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10/09/2010 - 18h34

Japão tem mais de 230 mil 'desaparecidos' com mais de cem anos

Mais de 230 mil japoneses que teriam mais de cem anos de idade, se vivos, não puderam ser encontrados em um levantamento recente, segundo autoridades do país. O ministério da Justiça afirmou que 234.354 pessoas registradas como tendo mais de cem anos não foram encontradas nos endereços registrados pelo governo.

O governo diz acreditar que boa parte dos desaparecidos pode ter morrido na Segunda Guerra Mundial ou emigrado logo após o conflito.

Existia uma grande falta de rigor nos registros oficiais naquela época.

Levantamento Em agosto a imprensa japonesa noticiou a existência de um esquema para fraudar a previdência, com parentes recebendo aposentadorias de idosos já falecidos.

O governo então admitiu não saber ao certo quantos de seus cidadãos com mais de cem anos de idade ainda estariam vivos e anunciou o levantamento.

A contagem feita em fins de agosto revelou que a capital, Tóquio, tem o maior número de centenários desaparecidos, 22.877.

Cada uma das prefeituras de Osaka, Fukuoka, Okinawa e Hyogo tem mais de 10 mil pessoas com mais de cem anos que não puderam ser encontradas.

A lista inclui mais de 77 mil pessoas com mais de 120 anos e 884 que teriam mais de 150 anos.

O ministério da Justiça determinou que as pessoas com mais de 120 anos que não tiverem seus endereços confirmados devem ser consideradas falecidas.

A expectativa de vida no Japão é a maior do mundo, com 86,44 anos para mulheres e 79,59 para homens.

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