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    • Venezuela [5619]; América Latina [13525];
    • Crise econômica [11908]; Internacional [35978];
Fotos

O aumento dos preços e a escassez de produtos na Venezuela estão fazendo com que muitas famílias enfrentem longas filas para conseguir pouca comida nos supermercados. O desabastecimento atinge níveis recordes desde novembro devido ao agravamento das crises econômica e política. No comércio, a população ainda tem de enfrentar saques e pancadaria. Confira a seguir os produtos que estão fazendo parte das refeições das famílias venezuelanas Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

"Com o dinheiro que gastávamos no café da manhã, almoço e jantar, só conseguimos comprar agora o café. E não é um de boa qualidade", comenta a dona de casa Alida Gonzalez (segunda à dir.), 65. A família de cinco membros está pulando uma refeição por dia e depende cada vez mais de amido para compensar a falta de produtos ricos em proteínas, que são muito caros ou estão indisponíveis. Num dia recente, eles só tinham meio quilo de frango, quatro bananas, um pouco de óleo de cozinha, um pacote pequeno de arroz e uma manga Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

Liliana Tovar (segunda à esq.) mostra o que estava disponível na casa de sua família. "Estamos comendo pior do que antes. Se tomamos café da manhã, não almoçamos. Se almoçamos, não jantamos. Se jantamos, não tomamos café da manhã", disse. Na foto, Liliana está acompanhada por Yusdeilys Gonzalez, Elpidia Rivas e Valeria Lugo (esq. para a dir.) Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

O pouco que havia na casa de Rosa Elaisa Landaez, que mora em Caracas, era macarrão, farinha de milho e óleo de soja. "Estamos comendo muito mal. Por exemplo, se temos farinha, comemos arepas [prato tradicional da Venezuela] o dia todo. Se temos dinheiro, não conseguimos encontrar comida e, se encontramos, não temos dinheiro", disse. Na foto, ela posa com os filhos Albert Perez, Abel Perez e Yeiderlin Gomez (esq. para a dir.) Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

O casal Ciliberto Paez e Consuelo Machado mostra toda a comida que tinham em sua casa em Caracas, capital da Venezuela. "Antes, podíamos comprar o que queríamos a qualquer momento, agora você só pode comprar o que te vendem", comenta Paez Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

"Estamos comendo menos porque não conseguimos achar os produtos e quando eles aparecem, as filas são infernais e não conseguimos comprar. Ultimamente não estamos fazendo três refeições, apenas duas", comenta Victora Mata (segunda à dir.). Além dela, moram na casa Naibeth Pereira, Sebastian, Delis Pereira, Wenderly e Denis Pereira (esq. para a dir.) Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

Antonio Marquez e a mulher Maria de Marquez na casa deles em Caracas, na Venezuela. "Estamos comendo menos, porque fomos nos limitando. Costumávamos a ter a geladeira cheia, mas não é o que acontece agora", afirma Antonio Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

A família de Lender Perez é composta por ele, sua mulher Isamar Ramirez e as filhas Lismar (à esq.) e Lucia. "Estamos há 15 dias comendo pão com queijo ou arepa [comida típida da Venezuela] com queijo. Estamos nos alimentando pior do que antes porque não conseguimos encontrar comida e o que encontramos não conseguimos pagar", disse Perez Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

"Nos dias de hoje, comer é artigo de luxo. Antes nós conseguíamos juntar dinheiro e comprar roupas, agora tudo vai para a comida", diz Yaneidy Guzman, que vive com as filhas Esneidy Ramirez (à esq.), Fabiana Perez (a maior) e Steffany Perez Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

"Comemos hoje, mas não sabemos se iremos comer amanhã. Estamos mal, nunca pensei que poderíamos chegar a esse ponto", comenta Francisca Landaeta (à dir.). Na foto, ela posa com os parentes Luisa Gomez, Gabriel Castillo, Kerlin Garrido e Antony Arias (esq. para a dir.) Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

"Estou comendo bem menos e comendo em excesso determinados produtos que eu não deveria estar comendo", diz Antonia Torres, que vive em Caracas, capital da Venezuela Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

"Você tem que acordar às 5h da manhã para poder pegar aquelas filas intermináveis. Consegue entrar no mercado às 15h, mas o que vê são pequenos sacos de farinha ou um pouco de manteiga", afirma o motorista de táxi Jhonny Mendez (segundo à esq.). Ele mora com a mulher Leida Bolivar e os filhos Yoelver e Yorver Barreto (esq. para a dir.). Além deles, Yoalvier Barreto, que não está na foto Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

"Estamos comendo muito mal. Não tem jeito de ter uma alimentação balanceada. Se almoçamos, não jantamos. Se jantamos, não tomamos café da manhã", diz Duglas Sanchez, que mora em Caracas, na Venezuela Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

"Antigamente, conseguíamos comprar comida para 15 dias, agora só conseguimos suprir nossas necessidades por um dia", avalia Romulo Bonalde, que vive com a mulher Maria de Bonalde Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

"Somos uma família grande e é muito mais difícil para nós conseguirmos comer adequadamente", afirma Ricardo Mendez (segundo à esq.). Na foto, ele aparece com a família, composta por Raymari Guerra, Natalia Guerra, Ricardo Mendez, Dayana Mendez, Antonela Mendez, Yolimar Vetancourt e Liz Torres (esq. para a dir.) Carlos Garcia Rawlins/Reuters Mais

Crise econômica causa escassez de alimentos na Venezuela

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