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03/03/2009 - 06h47

Ataque contra seleção de críquete mata cinco policiais no Paquistão

Cinco policiais foram mortos em Lahore, no Paquistão, quando um grupo de atiradores abriu fogo contra um ônibus que transportava a seleção de críquete do Sri Lanka. Dois jogadores foram levados para o hospital e outros quatro tiveram ferimentos leves, incluindo o técnico assistente, Paul Farbrace.

Segundo a polícia paquistanesa, o ônibus circulava pelo centro de Lahore com destino ao estádio Gaddafi, onde a equipe jogaria uma partida, quando foi atacado por 12 homens munidos com granadas e armas pesadas.

Testemunhas relataram ter ouvido grandes explosões e barulho de tiros. "Os jogadores estão chocados. Eles nunca passaram por uma situação como essa antes", disse o ex-jogador da seleção de críquete do Sri Lanka Sanath Jayasuriya a um canal de televisão indiano.

O presidente do Sri Lanka, Mahinda Rajapkase, condenou o que chamou de "ataque terrorista covarde" e ordenou a retirada imediata dos jogadores do estádio Gaddafi, para onde tinham sido levados após o atentado. O Paquistão está engajado em uma luta contra insurgentes islâmicos desde os ataques em Mumbai, na Índia, em novembro, em que 195 pessoas morreram.

Os atentados teriam sido praticados por militantes islâmicos baseados no Paquistão.

Comentaristas dizem que o incidente é um baque para a prática do esporte mais popular do país.

Após os ataques de Mumbai, a seleção de críquete da Índia recusou um convite para jogar no Paquistão. No mês passado, o Conselho de Internacional de Críquete, o órgão do governo paquistanês que regula o esporte, decidiu cancelar um campeonato por questões de segurança.

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