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18/02/2009 - 10h00

Promotoria suíça indicia brasileira e proíbe sua saída do país

Entenda o caso

  • Divulgação

    A advogada brasileira Paula Oliveira, 26, afirma que foi atacada no último dia 9 por três neonazistas, que teriam escrito siglas de extrema-direita em sua barriga com instrumentos de corte (imagem abaixo). Paula também alega ter sofrido um aborto como consequência do ataque. Suíça aponta que ela não estava grávida e indicia a brasileira por "induzir autoridades ao erro"

A advogada brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, foi indiciada pela promotoria pública de Justiça de Zurique "por suspeita de induzir as autoridades ao erro", segundo um comunicado divulgado nesta quarta-feira pelo órgão.

A promotoria também proibiu que ela deixasse a Suíça, suspendendo a utilização de seu passaporte.

"Esta medida garante que a mulher permaneça na Suíça o tempo que sua presença for necessária para o inquérito e todas as providências da investigação tiverem sido tomadas", afirma o comunicado.

Paula foi indiciada na terça-feira, dia 17, quando também foi solicitada a indicação de um advogado pelo Estado para defendê-la.

Na semana passada, a brasileira disse à polícia que foi agredida por um grupo de três neonazistas, que teriam feito cortes em seu abdômen e provocado o aborto de dois bebês.

Um legista do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, entretanto, afirmou, depois de analisar exames feitos na brasileira, que ela não tinha estado grávida e que ela mesma poderia ter feito os ferimentos em seu corpo.

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