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30/04/2007 - 21h39

Ministro do Planejamento não vê risco em queda do superávit

Bruno Garcez
Enviado especial a Nova York
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta segunda-feira que a queda do superávit primário no mês de março não representa um risco para o desempenho fiscal deste ano.

O Banco Central informou nesta segunda-feira que o superávit primário do setor público consolidado no Brasil caiu para R$ 7,14 bilhões em março.

A cifra ficou muito aquém da registrada em março de 2006, que foi de R$ 13,19 bilhões.

Na opinião de Paulo Bernardo, "nós temos uma meta de superávit para o ano e não há nenhuma dúvida, nenhum tipo de problema que ameace o cumprimento desse superávit".

Os comentários de Paulo Bernardo foram feitos em Nova York, durante o Fórum de Desenvolvimento Sustentável, realizado pela ONG Associação das Nações Unidas-Brasil. O evento contou com a presença de inúmeros políticos brasileiros, entre eles o senador e ex-presidente José Sarney, e os governadores de Minas Gerais, Aécio Neves, Mato Grosso, Blairo Maggi, e Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

Controlado
No entender do ministro, "o que pode ter havido é uma diferença entre uma projeção em relação ao que o mercado esperva e o resultado do mês, mas está absolutamente controlado".

"Aliás, temos sofrido críticas porque não temos conseguido avançar nos projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), isto é, poderíamos ter feito um superávit até menor se tivéssemos conseguido executar os nossos programas."

De acordo com o ministro, o superávit está atualmente com um índice acima da média mensal desejada pelo governo.

Mas ele acrescentou que até o final de 2007, o governo pretende atingir a meta programada de R$ 95 bilhões, incluindo as cifras de Estados e municípios.

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