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20/05/2010 - 08h18

Obras primas estimadas em R$ 1 bilhão são furtadas em Paris

Cinco quadros de grandes mestres da pintura, entre eles Picasso e Matisse, foram furtados do Museu de Arte Moderna de Paris na madrugada desta quinta-feira. O valor das obras é estimado em 500 milhões de euros (cerca de R$ 1,1 bilhão).

Segundo fontes ligadas à investigação, citadas pela imprensa francesa, telas de Picasso, Modigliani, Matisse, Braque e Fernand Léger foram furtadas.

O furto foi constatado pouco antes das 7h da manhã no horário local (2h em Brasília), antes da abertura do museu, no conhecido Centro Pompidou, no oeste da capital francesa.

As obras desaparecidas são Le Pigeon aux petits pois ("O Pombo e as Ervilhas", em tradução livre), de Picasso, La Pastorale ("A Pastoral"), de Henri Matisse, L'Olivier près de l'Estaque ("A Oliveira próxima a Estaque"), de Georges Braque, La Femme à l'éventail ("A Mulher com leque"), de Modigliani e Nature morte aux chandeliers ("Natureza morta com candelabros"), de Fernand Léger.

Imagens gravadas por uma câmera de segurança do museu revelaram que uma pessoa entrou no prédio por uma das janelas.

Responsáveis do Museu de Arte Moderna constataram que o vidro de uma das janelas havia sido cortado e que o cadeado de um portão que dava acesso ao local havia sido quebrado.

Uma unidade especial da polícia está investigando o caso.

Furtos de quadros pertencentes a museus e também a colecionadores particulares têm ocorrido com uma certa frequência na França. Em dezembro passado, a tela As Coristas, de Degas, foi furtada do Museu Cantini, em Marselha.

A obra, que pertencia ao Musée d'Orsay, em Paris, havia sido emprestada ao museu do sul da França para uma exposição.

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