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Bloco Boca de Veludo anuncia fim de abadás visando a segurança dos foliões

Em 2018, o bloco reuniu mais de 300 mil pessoas na região do Largo da Batata - Divulgação
Em 2018, o bloco reuniu mais de 300 mil pessoas na região do Largo da Batata Imagem: Divulgação

Da Redação

11/02/2019 14h33

O bloco de música eletrônica "Boca de Veludo", que se apresenta na região do Largo da Batata, em São Paulo, anunciou o fim de seu abadá no Carnaval 2019. Os organizadores decidiram substituir a peça por doleiras personalizadas, para que os foliões possam guardar seu celular, documentos e acessórios pessoais.

"Nosso Carnaval é livre e gratuito. Com o aumento do número de foliões na cidade, e visando a segurança e conforto do público, a ideia foi trocar os abadás, que as pessoas usam apenas em um dia no bloco, e substituí-lo por doleiras personalizadas, onde os foliões possam usar no meu bloco e nos demais durante todo o período do Carnaval" disse Bruno Motta, idealizador do bloco.

Os foliões podem adquirir as doleiras personalizadas pelo site Logay por R$ 15,90.

O bloco de música eletrônica vai sair no próximo dia 24, a partir das 13h, na Avenida Faria Lima, em São Paulo, e irá até o Largo da Batata. O Trio Elétrico será comandado pelos DJs Rick Braile, Nat Valverde, Gra Ferreira e Leandro Becker.

Pelo terceiro ano consecutivo, o bloco realiza a campanha de conscientização sobre uso da camisinha e prevenção à Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis. A campanha contará, mais uma vez, com o apoio de voluntários do CRD - Centro de Referência da Diversidade, que distribuirá preservativos e informativos sobre prevenção combinada.

Neste ano, o "Boca de Veludo" também participa da campanha de Redução de Danos, que aborda assuntos voltados para minimizar as consequências do uso indevido de drogas lícitas e ilícitas. 

"Fico feliz em colocar um Bloco de Carnaval nas ruas de São Paulo, que leva alegria e diversão aos foliões e, sobretudo, traz informações e temas que deveriam ser tratados com mais seriedade pela sociedade", afirmou Bruno Motta.

Em 2018, o bloco reuniu mais de 300 mil pessoas na região do Largo da Batata.

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