolhem amostras da água do rio Danúbio em Bazias, a 490 km de Bucareste, para checar a qualidade. A Romênia está monitorando o rio após o vazamento de lama tóxica na Hungria Sinisa Dragin/Reuters Mais
<b>09.10.2010</b> - Os primeiros moradores do povoado de Kolontar, que começou a ser evacuado neste sábado, se acomodam em um acampamento improvisado no ginásio de Ajka, a 150 km de Budapeste. As autoridades húngaras ordenaram a evacuação total de Kolontar, temendo uma segunda inundação de lama tóxica MTI, Lajos Nagy/AP Mais
<b>09.10.2010</b> - Imagem aérea mostra a cidade de Kolontar. As autoridades húngaras ordenaram a evacuação total do povoado, temendo uma segunda inundação de lama tóxica Laszlo Balogh/Reuters Mais
<b>09.10.2010</b> - Imagem aérea mostra a cidade de Devecser inundada por lama tóxica. O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, qualificou neste sábado de "muito grave" a situação na represa do reservatório industrial da fábrica de alumínio em Ajka - cujo vazamento espalhou uma maré de lama vermelha tóxica que matou ao menos sete e chegou ao rio Danúbio Laszlo Balogh/Reuters Mais
<b>10.10.2010</b> - Soldados fazem fila para serem lavados durante os trabalhos de limpeza na aldeia de Devecser após o vazamento de lama tóxica do dia 4 de outubro. As autoridades húngaras disseram hoje que preveem um novo vazamento tóxico, embora menos grave do que o primeiro Bea Kallos/EFE Mais
<b>10.10.2010</b> - Soldados se lavam após esforços de limpeza na aldeia de Devecser depois do vazamento de lama tóxica do dia 4 de outubro. As autoridades húngaras disseram hoje que preveem um novo vazamento tóxico, embora menos grave do que o primeiro Bea Kallos/EFE Mais
<b>10.10.2010</b> - Homem fica junto a seus pertences esperando possível evacuação do povoado de Devecser. A população do povoado vizinho, Kolontar, foi evacuada. As autoridades húngaras disseram hoje que preveem um novo vazamento tóxico, embora menos grave do que o primeiro Bea Kallos/EFE Mais
<b>10.10.2010</b> - Bombeiro húngaro usa máscara enquanto observa vazamento de lama vermelha. A população do povoado de Kolontar foi evacuada. As autoridades húngaras disseram hoje que preveem um novo vazamento tóxico, embora menos grave do que o primeiro Bela Szandelszky/AP Mais
<b>10.10.2010</b> - Ruptura do reservatório, que causou o vazamento de lama tóxica em Kolontar, é vista. A população do povoado foi evacuada. As autoridades húngaras disseram hoje que preveem um novo vazamento tóxico, embora menos grave do que o primeiro Bela Szandelszky/AP Mais
<b>11.10.2010</b> - Televisão é vista no interior de casa tomada pela lama tóxica em Kolontar. Zoltan Bakonyi, o presidente da MAL Zrt, fábrica de alumínio responsável pelo vazamento que já deixou ao menos sete mortos, foi preso nesta segunda-feira para interrogatório Samuel Kubani/AFP Mais
<b>11.10.2010</b> - Máquinas pesadas trabalham para construir um novo dique para conter o vazamento de lama vermelha tóxica. Os trabalhadores correram para construir uma barragem de emergência neste domingo (10), já que as fissuras no reservatório aumentaram, ameaçando desencadear uma segunda torrente de lama tóxica na aldeia de Kolontar e em rios próximos Bernadett Szabo/Reuters Mais
<b>11.10.2010</b> - Imagem aérea mostra visão geral da aldeia de Devecser sete dias depois do início do vazamento de lama tóxica Gyoergy Varga/EFE Mais
<b>11.10.2010</b> - Muro de contenção da fábrica de alumínio em Ajka está instável. O povoado de Kolontar foi evacuado por risco de uma segunda onda de lama vermelha tóxica Lajos Nagy/EFE Mais
<b>11.10.2010</b> - Trabalhador permanece ao lado de um novo dique de contenção próximo ao reservatório da empresa de alumínio. O povoado de Kolontar foi evacuado por risco de uma segunda onda de lama vermelha tóxica Lajos Nagy/EFE Mais
<b>13.10.2010</b> - Voluntários limpam rua em Devecser, na Hungria. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Bela Szandelszky/AP Mais
<b>13.10.2010</b> - Voluntários limpam rua em Devecser, na Hungria. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Bela Szandelszky/AP Mais
<b>13.10.2010</b> - Voluntários limpam rua em Devecser, na Hungria. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Bela Szandelszky/AP Mais
<b>13.10.2010</b> - Morador de Devecser usa máscara para se proteger de material tóxico. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Bela Szandelszky/AP Mais
<b>13.10.2010</b> - Policial trabalha em área ainda coberta pela lama tóxica, em Devecser, na Hungria. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Bela Szandelszky/AP Mais
<b>13.10.2010</b> - Voluntários limpam rua em Devecser, na Hungria. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Bela Szandelszky/AP Mais
<b>13.10.2010</b> - Voluntários limpam rua em Devecser, na Hungria. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Bela Szandelszky/AP Mais
<b>13.10.2010</b> - Imagem mostra povoado de Devecser, ainda coberto pela lama tóxica, na Hungria. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Sandor H. Szabo/EFE Mais
<b>13.10.2010</b> - Imagem mostra povoado de Devecser, ainda coberto pela lama tóxica, na Hungria. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Sandor H. Szabo/EFE Mais
<b>13.10.2010</b> - Madeira de uma fábrica é coberta pela lama tóxica em Devecser, na Hungria. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Sandor H. Szabo/EFE Mais
<b>13.10.2010</b> - Imagem mostra estrada para o povoado de Devecser, atingida pela lama tóxica, na Hungria. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Sandor H. Szabo/EFE Mais
<b>13.10.2010</b> - Voluntários misturam gesso à lama tóxica em Devecser. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa AFP Mais
<b>13.10.2010</b> - Morador com máscara passa por mistura de gesso e lama tóxica em Devecser. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa AFP Mais
<b>13.10.2010</b> - Mulher usa óculos e máscara para se proteger de contaminação em Devecser. A fábrica de bauxita-alumínio MAL, responsável pelo acidente industrial de 4 de outubro que deixou nove mortos, retomará a produção na quinta-feira ou sexta-feira, anunciou Gyorgy Bakondi, comissário do governo responsável por administrar a empresa Reuters Mais

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