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Fotos

2018 - Denis Mukwege (República Democrática do Congo) e Nadia Murad (Iraque): O médico congolês e a ativista iraquiana venceram o prêmio por seus esforços para acabar com o "uso da violência sexual como uma arma de guerra e conflito armado". O ginecologista Mukwege ganhou notoriedade ao condenar a impunidade a estupros em massa, criticando o governo congolês pela falta de combate à violência contra as mulheres. Já Nádia Murad foi vítima de abusos do Estado Islâmico no Iraque e hoje é reconhecida pela academia como uma ativista que mostra "coragem incomum" ao contar sua própria experiência e se tornar porta-voz de outras vítimas Frederick Florin/AFP Mais

2017 - Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares - "A organização recebe o prêmio por seu trabalho para chamar a atenção sobre as consequências humanitárias catastróficas do uso de armas nucleares e por seus esforços pioneiros para obter um tratado de proibição destas armas", afirmou a presidente do Comitê Norueguês do Nobel, Berit Reiss-Andersen. Na imagem, Beatrice Fihn, diretora-executiva do Ican, segura faixa com logo da campanha após anúncio do Prêmio Nobel da Paz Fabrice Coffrini/ AFP Mais

2016 - Juan Manuel Santos (Colômbia) - O presidente da Colômbia foi laureado com o prêmio por ter proposto um cessar-fogo e um acordo de paz com o grupo guerrilheiro Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia); o acordo entrou em vigor em dezembro de 2016, apesar de ter sido rejeitado pela população colombiana em um referendo realizado cerca de dois meses antes Haakon Mosvold Larsen/AFP Mais

2015 - Quarteto para o Diálogo Nacional da Tunísia - Composto pela União Geral Tunisina do Trabalho; pela União Tunisina da Indústria, Comércio e Artesanato; pela Liga Tunisina para a Defesa dos Direitos do Homem; e pela Ordem Nacional dos Advogados da Tunísia, o chamado Quarteto para o Diálogo Nacional da Tunísia foi premiado pela atuação para a construção de um regime democrático no país, após a Revolução de Jasmim de 2011 AFP Mais

2014 - Malala Yousafzai (Paquistão) e Kailash Satyarthi (Índia) - A paquistanesa Malala Yousafzai, de apenas 17 anos, e o indiano Kailash Satyarth venceram o Nobel da Paz por conta da "luta contra a opressão das crianças e pelo direito de todas as crianças à educação". Malala foi baleada na cabeça por guerrilheiros talebans por defender a educação escolar das mulheres no Paquistão --ela chegou a ficar em coma, mas se recuperou e passou a viver na Inglaterra, onde continua sua militância Vegard Wivestad Grott/AFP Mais

2013 - Opaq (Organização para a Proibição de Armas Químicas) - Segundo o comitê do prêmio, apesar de a organização ter ganhado notoriedade internacional com a ação na Síria, a premiação se deu por conta da trajetória da organização, no que diz respeito a seu "extensivo trabalho para eliminar armas químicas" Michael Kooren/Reuters Mais

2012 - União Europeia - A escolha do bloco político e econômico se deu, segundo a organização do Prêmio, por conta das "mais de seis décadas contribuindo para o avanço da paz e da reconciliação, democracia e direitos humanos na Europa" Heiko Junge/AP Mais

2011 - Ellen Sjohnson-Sirleaf (Libéria), Leymah Gbowee (Libéria) e Tawakel Karman (Iêmen) - "Por sua luta não-violenta para a segurança das mulheres e pelos direitos das mulheres à sua plena participação na construção da paz e trabalho" John McConnico/AP Mais

2010 - Liu Xiaobo (China) - Primeiro chinês a receber o prêmio, o ativista foi escolhido por 'seu pacífico esforço pelos direitos humanos fundamentais na China'. Como foi condenado, em 2009, a 11 anos de prisão por subversão por ter escrito um manifesto em 2008 pedindo liberdade de expressão e eleições multipartidárias na China, ele não pôde comparecer à cerimônia AFP Mais

2009 - Barack Obama (EUA) - O então presidente norte-americano, em seu primeiro ano de governo, foi escolhido pelas ideias e "boas intenções" para reforçar o papel da diplomacia internacional e a cooperação entre os povos John McConnico/Reuters Mais

2008 - Martti Ahtisaari (Finlândia) - O finlandês foi premiado pela sua contribuição para a solução de conflitos internacionais em diversos continentes, durante mais de três décadas. Ahtisaari protagonizou uma longa lista de mediações bem-sucedidas, que incluem o processo de independência da Namíbia, concluído em 1990, e o fim do conflito armado de Aceh (Indonésia). Ahtisaari também foi diplomata no Iraque, na Irlanda do Norte, na antiga Iugoslávia, na Ásia Central e no Chifre da África John McConnico/AP Mais

2007 - Al Gore (EUA) e Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas - O político norte-americano e a organização científico-política criada em 1988 receberam o prêmio devido aos esforços na obtenção e disseminação de conclusões sobre as mudanças climáticas causadas pelos seres humanos, bem como pelo estabelecimento de procedimentos necessários para reação a tais mudanças John McConnico/AP Mais

2006 - Muhammad Yunus (Bangladesh) e Grameen Bank - O professor bengalês recebeu o prêmio por seus esforços em promover o desenvolvimento econômico e social das classes desfavorecidas. Ele é o criador do Grameen Bank, primeiro banco do mundo especializado em microcrédito Reuters Mais

2005 - Mohamed ElBaradei (Egito) e Agência Internacional de Energia Atómica - Diretor da AEIA (Agência Internacional de Energia Atómica), agência nuclear da ONU, o egípcio foi premiado por seus esforços no combate ao uso militar da energia nuclear e por buscar a utilização deste tipo de energia da maneira mais segura possível e com fins pacíficos Jarl Fr. Erichsen/AFP Mais

2004 - Wangari Maathai (Quênia) - Ambientalista e ativista dos direitos humanos queniana. O Comitê Nobel de Oslo destacou sua posição "à frente da luta para promover um desenvolvimento ecológico, que seja viável socialmente, economicamente e culturalmente, no Quênia e na África". Wangari morreu em setembro de 2011, aos 71 anos, após uma longa luta contra um câncer de ovário EFE Mais

2003 - Shirin Ebadi (Irã) - Ativista dos direitos humanos, especialmente os direitos das mulheres. Foi a primeira pessoa do Irã e a primeira mulher de um país islâmico a receber o Nobel da Paz Michael Leckel/Reuters Mais

2002 - Jimmy Carter (EUA) - O ex-presidente americano foi premiado "por seus esforços incansáveis" em favor da resolução pacífica dos conflitos e por sua moderação frente à questão iraquiana Dave Caulkin/AP Mais

2001 - Kofi Annan (Gana) e ONU (EUA) - Ex-secretário-geral da ONU, foi escolhido, em conjunto com a própria ONU, pela dedicação a um mundo melhor organizado e mais pacífico Heiko Junge/AP Mais

2000 - Kim Dae-Jung (Coreia do Sul) - Ex-presidente da Coreia do Sul, recebeu o Nobel da Paz por seu trabalho pela democracia e pelos direitos humanos. A premiação se deu especialmente por conta de sua busca pela paz e pela reconciliação das duas Coreias. Morreu em 2009, aos 83 anos, em decorrência de uma pneumonia Cornelius Poppe,/AP Mais

1999 - Médicos Sem Fronteiras (França) - A organização foi reconhecida pelo seu pioneiro trabalho humanitário em diversas regiões em conflito AP Mais

1998 - David Trimble e John Hume (Irlanda do Norte) - A dupla foi escolhida pelos esforços em buscar a paz no conflito na Irlanda do Norte AP Mais

1997 - Jody Williams (EUA) e Campanha Internacional para a Eliminação de Minas - A ativista foi premiada pelo seu trabalho em defesa da proibição do uso de minas antipessoais Reuters Mais

1996 - Carlos Filipe Ximenes Belo e José Ramos-Horta (Timor Leste) - Premiados pelo trabalho em busca de uma solução justa e pacífica para o conflito em Timor-Leste Reuters Mais

1995 - Józef Rotblat (Polônia) e Conferências Pugwash sobre Ciência e Negócios Mundiais - O polonês e a organização foram premiados por conta da luta contra os armamentos nucleares. Morreu em 2005, aos 96 anos Bjoern Sigurdsoen/AP Mais

1994 - Yasser Arafat (Palestina), Shimon Peres (Israel), Yitzhak Rabin (Israel) - Premiados por concluírem os Acordos de Paz de Oslo. Os acordos entre o governo israelense e a OLP (Organização para a Libertação da Palestina), mediados pelo presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, visavam o término dos conflitos entre os dois povos. Rabin morreu em 1995, Arafat em 2004 e Perez em 2016 AP Mais

1993 - Nelson Mandela e Frederik Willem de Klerk (África do Sul) - O então presidente sul-africano Frederik Willem de Klerk, último branco a ocupar o cargo, e seu sucessor, Nelson Mandela, foram premiados pelos esforços para por fim, de forma pacífica, ao regime do apartheid no país e por estabelecerem os princípios para uma nova África do Sul democrática. Mandela morreu em 2013, aos 95 anos de idade AP Mais

1992 - Rigoberta Menchú Tum (Guatemala) - Recebeu o Nobel pela sua campanha pelos direitos humanos, especialmente a favor dos povos indígenas Reuters Mais

1991 - Aung San Suu Kyi (Mianmar) - Ativista dos direitos humanos. Depois de passar anos presa, foi libertada em novembro de 2010. Ela pôde aceitar o prêmio apenas em 2012. Em 2017, à frente do governo do país, Suu Kyi foi duramente criticada pela omissão no caso de limpeza étnica promovido pela maioria budista do país contra a minoria muçulmana rohingya. Foi feita, inclusive, uma petição para a cassação de seu Nobel Nyein Chan Naing/EFE Mais

1990 - Mikhail Gorbachev (União Soviética) - Pela sua contribuição para o fim da Guerra Fria Alexander Zemlianichenko/AP Mais

1989 - Dalai Lama (Tibete/China) - O prêmio foi concedido pelos esforços do líder espiritual e político tibetano pela libertação da região junto à China por meio da paz Ann Heisenfelt/AP Mais

1988 - Forças de Paz das Nações Unidas - Por contribuírem para reduzir tensões em regiões onde a paz ainda não foi estabelecida. Na foto, soldados brasileiros rumo ao Haiti, onde o Brasil coordena missão desde 2004 Sergio Moraes/Reuters Mais

1987 - Oscar Arias Sánchez (Costa Rica) - Então presidente da Costa Rica, foi premiado por seu trabalho pela paz na América Central Tomas Bravo/Reuters Mais

1986 - Elie Wiesel (Romênia) - Pelo resgate da memória do Holocausto em sua obra literária. Wiesel morreu em 2016, aos 87 anos Mary Altaffer/AP Mais

1985 - Médicos Internacionais para a Prevenção da Guerra Nuclear (EUA) - O cirurgião russo Yevgeny Chazov (foto) foi um dos que discursou em nome da organização premiada por difundir informação e criar uma consciência sobre as consequências catastróficas de uma guerra atômica Viktor Korotayev/Reuters Mais

1984 - Desmond Tutu (África do Sul) - Por sua liderança na campanha pelo fim do apartheid na África do Sul Daniel Berehulak/Getty Images/AFP Mais

1983 - Lech Walesa (Polônia) - Então líder sindical, foi premiado pela luta a favor dos direitos dos trabalhadores e contra a opressão do regime comunista polonês Janek Skarzynski/AFP Mais

1982 - Alva Myrdal (Suécia) e Alfonso García Robles (México) - O mexicano foi laureado por conta de sua atuação nas negociações de desarmamento no âmbito das Nações Unidas, especialmente no Tratado de Tlatelolco, que levou a América Latina a ser declarada zona desnuclearizada, em 1967. A sueca também foi lembrada pelo comprometimento com a causa do desarmamento nuclear. Robles morreu em 1991, cinco anos depois de Myrdal NobelPrize.org Mais

1981 - Acnur (Alto Comissariado da ONU para Refugiados) - Pelo trabalho realizado na crise de refugiados do Vietnã. O prêmio foi entregue a Poul Hartling (foto), que comandava a agência à época UNHCR Mais

1980 - Adolfo Pérez Esquivel (Argentina) - O arquiteto, escultor e ativista foi premiado por sua luta pelos direitos humanos durante o regime militar na Argentina Sérgio Lima/Folhapress Mais

Conheça os vencedores do Prêmio Nobel da Paz desde 1980

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