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Pâmella Gomes se inspira em Sabrina Sato para jornada tripla no Carnaval

Pâmella Gomes enfrentará jornada tripla no Carnaval de 2019 - Instagram/Reprodução
Pâmella Gomes enfrentará jornada tripla no Carnaval de 2019 Imagem: Instagram/Reprodução

Olívia Dantas

Colaboração para o UOL

21/12/2018 04h00

A jornada de Pâmella Gomes no Carnaval 2019 será tripla, e ela pretende estar com a barriga sequinha para brilhar nas avenidas do Rio de Janeiro, São Paulo e Santos. A integrante do time de bailarinas do Faustão desfila desde os 4 anos e conta que tem como inspiração o corpo de Sabrina Sato. "Gosto de deixar a barriga mais chapadinha, os braços e pernas desenhados. Tenho como exemplo o corpo de Sabrina Sato, é uma proposta que eu gosto", conta ao UOL.

Além de musa da carioca Imperatriz Leopoldinense e rainha de bateria da Sangue Jovem, do litoral paulista, pelo segundo ano consecutivo, Pâmella tem o posto absoluto à frente dos ritmistas da Tom Maior, escola de samba em que foi nascida e criada. Aos 27 anos, ela desfila há 13 e conta com a família inteira ao seu lado na agremiação.

"Sou nascida e criada no samba, filha de sambistas. Meus pais, Jairo e Simone, são o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Tom Maior. A minha avó Duda sai na velha guarda. A minha tia Andrea é madrinha de bateria, vem ao meu lado. Meu tio Carlão é o mestre de bateria, e os meus primos João Victor e Pedro Henrique tocam na bateria também. Meu irmão vem saindo há uns dois anos", enumera.

No Rio de Janeiro e em Santos ela desfilará pela segunda vez. Para dar conta de tudo, o corpo recebe doses extra de exercício e alimentação mais saudável nesta época do ano. "Da metade de dezembro pra frente eu fico 100% Carnaval. É a época em que me dedico mais ao meu corpo. Não sou uma pessoa fissurada o ano todo, nem que treina desesperadamente", pondera.

Além do físico, Pâmella defende que o posto de destaque necessita dedicação emocional à escola de samba. "É uma maratona e tanto ficar viajando pra lá e pra cá pra acompanhar os ensaios, aprender as letras dos sambas", explica.

"Eu me cobro muito porque cresci no Carnaval, sei a importância que tem, o peso da coroa de bateria. Uma rainha de bateria tem que ter humildade, amor pelo que faz. Interação com a bateria, com a comunidade, é fundamental. Estar presente ali de corpo e alma, não só por status", opina.

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