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06/03/2010 - 12h17

ONU avalia estragos causados pelo terremoto no Chile

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, visita neste sábado Concepción, a zona mais castigada pelo terremoto que atingiu o Chile há uma semana.

Dezenas de tremores secundários vêm assustando a população, e começam a se notar divisão política e descrédito no governo.

O diretor do Serviço Hidrográfico e Oceanográfico (SHOA), Mariano Rojas, foi demitido na sexta-feira pela Marinha chilena, por causa da falta de um alerta mais cedo sobre o risco de tsunami.

A enviada especial da BBC Mundo à região, Valeria Perasso, afirma que o governo da presidente Michelle Bachelet vem sendo duramente criticado por sua "lenta reação" à catástrofe.

Ban Ki-moon, que chegou ao Chile na sexta-feira, quer avaliar em primeira mão os efeitos causados pelo tremor, sobretudo nas regiões de Maule e BíoBío, da qual Concepción é a capital.

Chile ajuda Chile Enquanto isso, as redes de televisão continuam transmitindo os dois dias da campanha "Chile ajuda Chile".

A campanha está sendo realizada no teatro Teletón, de Santiago, e tem como objetivo arrecadar US$ 30 milhões (R$ 54 milhões) para ajudar na reconstrução do país.

"Vamos fazê-lo juntos, o governo e o Teletón, e com o apoio dos chilenos e dos artistas internacionais, esperamos arrecadar 15 bilhões de pesos (US$ 30 milhões) para construir 30 mil moradias", disse a presidente do Chile, Michelle Bachelet.

A maratona televisiva conta com 10 mil voluntários em 400 locais do país para tentar atingir a meta de arrecadação.

A partir da meia-noite de domingo, o Chile entra em luto oficial por três dias em homenagem às vítimas do terremoto.

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