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04/05/2010 - 02h50

Polícia dos EUA prende suspeito por carro-bomba em Nova York

Fontes da polícia americana informaram ter prendido um suspeito na investigação sobre o carro-bomba desativado no sábado nas proximidades da Times Square, no coração de Nova York.

Segundo informações da imprensa americana, não confirmadas pela polícia, o homem é um cidadão americano de origem paquistanesa que recentemente comprou em o carro usado no frustrado ataque.

A agência de notícias Associated Press afirmou que o suspeito foi identificado no aeroporto internacional de John F. Kennedy, que serve Nova York, prestes a embarcar para Dubai.

O suspeito teria retornado de uma viagem ao Paquistão recentemente e comprado, em dinheiro vivo, a caminhonete Nissan Pathfinder usado na tentativa de ataque.

Segundo a polícia, o carro foi adquirido há cerca de três semanas de um dono em Connecticut sem que fosse feita a atualização do nome do proprietário.

No fim de semana, a polícia descobriu que as placas do carro não batiam com o número do chassi.

O veículo foi deixado na altura da rua 45, em uma das regiões turísticas mais movimentadas da ilha de Manhattan, no sábado.

O artefato, feito com fertilizantes, fogos de artifícios, gasolina e gás propano, foi descrito como "amador", mas segundo as autoridades, tinha o potencial de causar um incidente "mortal".

Alertada por um vendedor de rua, a polícia desativou o carro-bomba e realizou uma detonação controlada.

O correspondente da BBC em Washington Steve Kingstone disse que o caso, tratado até agora como um evento isolado, tomou uma "direção internacional" com os novos eventos.

Uma força conjunta antiterrorismo, que inclui oficiais do Departamento de Justiça e do FBI, a polícia federal americana, está agora analisando as ligações telefônicas feitas pelo homem.

Logo após o atentado, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, e a secretária americana de Segurança Interna, Janet Napolitano, insistiram que não havia evidências de que a tentativa de atentado tenha ligação com alguma grande rede extremista, como a Al Qaeda ou o Talebã.

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