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12/06/2006 - 23h37

EUA negam que suicídios sejam 'publicidade'

da BBC, em Londres
O Departamento de Estado americano se distanciou dos comentários feitos por uma autoridade dos Estados Unidos afirmando que o suicídio triplo na prisão militar de Guantánamo, em Cuba, havia sido "uma boa medida de relações públicas para atrair atenção".
Colleen Graffy, a subsecretária de Estado, disse à BBC que as mortes eram parte de uma estratégia e uma "tática para ampliar da causa da jihad", mas acrescentou que o suicídio não era necessário.

Os comentários de Graffy geraram indignação de grupos de direitos humanos e autoridades européias.



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