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22/04/2010 - 19h38

Arsenal nuclear esquenta candidatos em 2º debate na Gra-Bretanha

O futuro do arsenal britânico esquentou o debate entre os três principais candidatos que disputam o posto de próximo primeiro-ministro do país, nesta quinta-feira, durante o segundo encontro televisionado para as eleições de 6 de maio.

O atual premiê, o trabalhista Gordon Brown, criticou o liberal democrata, Nick Clegg, acusando-o de ser "um risco para a nossa segurança com sua política para as armas nucleares".

"Tenho que lidar com essas decisões diariamente e digo a você, Nick (Clegg): Caia na real. Caia na real. Você diz que o Irã pode ser capaz de adquirir armas nucleares e você não agiria contra eles", disse Brown.

"Mas você diz que devemos desistir de nossos submarinos Trident (sistema de mísseis). Caia na real sobre os perigos que enfrentaremos se tivermos Irã e Coreia do Norte (como nações com armas nucleares)." Ataques Nick Clegg havia dito pouco antes não acreditar "que seja certo fazer o que Gordon Brown e David Cameron querem, que é se comprometer agora a gastar até 100 bilhões de libras renovando da mesma forma o velho sistema de mísseis nucleares Trident".

Já o conservador David Cameron defendeu a manutenção do arsenal nuclear.

"Acredito profundamente que estamos mais seguros tendo armas nucleares em um mundo incerto e pouco seguro, um substituto adequado para o Trident. Nós simplesmente não sabemos como será o mundo dentro de 40 anos".

O tema do debate foi a política externa, ao contrário do primeiro, realizado dia 15 de abril que focou na política doméstica. O último, dia 29 de abril, deve tratar de questões econômicas.

Gordon Brown acusou o conservador David Cameron de ser "antieuropeu" e Clegg de ser "antiamericano".

Algumas pesquisas de opinião pública indicam que os liberais democratas estariam à frente dos trabalhistas e conquistando votos de conservadores após o debate da semana passada. Outras pesquisas colocam os liberais democratas em primeiro lugar.

As pesquisas aumentaram as especulações de que as eleições de 6 de maio resultarão em um parlamento dividido, sem que um único partido conquiste sozinho a maioria.

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