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23/08/2010 - 12h38

Britânico admite ter assassinado a mãe de 100 anos a facadas

Um britânico de 62 anos admitiu ter matado a mãe de 100 a facadas durante uma crise de depressão.

O taxista Michael Fitzgibbon está sendo julgado por um tribunal em Londres.

Sua mãe, Hannah Fitzgibbon, morreu em fevereiro em consequência de ferimentos no pescoço na casa em que os dois viviam em Stepney, no leste de Londres.

Segundo seu relato à corte, Fitzgibbon esfaqueou a mãe e depois disse ao seu irmão: "Eu fiquei maluco".

Ele negou ter tido a intenção de matar a mãe. A promotoria aceitou a tese de homicídio culposo (sem a intenção), sob o argumento de que ele sofria de problemas psiquiátricos.

Um laudo formulado por psiquiatras concluiu que Fitzgibbon sofria de depressão de "gravidade moderada" e de sintomas iniciais de Mal de Parkinson.

Saúde deteriorando "Isso (o crime) ocorreu em um momento no qual parece que de fato a saúde do próprio réu estava se deteriorando mais rapidamente do que a de sua mãe", afirmou o promotor Crispin Aylett.

Segundo o promotor, a condição de Fitzgibbon não havia sido diagnosticada na ocasião do assassinato, apesar de "alguns dos sintomas já serem aparentes para familiares e amigos".

"Nem psiquiatras nem ninguém poderia pensar em qualquer explicação racional sobre por que o réu poderia ter matado sua mãe a não ser a explicação dada pelo próprio réu logo depois do crime", disse Aylett.

"Ele disse ao seu irmão ao telefone, e depois à polícia: 'Eu fiquei maluco'." Fitzgibbon deve receber sua sentença no dia 13 de setembro.

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