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27/02/2010 - 21h27

Obama pede que americanos encontros 'pontos em comum' para saúde

Dois dias depois de uma reunião que terminou em impasse para discutir a reforma no sistema de saúde do país, o presidente americano, Barack Obama, pediu que os americanos encontrem pontos em comum para que as reformas avancem.

Obama comandou uma reunião em Washington que durou o dia inteiro na quinta-feira, transmitida pela televisão, entre congressistas democratas e republicanos que terminou sem um acordo para encerrar o impasse entre os dois partidos.

Em seu pronunciamento semanal no rádio, Obama afirmou que é o momento de deixar de lado as disputas que bloqueiam o progresso para o povo americano.

"Logo depois da reunião de quinta-feira, eu disse que quero progredir com os membros dos dois partidos na questão da saúde - se o outro lado levar a sério a resolução de nossas diferenças e fizer isso." "Dezenas de milhões de homens e mulheres que não podem pagar um plano de saúde não podem esperar que outra geração passe. Pequenas empresas não podem esperar. Americanos com doenças já existentes não podem esperar. Orçamentos estaduais e federais não podem aguentar o aumento destes custos", afirmou.

Cobertura O presidente e seus aliados querem expandir a cobertura de planos de saúde para incluir milhões de americanos que não podem pagar por estes planos.

Republicanos afirmam que os planos do presidente não são aceitáveis e pediram um novo começo nas negociações.

Em seu pronunciamento no rádio, Obama afirmou que "é o momento de nos unir, é a hora para agirmos".

"É a hora de nós em Washington encararmos nossas responsabilidades com o povo americano e as futuras gerações. Então vamos fazer isto", disse.

A reforma do sistema de saúde foi uma das promessas de campanha do democrata e é considerada uma das prioridades de seu governo. No entanto, até agora Obama não conseguiu a aprovação.

No final de 2009, a Câmara dos Representantes e o Senado aprovaram versões diferentes da proposta de reforma de Obama.

Agora, os congressistas americanos precisam unificar as duas versões, criando um texto único que possa ser enviado para a assinatura do presidente Barack Obama.

Mas, em janeiro, os democratas perderam um assento no Senado para o republicano Scott Brown, do Estado de Massachusetts. Com isso, o partido do presidente Obama perdeu a maioria de 60 assentos no Senado, que facilitaria a aprovação da reforma.

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