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21/12/2007 - 07h52

Furto no Masp expõe condições 'nefastas' de segurança, diz jornal

Uma reportagem do jornal espanhol El Mundo afirma que o furto dos quadros de Picasso e Portinari do Museu de Arte de São Paulo (Masp) expõe condições de segurança "nefastas" nos museus latino-americanos.

A reportagem repercute a ação criminosa em que ladrões levaram do museu as pinturas Retrato de Suzanne Bloch, da chamada 'fase azul' de Pablo Picasso, e O lavrador de café, de Portinari.

Para o El Mundo, o furto "volta a colocar em evidência as nefastas condições de segurança nos museus latino-americanos, em especial os brasileiros".

"Uma questão que é, em realidade, extensão do grave problema que representam no país as ações criminosas."

A reportagem lembra que em outubro o Masp já havia sido alvo de uma tentativa de furto. Em novembro, uma coleção de moedas raras do Museu do Ipiranga foi roubada, sublinha o jornal.

Outros jornais

O episódio também foi parar nas páginas de outros jornais europeus, americanos e sul-americanos.

O argentino La Nación diz que "todos os olhares estão postos no sistema de segurança do museu, sobre cujo funcionamento houve contradições nos primeiros interrogatórios dos vigilantes".

"O Masp, um impressionante edifício modernista inaugurado em 1968, está localizado em pleno centro financeiro da cidade, na Avenida Paulista, uma das áreas mais vigiadas do país", diz o diário argentino.

Já o britânico The Guardian destaca que a ação foi planejada "nos mínimos detalhes", e que a polícia não descarta a possibilidade de ter havido colaboração de pessoas do próprio museu.

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