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14/01/2010 - 11h41

Número de militares brasileiros mortos no Haiti chega a 14

O número de militares brasileiros mortos no terremoto que atingiu o Haiti na terça-feira subiu para 14 de acordo com informações do Ministério da Defesa.

Dez destes militares são do 5º Batalhão de Infantaria Leve, com sede na cidade de Lorena. Dois são de um batalhão sediado em São Vicente, um, de Lins e outro de Brasília.

Outros quatro militares brasileiros continuam desaparecidos e outros 14 estão feridos. Entre os feridos, dois serão mandados de volta para o Brasil e dois foram internados na República Dominicana.

Além dos 14 militares brasileiros mortos pelo terremoto, a fundadora da Pastoral Criança, Zilda Arns, também morreu em Porto Príncipe.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, chegou ao Haiti no final da noite de quarta-feira para acompanhar a situação no país depois do terremoto.

Jobim está coordenando os trabalhos da missão brasileira no Haiti e vai detalhar nesta quinta-feira os primeiros procedimentos que já foram acertados em uma reunião na noite de quarta-feira com o comandante militar da missão da ONU, o general Floriano Peixoto Vieira.

De volta ao Brasil O corpo da coordenadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns, será levado de volta ao Brasil em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) ainda nesta quinta-feira.

Zilda Arns foi atingida pelo desabamento de uma escola na qual fazia uma palestra para padres e seminaristas. O Haiti seria o 11º país a receber a Pastoral da Criança e os padres e seminaristas que participavam da palestra iriam abrir suas igrejas para o trabalho da pastoral.

Segundo as primeiras informações a respeito da morte de Zilda Arns, divulgadas na quarta-feira, a coordenadora da Pastoral da Criança teria morrido enquanto caminhava pela rua em Porto Príncipe.

Cerca de 40 pessoas, entre médicos da Aeronáutica brasileira e voluntários vão embarcar para Porto Príncipe para trabalhar no hospital de campanha que o governo brasileiro vai montar na capital haitiana, para ajudar no atendimento dos feridos.

Os três principais hospitais da cidade desabaram devido ao terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu o país na terça-feira.

Além do hospital de campanha, o governo brasileiro também deve enviar ao Haiti kits com medicamentos e ambulâncias para o resgate.

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