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Fotos
LUZ DE RAIO-X - A imagem mostra parte do Buraco Lockman, um aglomerado de galáxias permeadas de gás quente que brilham através de raios-X. A luz lançada por algumas destas galáxias demoraria oito bilhões de anos para chegar até nós. A imagem foi captada pela sonda XMM-Newton, gerenciada pela Agência Espacial Europeia G. Hasinger/XMM-Newton/ESA

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11.dez.2015 - Cápsula de astronautas fica avariada após entrada na atmosfera e choque com o terreno no Cazaquistão. Após 141 dias no espaço, astronautas Kjell Lindgren (Estados Unidos), Oleg Kononenko (Rússia) e Kimiya Yui (Japão) retornaram bem ao planeta. Missão de resgate conseguiu localizar os três viajantes, que completaram sem ferimentos a jornada AFP

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Representação dos dez "Júpiteres quentes" estudados através de dados coletados do Hubble e do Spitzer Hubble/ESA/NASA

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11.dez.2015 - Imagem capturada pelo satélite Sentinel-2ª, da ESA (Agência Espacial Europeia), mostra os alpes Les Deux, na França, com teleféricos funcionando até 3600 m. Localizado perto da maior montanha da Europa, Mont Blanc é segunda mais antiga estância de esqui do país. A área cinza no canto superior esquerdo é a cidade de Grenoble. As cores acastanhadas representam as partes das montanhas, sem vegetação ou assentamentos. A vila de Le Bourg-d'Oisans é claramente visível no centro da imagem, com parcelas agrícolas em torno dele Copernicus Sentinel/ESA

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10.dez.2015 - Já com saudades do espaço, astronauta Kjell Lindgren postou fotos em seu Twitter de seu último dia na Estação Espacial Internacional. Imagens mostram beleza da Terra vista de cima Reprodução/Twitter

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10.dez.2015 - Fotografia impressionante do astronauta Kjell Lindgren, em seu último dia na Estação Espacial Internacional, mostra a Terra vista do Espaço. Em meio a escuridão, uma estrela ilumina parte do planeta: "aproveitem a vista", desejou, para os próximos viajantes Reprodução/Twitter

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9.dez.2015 - Astrônomos começaram a solucionar os misteriosos pontos brilhantes do planeta anão Ceres. As fotos tiradas pela sonda Dawn desde o ano passado mostraram trechos iluminados no planeta que intrigaram a comunidade científica. As primeiras pistas encontradas pela equipe é que há traços de evaporação de água na cratera iluminada e que os sinais brilhantes não têm ligação com vida alienígena - os pontos luminosos seriam contraste da escura superfície do planeta Nasa

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9.dez.2015 - Imagem obtida pelo instrumento FORS, do Very Large Telescope do ESO, instalado no Observatório do Paranal, no deserto do Atacama (Chile), mostra a galáxia NGC 5291, situada a quase 200 milhões de anos-luz de distância na constelação do Centauro. Há cerca de 360 milhões anos, ela se envolveu em uma colisão com outra galáxia, que resultou na ejeção de enormes quantidades de gás para o espaço próximo e, posteriormente, na formação de um anel em torno da galáxia. Esse material deu origem a formação estelar e a várias galáxias-anãs. Pensa-se que a Via Láctea, como todas as galáxias grandes, se formou nos primórdios do Universo a partir da fusão de várias galáxias anãs menores ESO/Divulgação

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7.dez.2015 - A Nasa (agência espacial norte-americana) revelou imagem histórica de 7 de dezembro de 1972, capturada pela tripulação da Apollo 17 a caminho da Lua. Foi a primeira foto registrada em todos os tempos da calota polar sul. Ainda é possível ver boa parte da África e da Península Árabe NASA

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5.dez.2015 - A Nasa divulgou uma nova série de fotos em alta definição de Plutão. A agência afirma que são as melhores imagens já divulgadas até o momento, revelando altas montanhas a dunas de areia e icebergs REUTERS/NASA/JHUAPL/SwRI

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Nasa publica 'melhores fotos em close-up' de Plutão REUTERS/NASA/JHUAPL/SwRI/

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25.nov.2015 - DANÇA NO ESPAÇO - Uma galáxia curiosa, oficialmente conhecida por 2MASX J16270254+4328340, foi fotografada pelo telescópio espacial Hubble fazendo a "dança da fusão galáctica". O que acontece é que a galáxia se fundiu com outra, deixando uma névoa fina feita de milhões de estrelas, que se mexem e criam uma longa cauda. O "tango gravitacional" foi registrado pelo telescópio no momento de conclusão do evento. Essa galáxia está caminhando para sua velhice, com seus dias de formação de estrelas chegando ao fim. À medida que a força da colisão das galáxias diminuir, as estrelas ficarão avermelhadas e começarão a esfriar e escurecer uma por uma ESA / Nasa/ Hubble

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17.nov.2015 - GALÁXIAS DESCOBERTAS - Uma equipe de pesquisadores localizou um grupo de galáxias gigantes que estavam escondidas entre poeira e que existem desde os primórdios do Universo. Na imagem, elas são representadas com pequenos círculos vermelhos. Usando o telescópio VISTA, do ESO (Observatório Europeu do Sul), os astrônomos analisaram desde dezembro de 2009 a mesma região do céu, buscando por essas galáxias, que são muito distantes da Terra e menos brilhantes, ficando pouco visíveis. Com o mapeamento do céu foram encontradas 547 novas galáxias massivas, a maior amostra já reunida deste tipo de galáxia. A descoberta é importante, pois contar galáxias permite que cientistas testem teorias sobre a formação e evolução galática. "Encontramos evidências das galáxias gigantes até cerca de um bilhão de anos após o Big Bang, estamos confiantes que esta é a época em que as primeiras se formaram," conclui Henry McCracken, co-autor do artigo científico que descreve os resultados ESO/ UltraVISTA

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Uma ilustração do HD 189733b, um dos exoplanetas mais estudados pelos astrônomos Universidade de Warwick

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13.nov.2015 - Imagem tirada pela sonda Curiosity, da Nasa, mostra local com uma rede de veias composta por minerais na parte de baixo da camada rochosa do Monte Sharp. A imagem é apresentada com um ajuste de cor que se aproxima ao balanceamento de branco, para assemelhar-se a forma como as rochas parecem em condições de iluminação durante o dia na Terra JPL-Caltech/Nasa/AFP

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13.nov.2015 - Cientistas da sonda New Horizons fizeram esta imagem colorida de Plutão usando uma técnica chamada análise de componentes, para destacar as muitas diferenças sutis de cor entre regiões distintas do planeta Nasa

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13.nov.2015 - Imagem capturada pelo satélite Sentinel-2A da ESA (Agência Espacial Europeia) mostra a cidade de Qingdao e seus arredores, na província de Shandong, leste da China. Devido ao instrumento de alta resolução multiespectrais do satélite, podemos distinguir claramente os barcos entrando e saindo da baía, junto com a impressionante ponte Jiaozhou Bay, de 26,7 km de comprimento, listada no Guinness como a mais longa a passar por cima da água. O Sentinel-2A registra imagens de resolução de imagem para monitorização da Terra, cobrindo vegetação, solo e cobertura de água, vias navegáveis interiores e áreas costeiras ESA

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NOVO VIZINHO ? Cientistas descobriram um exoplaneta rochoso, chamado GJ 1132b, orbitando uma pequena estrela a apenas 39 anos-luz de distância da Terra, e com tamanho semelhante ao do nosso planeta. Exoplaneta é o nome dado para os planetas que orbitam uma estrela que não seja o Sol, pertencendo então a um sistema planetário distinto do nosso. O GJ 1132b é o exoplaneta mais próximo e mais parecido com a Terra já encontrado. Ele está três vezes mais perto do nosso planeta do que qualquer outro exoplaneta e é 16% maior do que a Terra. Embora seja muito quente para ter vida, cerca de 260°C, o GJ 1132b empolga cientistas por permitir pela primeira vez estudos mais detalhados sobre tais planetas. Pelas altas temperaturas, os pesquisadores já especulam que as características dele sejam mais parecidas com as de Vênus do que com as da Terra Dana Berry/ Nasa

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10.nov.2015 - A gravidade de Marte está destruindo uma das duas luas do planeta: Fobos. Um novo estudo do Centro Goddard de Voo Espacial da Nasa mostrou que em mais alguns milhões de anos o satélite será completamente destruído. As longas e superficiais fissuras que podem ser vistas em Fobos são possíveis sinais antecipados de uma falha estrutural que terminará na sua destruição Universidade do Arizona/Nasa

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9.nov.2015 - Dois possíveis "vulcões de gelo" foram identificados na superfície de Plutão em imagens enviadas pela sonda New Horizons, que passou pelo planeta-anão em julho deste ano. As montanhas escaneadas têm alguns quilômetros de altura e dezenas de quilômetros de diâmetro. Enquanto os vulcões da Terra expelem rocha derretida, os de Plutão - se é que são de fato vulcões - liberariam um mistura gelada, parcialmente derretida, de substâncias como água, nitrogênio e metano O time responsável pela missão ainda precisa fazer mais análises para confirmar a descoberta NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute

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10.nov.2015 - Foto de satélite registra a tempestade tropical Kate (ao centro) no Oceano Atlântico. A tempestade ganhou força nesta terça-feira (10), mas ainda está se movendo longe da terra, então não representa uma ameaça para as Bahamas, segundo meteorologistas dos Estados Unidos. O Centro Nacional de Furacões de Miami afirmou que os ventos da tempestade rumam para alcançar cerca de 110 km/h, podendo atingir a força de um furacão AFP

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10.nov.2015 - Foto de satélite da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) registra a tempestade tropical Kate passando pelo Oceano Atlântico. Kate, a 11ª tempestade tropical da temporada de furacões na Bacia Atlântica, se afasta das Bahamas, segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos. Os meteorologistas do NHC indicaram que o "centro de Kate permanecerá afastado da costa leste dos EUA e norte das Bermudas", e previram um "fortalecimento adicional de Kate nas próximas 48 horas", período em que a tempestade "pode se transformar em furacão na quarta-feira (11)" Nasa/ AFP

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4.nov.2015 - PREVISÃO DE CALOR - Uma equipe de astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO) no Chile conseguiu identificar pela primeira vez como está o tempo em um planeta fora do nosso Sistema Solar. No PSO J318.5-22, a previsão é que o clima seja nublado e quente, com tempestade de poeira e chances de chuvas, mas chuva de ferro. Os pesquisadores usaram centenas de imagens infravermelhas do planeta, que é um gigante gasoso como Júpiter, para descobrir que o PSO J318.5-22 está girando a cada cinco horas e tem várias camadas de nuvens, grossas e finas, com temperaturas de cerca de 800ºC. Com a técnica, a equipe pretende criar boletins meteorológicos para gigantes gasos e, um dia, para planetas rochosos como a Terra MPIAV.CH.QUETZ

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28.out.2015 - ROLEZINHO - Dois astronautas da Nasa fizeram uma caminhada espacial na Estação Espacial Internacional (ISS) nesta quarta-feira (28). A ação foi realizada pelo veterano Scott Kelly, que está na metade de uma missão que prevê a estada de um ano na ISS, e pelo engenheiro de voo Kjell Lindgren, que fez sua primeira caminhada no espaço. Durante seis horas eles realizaram tarefas como instalar uma proteção térmica no detector de partículas físicas conhecido como Alpha Magnetic Spectrometer Nasa/AFP

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28.out.2015 - A BRUXA VEM AÍ? - O pequeno ponto preto bem no centro na foto é o asteroide 2015 TB145, que se aproximará da Terra no dia 31 de outubro, o Dia das Bruxas. Felizmente, ele passará a cerca 480.000 km, distância pequena em escala cósmica, mas que não representa perigo de impacto. A imagem foi feita pelo telescópio da estação terrestre da ESA, a Agência Espacial Europeia, em Tenerife, nas Ilhas Canárias ESA

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23.out.2015 - Em imagem feita da Estação Espacial Internacional é possível ver o furacão Patricia se aproximando da costa oeste do México. A tempestade atingiu a categoria 5, a mais alta na escala de Saffir-Simpson, o que levou o governo mexicano a declarar estado de "emergência extraordinária" em vários municípios da costa do oceano Pacífico Nasa/ Reuters

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21.out.2015 - Astrônomos detectaram, pela primeira vez, um minúsculo objeto rochoso se desintegrando próximo a uma estrela anã branca. Nesta concepção artística, é possível ter uma ideia do que os cientistas da missão K2 da 21.out.2015 - Nasa enxergaram: ao se desintegrar, o objeto se vaporiza e deixa uma poeira metálica na superfície da estrela. Esta descoberta confirma uma teoria existente há muitos anos, mas antes nunca comprovada, que as anãs brancas são capazes de ?canibalizar? possíveis planetas. ?Nós observamos uma espécie de planeta em miniatura se desintegrando por causa da intensa gravidade?, afirmou um dos autores do estudo que confirmou a teoria, publicado na revista Nature, Andrew Vanderburg CfA/Mark A. Garlick

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20.out.2015 - PRIMEIRO REGISTRO DE VIDA NA TERRA - Um mineral, chamado zircão, teria o primeiro registro de vida na Terra. Em pesquisa publicada na revista PNAS, cientistas da Universidade da Califórnia e de Stanford, nos EUA, acreditam que carbonos encontrados no mineral transparente de 4,1 bilhões de anos seriam potencialmente o registro de alguma forma de vida, a mais antiga encontrada na Terra Departamento de Terra, Energia e Ciências Ambientais da Universidade de Stanford/PNAS

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FEITO PARA POUSAR NA LUA - A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) divulgou esta imagem, de uma impressão artística, de como será o veículo que está sendo concebido para pousar na Lua. O robô vai explorar o solo lunar e conduzir experimentos científicos. O veículo é um projeto da ESA com a Agência Espacial Russa (Roscosmos) para explorar o Pólo Sul da Lua e verificar a possibilidade de haver uma base humana lá. A primeira missão está prevista para 2020 ESA/Divulgação

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GOSTOU DE LÁ - O astronauta norte-americano Scott Kelly, 50, completou 383 dias passados no espaço, nesta sexta-feira (16), e quebrou o recorde anterior, detido pelo astronauta Mike Fincke, que tinha passado 382 dias. Kelly vai quebrar um novo recorde, no dia 29 de outubro, por 216 dias consecutivos passados no espaço. Esta é a segunda estadia de Scott Kelly na Estação Espacial Internacional (ISS) e ele é, atualmente, o comandante da Expedição 45. Esta foto é do dia 12 de julho e foi tirada em uma cúpula da ISS que tem uma vista de 360º da Terra. Kelly vai voltar à Terra no dia 3 de março de 2016 (completando 522 dias no espaço) Nasa

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16.out.2015 - Imagem registrada pela sonda New Horizons mostra a planície gelada de Plutão, chamada de Sputnik Planum. As cores aparecem através do registro infravermelho. A região é rica em nitrogênio, monóxido de carbono e hidrato de metano. De acordo com os cientistas, Plutão contém uma rica variedade de cores em sua superfície. Em regiões mais altas ele é mais claro e azul. "Fiquei espantada ao ver as cores da superfície e a diversidade geológica", disse Silvia Protopapa, cientista assistente de pesquisa em astronomia na Universidade de Maryland e parte da equipe da New Horizons AFP

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16.out.2015 - O satélite Sentinel 2A da ESA (Agência Espacial Europeia) registrou imagens dos recifes de corais do Mar Vermelho ao largo da costa da Arábia Saudita. A água em azul mais claro na imagem é mais rasa do que a que aparece em mais escuro. O Mar Vermelho encontra-se em uma falha que separa dois blocos da crosta terrestre - as placas árabes e africanas. Normalmente, o Mar Vermelho tem uma coloração azul-esverdeada. Quando algas se formam ao redor e morrem, elas voltam ao mar em uma cor marrom-avermelhada ESA

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BURACO CORONAL - A mancha preta nesta imagem do sol é o "buraco coronal", responsável pela formação de ventos solares de alta velocidade. O "buraco" está localizado em uma região da camada mais externa do Sol, conhecida como corona, em que o campo magnético se estende para o espaço em vez de ficar contido na superfície solar. As partículas que se deslocam nesses campos magnéticos podem, portanto, deixar o Sol em vez de ficarem presas em sua superfície. As partículas presas aquecem e dão brilho, ao passo que as regiões em que as partículas escapam ficam mais escuras. Estes ventos levam a formação de diversas auroras boreais na Terra. A imagem obtida pelo Observatório de Dinâmica Solar da Nasa (Agência espacial norte americana) no sábado (10) foi divulgada nesta quarta-feira (14) NASA

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14.out.2015 - ATMOSFERA DE JÚPITER - Esta nova imagem do maior planeta do Sistema Solar, Júpiter, foi feita durante o programa Outer Planet Atmospheres Legacy, um projeto da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) que usa o telescópio Hubble para captar imagens de todos os planetas do sistema solar. As imagens deste programa tornam possível determinar as velocidades de ventos de Júpiter, para identificar fenômenos diferentes em sua atmosfera e para acompanhar as mudanças em suas características mais famosas NASA/ESA

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13.out.2015 - Nesta imagem divulgada em 12 de outubro, o telescópio Hubble capturou uma galáxia do tipo espiral barrada (SB) - com uma banda central de estrelas brilhantes, que se estendem de um lado ao outro. A galáxia chamada NGC 4639 está há 70 milhões de anos-luz e é uma das 1.500 galáxias da costelação de Virgem. As "barras" são consideradas uma fase natural da evolução das galáxias. Os pontos brilhantes são estrelas em formação e contêm milhares de estrelas jovens. Mas a NGC 4639 também tem um segredo em seu âmago: um buraco negro massivo que consome o gás que circunda a galáxia. Acredita-se que grande parte das galáxias tenha um buraco negro em seu centro. ESA/HUBBLE/NASA/AFP

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9.out.2015 - A ilha dos Açores foi fotografada do espaço pelo satélite da ESA (Agência espacial europeia) Sentinel-1A. A ilha tem 55 quilômetros de comprimento e lá vivem cerca de 15 mil pessoas. O satélite da ESA está em órbita desde abril de 2014 para monitorar o ambiente marinho e mapear a superfície da Terra, entre outras aplicações ESA/Divulgação

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9.out.2015 - O astronauta da Nasa Scott Kelly registrou imagens do amanhecer da Estação Espacial Internacional. Em sua conta no Twitter, Kelly escreveu: "A dose matinal diária de aurora para ajudar acordar Nasa

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8.out.2015 - CÉU AZUL DE PLUTÃO - Uma camada de névoa azulada envolve Plutão nesta imagem retratada pela sonda New Horizons. "Quem poderia imaginar um céu azul em plena região do Cinturão de Kuiper? É lindo", disse o cientista Alan Stern, chefe da missão New Horizons Nasa

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2.out.2015 - Ver a aurora boreal diariamente é uma das vantagens de estar no espaço. "Uma dose de aurora boreal pela amanhã ajuda a acordar", escreveu o astronauta Scott Kelly na postagem da foto no Twitter Scott Kelly/Reprodução Twitter

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Mais de 11 mil imagens de arquivo das missões Apollo foram disponibilizadas na web, em uma página do Flickr Nasa/Project Apollo Archive

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A equipe da missão Apollo 9 inicia uma caminhada espacial Nasa/Project Apollo Archive

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Esta imagem foi feita durante a missão Apollo 12 - a segunda a pousar na superfície da Lua Nasa/Project Apollo Archive

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O módulo de comando da Apollo 17 acima da superfície da Lua Nasa/Project Apollo Archive

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O comandante da Apollo 17 Ronald Evans e o astronauta Gene Cernan a caminho da Lua Nasa/Project Apollo Archive

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Esta é uma imagem da órbita lunar feita durante a missão Apollo 15 Nasa/Project Apollo Archive

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Alguns dos equipamentos dentro das naves que, na época, eram considerados a mais avançada tecnologia Nasa/Project Apollo Archive

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Uma imagem dentro da missão Apollo 9 Nasa/Project Apollo Archive

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Uma imagem mais próxima da superfície da Lua Nasa/Project Apollo Archive

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A Apollo 17 foi a última missão tripulada para a Lua Nasa/Project Apollo Archive

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Da janela da Apollo 11 as primeiras pegadas humanas na Lua podem ser vistas claramente Nasa/Project Apollo Archive

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A tripulação da Apollo 11 ainda capturou o clima na Terra Nasa/Project Apollo Archive

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A Terra aparece atrás do horizonte da Lua Nasa/Project Apollo Archive

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Neil Armstrong logo após o pouso Nasa/Project Apollo Archive

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5.out.2015 - Da ISS (Estação Espacial Internacional), o astronauta americano Scott Kelly publicou no Twitter uma foto de um vulcão na Nova Zelândia Reprodução/Scott J. Kelly/Twitter

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2.out.2015 - O astronauta Scott Kelly registrou as luzes da cidade de Chicago EUA a bordo da ISS (Estação Espacial Internacional). Ao fundo é possível ver a aurora boreal Scott Kelly/Reprodução Twitter

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2.out.2015 - O astronauta Scott Kelly, da Estação Espacial Internacional, registrou o momento em que o furacão Joaquim se aproxima das Bahamas Scott Kelly/ NASA

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MARTE PELOS OLHOS DO ROBÔ - Imagem do planeta Marte obtida pela sonda Mars Orbiter Mission foi divulgada pela Organização de Pesquisa Espacial da Índia (ISRO, na sigla em inglês). O robô de bilhões de dólares foi enviado ao planeta vermelho para procurar possíveis fontes de vida habitáveis por lá ISRO/AFP

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1º.out.2015 - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou imagens de uma das luas de Plutão, a Caronte, feitas pela sonda New Horizons. Com metade do diâmetro do planeta anão, Caronte é o maior satélite em relação ao seu planeta em todo o sistema solar, e conta com montanhas e desfiladeiros em seu solo Nasa

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1°.out.2015 - Furacão Joaquin é visto se aproximando das Bahamas em imagem de satélite capturada pela Agência Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês). Segundo a agência, o furacão atingiu ventos de 120 km por hora. Segundo meteorologistas, o furacão pode atingir a área metropolitana de Nova York na forma de uma tempestade tropical na terça-feira (6), e ameaça seguir o caminho do devastador furacão Sandy de 2012 Noaa/ AP

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1º.out.2015 - Imagem de satélite capturada pela Agência Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) mostra o furacão Joaquim movendo-se na região das ilhas Turk e Caicos. O Joaquim é um poderoso furacão de Categoria 3 com ventos de cerca de 195 km/h e está localizado no oceano Atlântico perto das Bahamas, de acordo com relatório do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos Weather Underground/ AP

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28.set.2015 - As marcas escuras e estreitas, de cerca de 100 m de comprimento por 5 m largura, foram registradas pela sonda MRO em Marte. Cientistas da Nasa, a agência espacial norte-americana, acreditam que os leitos provam que existe água líquida e corrente no planeta Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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28.set.2015 - A hipótese inicial, publicada na revista "Nature Geoscience", é de a água corre ali, nos dias de hoje, e forma as estrias. Os pesquisadores apostam ainda que a água é salgada, porque já foram encontrados sais hidratados nas marcas da cratera Hale Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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28.set.2015 - Nesta imagem divulgada pela Nasa é possível ver as listras estreitas e escuras, onde os cientistas acreditam que a água em estado líquido flui atualmente Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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28.set.2015 - Imagens de alta resolução mostraram que as estrias aparecem nas encostas da cratera durante as estações quentes e alongam-se para, em seguida, desaparecerem durante as estações mais frias. A variação de temperatura sugere que elas sejam feitas por água líquida Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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28.set.2015 - Imagens divulgadas pela Nasa mostram marcas estreitas e escuras nas encostas de Coprates Chasma, região equatorial de Marte. De acordo com os cientistas, as listras seriam formadas por água em estado líquido que descem pela encosta marciana. A água seria salgada, porque já foram descobertos sais hidratados nas estrias Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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28.set.2015 - Cientistas identificaram estrias de 100 metros de comprimento em Marte que teriam sido formadas por água corrente nos dias de hoje. Eles usaram imagens da sonda Sonda MRO, que está em órbita do planeta vermelho, para analisar se as listras mais escuras que aparecem na foto mostram onde ficam essas estrias recorrentes que fluem no planeta Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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25.set.2015 - O astronauta da Nasa (Agência Espacial dos EUA) Scott Kelly fotografou o rio Nilo durante um sobrevoo noturno em 22 de setembro de 2015, cuja imagem foi divulgada hoje. Ele e uma equipe de astronautas estão em missão de um ano na Estação Espacial Internacional. "Dia 179. O Nilo à noite é uma bela vista para estes olhos doloridos. Boa noite da estação espacial", escreveu em seu twitter Scott Kelly/Nasa

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25.set.2015 - Nova imagem da superfície de plutão, captada pela sonda New Horizons, foi intitulada pela Nasa (Agência Espacial dos EUA) como "pele de cobra". "É uma paisagem única e desconcertante que se estende por centenas de milhas", disse William McKinnon, líder da equipe que coordenou a missão da New Horizons. "Parece mais casca de árvore ou a pele de dragão do que geologia. Talvez seja alguma combinação de forças tectônicas internas e a sublimação do gelo impulsionadas pela tênue luz solar de Plutão", acrescentou Nasa/JHUAPL/SWRI

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25.set.2015 - O satélite Sentinel 2A, da Esa (Agência Espacial Europeia), mostra a capital grega Atenas e arredores. A cidade aparece na parte acinzentada, apoiada por montanhas esverdeadas em sua borda oriental. O Aeroporto Internacional de Atenas pode ser visto mais a leste, cercado por campos agrícolas, que são retratados em tons de avermelhados Esa

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23.set.2015 - A iluminação elétrica se somou ao "brilho da lua" sobre a Itália, nesta foto de "boa noite" publicada por Scott Kelly, astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte Americana) Scott Kelly/Twitter

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NEBULOSA ROSA - Uma nova imagem cor de rosa da região da nebulosa conhecida como Messier 17 foi tirada por um telescópio de mais de dois metros que fica no observatório de La Silla, no Chile. A foto é uma das mais nítidas já registradas da região e mostra toda a nebulosa, revelando seu tamanho total, além de nuvens de gás, poeira e estrelas recém nascidas ESO

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22.set.2015 - Nesta imagem feita na China, o astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte Americana) Scott Kelly comparou a paisagem a uma obra de arte da Terra Scott Kelly/Reprodução Twitter

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21.set.2015 ? A Nasa (Agência Espacial Norte-americana) divulgou imagens em alta resolução de Plutão tiradas pela nave New Horizons que mostram, na parte mais clara, a planície gelada do solo e, na parte escura da foto, um terreno com montanhas, crateras, possíveis dunas e outras formações geológicas enigmáticas NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute

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21.set.2015 - O astronauta da Nasa Scott Kelly tirou essa foto a bordo da ISS (Estação Espacial Internacional) que mostra grande parte dos Estados Unidos nas primeiras horas da manhã. Ele compartilhou a imagem no Twitter e escreveu "Céu limpo sobre grande parte dos EUA hoje. Bom dia da Estação Espacial" Scott Kelly/Nasa/AFP

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21.set.2015 ? A Nasa (Agência Espacial Norte-americana) divulgou imagens que mostram como veríamos Plutão se estivéssemos a 1.800 quilômetros do planeta anão. As fotos foram feitas pela nave New Horizons, que passou por Plutão no dia 14 de julho deste ano. Os cientistas se surpreenderam com a complexidade da superfície do planeta anão, que conta com planícies e regiões montanhosas NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute

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21.set.2015 ?A Nasa (Agência Espacial Norte-americana) divulgou um mosaico de imagens em alta resolução de Plutão que foram tiradas pela nave New Horizons no dia 14 de julho. A fotografia mostra a região clara de planície gelada, que foi apelidada de Sputnik Planum NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute

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21.set.2015 ? No centro desta imagem, que mostra 470 quilômetros da superfície de Plutão, aparece uma região montanhosa que ainda não foi compreendida por inteiro pelos cientistas. Ao lado do desnível no solo há a planície gelada do planeta anão chamada de Sputnik Planum NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute

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21.set.2015 - Ilustração do interior de Encélado, uma das luas de Saturno, mostra um oceano global de água líquida existente no satélite, entre o núcleo rochoso e a crosta de gelo. A esperança dos cientistas é encontrar vida nela. No ano passado, a sonda Cassini descobriu que o leito oceânico de Encélado tem fontes hidrotermais. Na Terra, elas podem ter dado origem à vida, 4 bilhões de anos atrás Nasa

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18.set.2015 - O astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte America) Scott Kelly mostra ilhas de Bahamas que "nunca deixam de impressionar" Scott Kelly/Reprodução Twitter

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18.set.2015 - O astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte America) Scott Kelly mostra Nova York (EUA) vista do espaço. Em sua conta no Twitter, Kelly comentou: "NYC nunca me cansa" Scott Kelly/Reprodução Twitter

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18.set.2015 - A premiação de "Melhor Fotógrafo de Astronomia do Ano" divulgou seus vencedores. As fotos vão de fenômenos cintilantes no céu noturno até paisagens estreladas a anos-luz de distância. Arikd Heitmann/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - Os vencedores foram selecionados entre milhares de candidatos amadores e profissionais do mundo inteiro em 11 categorias Paolo Procellana/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.nov.2015 - A vencedora geral foi essa foto de Luc Gamei, que registrou o eclipse solar de 20 de março deste ano visto de Svalbard, na Noruega Luc Jamet/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - A competição recebe muitas fotos de aurora e, por conta disso, há uma categoria só para elas. Jamen Percy foi a vencedora com essa foto feita no Abisko National Park, em Lapland, na Suécia. Jamen Percey/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - Essa foi a vencedora da categoria "Our Moon" e foi tirada por András Papp, da Hungria András Papp/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.nov.2015 - Essa foto, tirada por David Wrangborg, foi a segunda colocada na categoria "Our Sun" e também é do eclipse solar de março deste ano, mas mostra o segundo 'anel de diamante, no fim do eclipse. David Wrangborg/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - Um dos juízes da competição - o comediante, impressionista e astrônomo amador, Jon Culshaw - descreveu essa imagem como "um momento maravilhoso registrado na hora certa". A foto foi tirada por Lefteris Velissaratos e é da Nebulosa do Coração quando o Cometa Jacques passava. Lefteris Velissaratos/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.nov.2015 - Indo muito além do nosso Sistema Solar, essa foto é de um aglomerado globular de milhões de estrelas antigas, todas juntas como uma nuvem de abelhas. A foto é intitulada "The Magnificent Omega Centauri", e foi tirada por Ignacio Diaz. Ignacio Diaz/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - Essa imagem ganhou a categoria "Galaxies". Mostra a M33 - uma das galáxias vizinhas - e foi tirada por Michael van Doorn Michael van Doorn/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - A vencedora da categoria juvenil "Young Astronomy" foi tirada por George Martin, de apenas 15 anos, e mostra o cometa Lovejoy George Martin/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.nov.2015 - Essa imagem, tirada por Sebastian Voltmer, ganhou um prêmio especial para fotos de escopos robóticos. Mostra o encontro bem próximo entre o Cometa Siding Spring e Marte. Escopos robóticos são equipamentos sofisticados - muitas vezes, funcionam como poderosos telescópios no céu noturno de observatórios Sebastian Voltmer/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - O prêmio "Sir Patrick Moore" para o "melhor estreante" é para fotógrafos que só estão há um ano tirando fotos do cosmos. David Tolliday foi o vencedor desse ano com uma imagem do Orion DT David Tolliday/cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - Tommy Eliassen foi muito elogiada na categoria People and Space. Foi feita em Hemnesberget, Nordland, na Noruega Tommy Eliassen/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - As fotos vencedoras do Insight Astronomy Photographer of the Year podem ser vistas no Royal Observatory Greenwich em Londres até junho de 2016. Todas as imagens são cortesia do Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum (Essa foto é intitulada Sunset Peak Star Trail e foi tirada por Chap Him Wong, que venceu a categoria People and Space) Chap Him Wong/cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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17.set.2015 - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou a imagem do pôr do Sol no horizonte de Plutão. O registro foi feito pela nave New Horizons e mostra, à direita, a planície gelada que foi nomeada de Sputnik Planum, e, à esquerda, as montanhas escarpadas de até 3.500 metros de altura Nasa

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17.set.2015 - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou imagens do Sol se pondo e iluminando as colinas e montanhas de Plutão. O registro feito pela nave New Horizons no dia 14 de julho, porém as fotos foram divulgadas nesta quinta-feira (17) Nasa

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17.set.2015 - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou imagens da região que foi apelidada de ?coração? de Plutão. A imagem feita pela nave New Horizon mostra a planície gelada de Plutão que fica ao lado esquerdo do ?coração? do planeta. Já o lado direito conta com uma região de terras altas que podem ser revestidas por gelo de nitrogênio, segundo os cientistas Nasa

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14.set.2015 - A Terra e a Lua foram fotografadas transitando juntas em torno do Sol. A imagem é deste domingo, mas foi divulgada pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) nesta segunda-feira. A borda da Terra pode ser vista na parte superior da imagem, o contorno do planeta aparece distorcido devido a sua atmosfera. Do lado esquerdo está a Lua, que aparece perfeitamente nítida por não ter atmosfera AFP/ Nasa

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14.set.2015 - Imagem de Saturno feita pela sonda Cassini em 15.jan.2015 e divulgada pela Nasa nesta segunda-feira (14) em escala de 141 quilômetros por pixel e obtida a uma distância de 2,4 mil quilômetros NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

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11.set.2015 - Imagem panorâmica capturada pelo robô Curiosity em Marte exibe uma paisagem comum encontrada no sudeste dos Estados Unidos. A transformação de dunas de areia em rochas foi comparada em nota da Nasa com formações encontradas em Navajo, no deserto dos Arizona, nos EUA NASA

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11.set.2015 - O brilho intenso no centro da galáxia Messier 63 lhe rendeu o apelido de "galáxia girassol", descoberta em 1779 por Pierre Mechain. A galáxia faz parte da constelação de Canes Venatici e está 27 milhões de anos-luz distante da Terra. Nesta imagem registrada pelo telescópio Hubble há diversas estrelas recém-formadas ESA/Hubble & NASA

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10.set.2015 - No centro desta imagem que representa 470 km de largura está uma grande região de terreno acidentado na ponta noroeste da vasta planície gelada informalmente chamada de Sputnik Planum. As menores características visíveis têm 800 metros no tamanho real. A imagem foi tirada pela sonda New Horizons durante sobrevoo a uma distância de 80 mil km em 14 de julho e divulgada nesta quinta-feira (10) Nasa

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10.set.2015 - Imagem feita pela sonda New Horizons mostra a incrível diversidade da refletividade da superfície e acidentes geográficos do planeta-anão. Na parte escura, há um terreno antigo, com muitas crateras. A parte jovem é lisa e brilhate. A foto foi feita pela sonda no dia 14 de julho a uma distancia de 80 mil km, e divulgada nesta quinta-feira (10) Nasa

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10.set.2015 - Esse mosaico de imagens feitas pela sonda New Horizons mostra planície gelada informalmente chamada de Sputnik Planum. Ela foi feita a uma distancia de 80 mil km no dia 14 de julho, mas divulgada nesta quinta-feira (10) Nasa

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10.set.2015 - Imagem feita pela sonda New Horizons mostra detalhes da maior lua de Plutão, a Caronte, em sobrevoo a uma distância de 466 mil km. A marca escura no polo norte de Caronte ainda é uma incógnita para cientistas, que esperam novas imagens em alta resolução para estudá-la Nasa

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10.set.2015 - Imagem de satélite mostra tempestade de areia cobrindo o Oriente Médio. A tempestade de areia extemporânea varreu o Oriente Médio, cobrindo Beirute, Cairo e Damasco, e causando mortes e enviando centenas de outras pessoas para hospitais com problemas respiratórios Nasa/AP

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10.set.2015 - A Nasa (Agência Espacial Norte Americana) divulgou uma nova imagem do Plutão destacando a complexidade de sua superfície. "Plutão está nos mostrando uma grande diversidade e complexidade de superfícies que não se comparam a nada que já encontramos no sistema solar", disse o pesquisador principal da sonda New Horizons, Alan Stern NASA

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9.set.2015 - Scott Kelly, astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte Americana), divulgou uma foto da Austrália vista da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) Scott Kelly/Reprodução Twitter

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9.set.2015 - BRILHO INCOMUM - Esta imagem composta por duas fotografias feitas pela sonda Dawn da cratera Occator no planeta-anão Ceres mostra um brilho intenso e ainda misterioso. A partir das imagens da superfície do planeta para análise da composição dos minerais presentes nela, os cientistas que integram a missão esperam responder o motivo do brilho intenso NASA/JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA

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8.set.2015 - ESTAÇÃO ESPACIAL - Montagem feita a partir de cinco fotos mostra a Estação Espacial Internacional passando em frente ao Sol, no domingo (6). A imagem foi divulgada nesta terça-feira (8). A estação tem uma tripulação de nove astronautas Bill Ingalls/Nasa

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4.set.2015 - Se já não bastasse a Via Láctea, o astrononauta Kjell Lindgren capturou um raio tão luminoso que chegou a ser refletido nos painéis solares da Estação Espacial Internacional (ISS) Kjell Lindgren/ISS

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4.set.2015 - Imagem capturada pelo satélite Sentinel-2A da Esa (Agência Espacial Europeia) tirada da área de Uluru, no nordeste da Austrália, que surpreende pelas formações rochosas. O lago Amadeus é o país salgado da região. Possui 180 quilômetros de extensão e contém 600 milhões de toneladas de sal ESA

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28.ago.2015 - A imagem do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko foi capturada em 22 de agosto pela câmera Osiris da sonda Rosetta a uma distância de 336 km do centro do cometa. A imagem foi divulgada nesta sexta-feira ESA/Rosetta

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27.ago.2015 - Descoberto em 1781 pelo astrônomo alemão William Herschel, foi o primeiro planeta a ser encontrado com a ajuda de um telescópio. Ele está tão distante do Sol que leva 84 anos para dar uma volta completa ao redor do nosso astro-rei. Assim como em Vênus, o sol se põe no oeste em Urano. A imagem foi feita em 1986 pela Voyager 2, única espaçonave que sobrevoou Urano Nasa

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27.ago.2015 - Tem uma tonalidade azulada por causa do gás metano presente na sua atmosfera, também rica em hidrogênio e hélio. O gás metano absorve a porção vermelha da luz, o que resulta na prevalência de tons de verde e azul. O planeta também tem um sistema de anéis e conta com 27 luas, que levam os nomes de personagens das obras de William Shakespeare e Alexander Pope. A imagem foi feita em 2007 pelo Observatório Keck Marcos van Dam/Observatório Keck

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27.ago.2015 - Escuro, frio e com ventos de velocidades supersônicas, Netuno é o último planeta no Sistema Solar. Invisível a olho nu a partir da Terra, está tão distante do Sol que leva mais de um século terrestre para dar uma volta ao redor do nosso astro-rei. Para ter uma ideia, Netuno completou em 2011 seu primeiro ano desde 1846, quando foi descoberto. Sua atmosfera é basicamente composta de hidrogênio, hélio e metano, por isso também tem esse aspecto azulado. Mas, Netuno tem um azul mais forte e brilhoso que Urano, por isso os cientistas acreditam que exista um componente desconhecido responsável pela intensidade da cor. A imagem foi feita em 1989 pela Voyager 2, que passou a 4.800 km do planeta Nasa

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27.ago.2015 - Invisível a olho nu a partir da Terra, foi o primeiro a ser localizado através de previsões matemáticas, tendo sido encontrado em 1846 no Observatório de Berlim, na Alemanha. No mesmo ano, sua maior lua, a Tritão, foi descoberta. Netuno tem ao todo 13 luas - uma esperando confirmação - e seis anéis. A imagem feita em 1989 pela Voyager 2, única espaçonave a passar pelo planeta, mostra dos detalhes dos anéis de Netuno Nasa

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27.ago.2015 - Uma curiosidade: a órbita do planeta-anão Plutão passa dentro da órbita de Netuno por um período de 20 anos em cada 248 anos terrestres. Mas a colisão entre os dois corpos é improvável já que a cada três voltas dadas por Netuno ao redor do Sol, Plutão dá duas. Esse padrão de repetição impede aproximações dos dois organismos. O diagrama feito pela Nasa mostra a disposição das órbitas nos planetas mais externos do nosso sistema, incluindo o planeta-anão Eris Nasa

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27.ago.2015 - SATURNO - É o último planeta do Sistema Solar que pode ser observado a olho nu da Terra. Assim como Júpiter, Saturno é um planeta gigante e gasoso, que tem uma atmosfera composta basicamente de hidrogênio e hélio. Super furacões tomam conta da atmosfera superior do planeta com ventos que podem chegar a 1.800 km/h. São esses ventos combinados com o calor intenso no centro do planeta que dão o aspecto de um amarelo-dourado a Júpiter. A imagem formada por um mosaico de fotos mostra um equinócio de Saturno registrado pela Cassini, em 2009 Nasa

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27.ago.2015 - Os famosos anéis de Saturno são observados pelos astrônomos desde o século 17, mas foi só na década de 1980, através dos dados coletados pela Voyager 1 e 2, que os cientistas descobriram que eles são compostos basicamente de gelo. Esta imagem foi feita pela Voyager 1 em 1980. Nela, além dos anéis se pode ver as luas Tetis e Dione Nasa

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27.ago.2015 - Saturno tem mais 50 luas, sendo Titã a maior dela. Assim como a Europa de Júpiter, existe a possibilidade de que Titã abrigue vida, pois foram encontrados água e hidrocarbonetos em sua estrutura. Nesta foto feita pela Cassini em 2011, Titã está no centro da imagem Space Science Institute/JPL/Nasa

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27.ago.2015 - A primeira espaçonave a sobrevoar Saturno foi a Pioneer 11, em 1979. Mas só em 2004, após quatro anos de jornada rumo ao planeta, a espaço nave Cassini-Huygens foi a primeira a orbitar Saturno. A sonda Huygens aterrissou em Titã com sucesso em 2005, revelando detalhes sobre a superfície do satélite. A missão continua em plena atividade e deve se estender até 2017 quando haverá o solstício no planeta. A imagem foi feita pela Pioneer 11 em 1979 e mostra Saturno e a sua maior lua, Titã Ames/Nasa

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27.ago.2015 - DUPLA DE BURACOS NEGROS - Astrônomos da Nasa (Agência Espacial Norte Americana) descobriram que a galáxia Markarian 231, a mais próxima da Terra que abriga um quasar (núcleo brilhante de galáxias ativas), é alimentada por dois buracos negros centrais, um com uma massa 150 milhões de vezes maior que a do nosso Sol e o outro 4 milhões de vezes mais massivo. A descoberta sugere que os quasares podem abrigar dois buracos negros de massa muito elevada, como resultado da fusão entre duas galáxias. A dupla gera enormes quantidades de energia que faz com que o núcleo da galáxia hospedeira tenha o brilho de seus bilhões de estrelas ofuscado. Os dados foram obtidos pelo telescópio Hubble e os resultados foram publicados no The Astrophysical Journal, em 14 de agosto. A imagem artística foi divulgada pela Nasa Nasa

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27.ago.2015 - MARTE - Também vizinho da Terra, Marte tem metade do diâmetro do nosso planeta, mas é muito parecido conosco: é rochoso, tem estações do ano, calotas polares, vulcões, cânions. Ainda não foi encontrada água em estado líquido naquele planeta, item essencial para o surgimento da vida. Sua fina atmosfera é rica em dióxido de carbono, nitrogênio e argônio. A imagem foi feita pelo telescópio Hubble em 2003 quando ele estava a 55 milhões de quilômetros de distância do planeta. A foto foi tirada 11 horas antes de Marte atingir o ponto mais próximo da Terra, em 60 mil anos NASA

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27.ago.2015 - MARTE - Ele não é chamado de Planeta Vermelho por acaso. Seu solo é rico em minerais de ferro, que se oxidam e dão essa tonalidade ferrugem à sua superfície. A superfície avermelhada pode ser vista nesta imagem tirada pela sonda Spirit em 2006 durante um pôr do sol em Marte. Um dia em Marte leva um pouco mais de 24 horas terrestres JPL/Texas A&M/Cornell/Nasa

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27.ago.2015 - MARTE - A primeira missão enviada a Marte foi a Mariner 4, em 1965. A nave espacial sobrevoou o planeta e registrou 22 imagens dele, as primeiras feitas tão de perto. Mas, foi a Viking 1 a primeira sonda a pousar em solo marciano, em 1976. De lá para cá, mais de 40 espaçonaves já passaram pelo Planeta Vermelho, assim como pelas suas duas luas: Fobos e Deimos. Esta imagem feita em 1965 pela Mariner 4 foi a primeira a revelar a aparência das crateras de Marte Nasa

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27.ago.2015 - MARTE - Em 2012, a sonda Curiosity aterrissou na cratera de Gale com o objetivo de analisar as rochas e o solo do local, em busca de minerais que se formam na água, sinais de água subterrânea e moléculas à base de carbono, que seriam indícios de material orgânico. A finalidade da missão é de descobrir se já houve um ambiente adequado para desenvolvimento de vida microbiana no planeta. Nesse mosaico de imagens feitas em novembro de 2015, a sonda faz um "selfie" na cratera de Gale, no local em que coletou a primeira mostra da missão JPL-Caltech/MSSS/Nasa

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27.ago.2015 - Grande parte do material que sobrou da formação do Sol foi parar em Júpiter, formando esse planeta gigante e gasoso, o maior do Sistema Solar. Ele é acinzentado e parece uma tapeçaria composta de manchas e nuvens coloridas, a maioria delas composta de amônia e seus derivados - a química que dá cores a essas nuvens ainda é desconhecida dos cientistas. Tem a atmosfera semelhante a do Sol, rica em hidrogênio e hélio. A pressão e a temperatura do planeta fazem com que o hidrogênio seja encontrado em sua forma líquida, formando o maior oceano do Sistema Solar, cheio de hidrogênio em vez de água. A imagem foi feita em 2000 pela espaçonave Cassini Universidade do Arizona/JPL/Nasa

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27.ago.2015 - JÚPITER - O planeta tem mais de 50 luas, sendo Europa, Io, Ganímedes e Calisto, conhecidas como Sistema de Galileu, por terem sido observadas pela primeira vez por Galileu Galilei, em 1610. Europa tem um oceano congelado que pode abrigar vida. A imagem é um conceito artístico de como é a superfície da lua Europa feito em 2013 JPL-Caltech/Nasa

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27.ago.2015 - JÚPITER - A primeira espaçonave a sobrevoar o planeta foi a Pioneer 10, em 1973, que também foi a primeira a conseguir passar pelo cinturão de asteroides. Seis anos mais tarde, a Voyager 1 descobriria que assim como Saturno, Júpiter também tem anéis. A nave também fez a primeira observação de Io, uma das luas conhecida por sua intensa atividade vulcânica. A Nasa enviou em 2011 a sonda Juno, que chegará no começo de 2016 ao planeta. A foto é um conjunto de imagens feitas em 1973 pela Pioneer 10 enquanto passava por Júpiter Nasa

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Uma tempestade gigante acontece há centenas de anos em Júpiter. Ela é um ponto oval formado por nuvens que tem duas vezes o tamanho da Terra e se chama o Grande Ponto Vermelho. Esse anticiclone acontece em um centro de alta pressão atmosférica e gira em sentido oposto ao dos furacões terrestres. A imagem foi feita em 2000 pela Cassini Instituto de Ciência Espacial/JPL-Caltech/Nasa

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26.ago.2015 - Apesar de ser o planeta mais próximo da Terra, não é possível observar a superfície de Vênus daqui. Os cientistas consegue saber como é a geografia desse planeta rochoso de cor amarelada através de radares. Isso porque Vênus tem uma atmosfera tão espessa que dificulta a visualização. Mas, é justamente a densidade da atmosfera que faz com que o planeta reflita a luz solar e seja o mais brilhante do nosso sistema. Esta imagem foi feita em 1991 a partir de dados coletados pela Magellan, sonda enviada ao planeta em 1989 JPL/Nasa

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27.ago.2015 - VÊNUS - Vênus esteve no centro da corrida espacial disputada entre os EUA e a antiga URSS no auge da Guerra Fria. Os EUA foram os primeiros a enviar uma nave espacial para estudar um planeta. Em 1962, a Mariner 2, da Nasa, sobrevoou Vênus e revelou as temperaturas extremas do planeta. Em 1970, os soviéticos foram além e enviaram uma sonda a Vênus, a Venera 7. Ela ficou 23 minutos na superfície do planeta e depois foi destruída pela alta temperatura e pela pressão, mas conseguiu enviar dados do que "viu" para a Terra. Uma série de outras Veneras foi enviada à Vênus. Essa foto feita em 1982 pela Venera 13 mostra a superfície do planeta, similar ao basalto terrestre Escritório Histórico da Nasa

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26.ago.2015 - VÊNUS - Mais de 40 naves espaciais já passaram por Vênus desde então. A missão Magellan mapeou 98% da superfície do planeta no começo dos anos 1990, apesar da grossa atmosfera venusiana, rica em dióxido de carbono e nitrogênio. Por falar em atmosfera, esta imagem, feita em 1979 pela Pioneer Venus Orbiter, mostra as nuvens amareladas formadas por gotículas de ácido sulfúrico presentes em Vênus NSSDC/Nasa

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26.ago.2015 - Distante 58 milhões de quilômetros do Sol, Mercúrio é o planeta rochoso do Sistema Solar mais próximo do Astro. Se fosse possível ficar de pé sobre a superfície dele, o Sol pareceria três vezes maior do que estamos acostumados a ver da Terra. O planeta tem uma coloração acinzentada e uma aparência bastante parecida com a da Lua, com várias crateras resultantes das colisões de meteoritos e cometas. Esta imagem foi feita em janeiro de 2008 pela sonda Messenger Carnegie Institution of Washington/Nasa

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26.ago.2015 - MERCÚRIO - A primeira missão enviada pela Nasa para estudar Mercúrio foi a Mariner 10, em 1974. Antes de chegar a Mercúrio, a Mariner 10, além de também estudar Vênus, usou a gravidade do planeta para modificar sua própria velocidade e trajetória. Foi a primeira vez que isso aconteceu e essa técnica é considerada vital nas explorações espaciais desde então. Essa imagem é um mosaico de fotos coletadas pela espaçonave em um dos três sobrevoos que fez sobre Mercúrio. Durante as suas missões, a Mariner 10 fez mais de 7.000 fotos de Mercúrio, Vênus, Terra e Lua Nasa

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26.ago.2015 - MERCÚRIO - Só depois de 30 anos da passagem da Mariner 10 por Mercúrio, a Nasa enviou uma nova missão ao planeta: a sonda Messenger, que sobrevoou Mercúrio três vezes entre 2008 e 2009 e ficou na órbita do planeta de março de 2011 até 30 de abril deste ano, quando caiu, propositalmente, na superfície de Mercúrio. A Messenger mostrou regiões até então desconhecidas do planeta, como a registrada nesta imagem feita em outubro de 2008, que mostra um terreno bastante acidentado e uma área plana considerada de formação geológica jovem Carnegie Institution of Washington/Nasa

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25.ago.2015 - A imagem mais detalhada do planeta Ceres já enviada pela sonda Dawn da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) mostra uma uma montanha em forma cônica e indícios da formação de crateras. A sonda leva 11 dias para capturar imagens de toda a superfície do planeta anão e transmiti-las para os cientistas na Terra. Um dos objetivos da pesquisa é mapear os minerais encontrados na superfície NASA

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24.ago.2015 - O astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Scott Kelly fotografou o furacão Danny sobre o oceano Atlântico, diretamente da Estação Espacial Internacional. Danny passou de o primeiro furacão da temporada no Atlântico para uma depressão tropical, após atingir o Caribe com ventos máximos de 55 km/h. Espera-se que ele enfraqueça ainda mais nas próximas 48 horas Nasa/AFP

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17.ago.2015 - Imagem feita pela sonda Cassini em 1º de abril mostra crateras lineares em uma das maiores luas de Saturno. Em nota, a Nasa observa que esta característica contrasta com a maioria das luas, que possuem crateras arredondadas. As imagens mais detalhadas da lua também ajudaram os cientistas a identificar melhor a superfície do astro. A hipótese de que o espaço terreno era coberto por uma "geada" deu lugar a de que há penhascos brilhantes de gelo NASA

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13.ago.2015 - Meteoros riscam o céu acima das ruínas de um teatro romano em Acinipo, Espanha. A chuva de meteoros Perseidas ocorre anualmente e tem este nome por ser avistada da Terra próximo da constelação de Perseu Jon Nazca/Reuters

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13.ago.2015 - Meteoros riscam o céu próximo a um farol em Pilsum, noroeste da Alemanha. A chuva de meteoros Perseidas ocorre anualmente e tem este nome por ser avistada da Terra próximo da constelação de Perseu Matthias Balk/AFP

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13.ago.2015 - Meteoro atravessa o céu de Kaijiang, sudoeste da China. A chuva de meteoros Perseidas ocorre anualmente e tem este nome por ser avistada da Terra próximo da constelação de Perseu Zhang Ji/Xinhua

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13.ago.2015 - Observador aguarda a chuva de meteoros Perseidas, perto de Bobcaygeon, Ontario, Canadá. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Fred Thornhill/Reuters

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13.ago.2015 - Meteoros iluminam o céu durante a chuva Perseidas no sítio arqueológico de Maculje, na Bósnia. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Dado Ruvic/Reuters

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13.ago.2015 - Meteoros iluminam o céu durante a chuva Perseidas, em Saale, Alemanha. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Hendrik Schmidt/AFP

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13.ago.2015 - Casal observa a chuva de meteoros Perseidas no Parque Nacional Shenandoah, na Virgínia (EUA). O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Griffin Moores/AP

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13.ago.2015 - Expectadores se reúnem para observar a chuva de meteoros Perseidas, em Bonn, Alemanha. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Volker Lannert/AFP

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13.ago.2015 - Meteoros iluminam o céu durante a chuva Perseidas, em Gemuend, Alemanha. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Oliver Berg/AFP

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13.ago.2015 - Fotógrafo prepara equipamento para registrar a chuva de meteoros Perseidas, em Cuneo, Itália. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Marco Bertorello/AFP

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13.ago.2015 - Meteoro cruza o céu sobre os arredores da cidade alemã de Großmugl, na madrugada desta quinta-feira (13), durante a chuva de meteoros Perseidas. O evento, que ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado, da Terra, próximo da constelação de Perseu, atingiu seu pico na Europa entre a noite de ontem e a manhã de hoje, segundo a Nasa Heinz-Peter Bader/Reuters

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12.ago.2015 - Meteoro cruza o céu de Springville, no Alabama. Nomeada por poder ser observada na constelação de Perseus, a chuva de meteoros Perseidas terá seu pico de atividade na madrugada do dia 13 para 14, com previsão de caírem mais de 100 meteoros por hora Mark Almond/AL.com/AP

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12.ago.2015 - A chuva de meteoros é visível a olho nu, porém é necessário estar em um local com céu limpo para conseguir enxergá-la. Fenômenos regulares, as chuvas acontecem diversas vezes por ano, sendo as de Leônidas e Perseidas as mais conhecidas Mark Almond/AL.com/AP

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12.ago.2015 - Chuva de meteoros Perseidas ilumina o céu de Cold Creek, em Nevada. (EUA). Observadores do espaço apostam em um belo espetáculo quando uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros atingir seu ápice nesta quarta-feira (12). Pela primeira vez desde 2007, a chuva irá coincidir com a ausência de luar - o que favorece as condições de observação Ethan Miller/Getty Images/AFP

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12.ago.2015 - Chuva de meteoros Perseidas risca o céu da Bulgária, próximo as ruínas da basílica de St. Ilia. Uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros, a Perseidas, deve atingir seu ápice na madrugada do dia 13 para 14 Nikolay Doychinov/AFP

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12.ago.2015 - Chuva de meteoros Perseidas risca o céu da Bulgária, próximo as ruínas da basílica de St. Ilia. Uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros, a Perseidas, deve atingir seu ápice na madrugada do dia 13 para 14 Nikolay Doychinov/AFP

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12.ago.2015 - Meteoros são retratados em imagens de longa exposição em Ujue, norte da Espanha. Uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros, a Perseidas, deve atingir seu ápice na madrugada do dia 13 para 14 Alvaro Barrientos/AP

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12.ago.2015 - Meteoro atravessa o céu de Kraljevine, na Bósnia-Herzegóvina. Uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros, a Perseidas, deve atingir seu ápice na madrugada do dia 13 para 14 Dado Ruvic/Reuters

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11.ago.2015 - Meteoro ilumina céu escuro em fotografia tirada próximo à província de Burgos, no norte da Espanha. Pela primeira vez desde 2007, a chuva das Perseidas irá coincidir com a ausência de luar, o que favorece as condições de observação Cesar Manso/AFP

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11.ago.2015 - Meteoro corta o céu escuro em fotografia tirada próximo à província de Burgos, no norte da Espanha. A chuva de meteoros conhecida como Perseidas pode ser vista todo ano de 17 de julho a 24 de agosto, aproximadamente. As melhores oportunidades de visualização ocorrem no hemisfério Norte. No Brasil, as regiões mais ao norte possuem melhores condições de observação Cesar Manso/AFP

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11.ago.2015 - Homem caminha por colina enquanto meteoro corta o céu próximo a Villadiego, província de Burgos, no norte da Espanha. Observadores do espaço apostam em um belo espetáculo quando uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros, a Perseidas, atingir seu ápice na madrugada do dia 13 para 14 Cesar Manso/AFP

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11.ago.2015 - Chuva de meteoros corta o céu ao fundo da silhueta de outdoor com a forma de um touro, em Córdoba, Espanha. Uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros atinge seu ápice nesta quarta-feira (12). Alguns católicos referem-se às Perseidas como as "lágrimas de São Lourenço", já que 10 de agosto é a data do martírio do santo Manu Fernandez/AP

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11.ago.2015 - Meteoros "riscam" o céu em imagem feita em uma longa exposição de câmera em Obanos, norte da Espanha. A expectativa é que a chuva atinja a taxa de 100 meteoros por hora em seu pico. As Perseidas são pedaços do cometa Swift-Tuttle. Todos os anos, em agosto, a Terra cruza a órbita do cometa e a nuvem de detritos deixada pelo astro aparece no céu Alvaro Barrientos/AP

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11.ago.2015 - "Dia 136. Eu costumo imaginar Marte, especialmente quando a Terra tem essa aparência. Boa noite da ISS", postou o astronauta da Nasa Scott Kelly, a bordo da ISS (Agência Espacial Internacional, sigla em inglês) postou na sua conta no Twitter Reprodução/Twitter/@StationCDRKelly

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11.ago.2015 - O astronauta da Nasa Scott Kelly, a bordo da ISS (Agência Espacial Internacional, sigla em inglês) postou na sua conta no Twitter esta imagem do amanhecer na Terra visto do espaço. Na postagem ele diz: "Bom dia terça-feira. Você está colorida hoje", em tradução livre Reprodução/Twitter/@StationCDRKelly

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11.ago.2015 - O astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Scott Kelly, atualmente em uma missão de um ano na Estação Espacial Internacional, tirou esta fotografia do nascer do sol em 10 de agosto de 2015. A estação espacial e sua tripulação orbita a Terra a uma altitude de 354 km, viajando a uma velocidade de mais de 28 mil km/h. Como a estação completa cada viagem ao redor do globo em cerca de 92 minutos, a equipe presencia 16 amanheceres e entardeceres por dia Nasa

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7.ago.2015 - Imagem feita pelo satélite Sentinel-2A da ESA (Agência Espacial Europeia) mostra rio Danúbio na fronteira da Romênia com a Bulgária ESA

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7.ago.2015 - Esta bolha colorida é uma nebulosa planetária chamada NGC 6818, também conhecida como Pequena Joia. Ela está localizado na constelação de Sagitário, a cerca de 6.000 anos-luz de distância da Terra. A rica luz da nebulosa não tem nem dois anos-luz de diâmetro, mas ainda uma pequena joia em uma escala cósmica. Quando as estrelas, como o Sol, se "aposenteam", elas perdem suas camadas exteriores e criam brilhantes nuvens de gás chamadas de nebulosas planetárias. Esta expulsão de massa é desigual, e nebulosas planetárias podem ter formas muito complexas, como a da NGC 6818 ESA/Nasa/Hubble

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6.ago.2015 - NEBULOSAS - Algumas das vistas mais deslumbrantes do universo são criadas por nebulosas, as brilhantes e quentes nuvens de gás. Esta imagem do telescópio espacial Hubble mostra o centro da nebulosa ?Lagoa?, um nome enganosamente tranquilo, na constelação de Sagitário. A região está repleta de ventos intensos vindos de estrelas quentes, gases quentes agitados e energia de estrelas em formação Nasa/ESA/J. Trauger

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6.ago.2015 - Esta imagem inédita foi feita pela sonda Rosetta em 8 de julho, a 152 km de distância do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, isto é, apenas algumas semanas de distância da órbita do corpo celeste. Em 6 de agosto de 2014, a sonda iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Em 6 de junho de 2014, a sonda Rosetta estava 201 km de distância da órbita do Cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko. Fluxos de gás e poeira podem ser vistos em todo o núcleo do corpo. Já em 6 de agosto de 2014, a sonda iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Esta imagem nunca antes divulgada, registrada em 4 de maio de 2015 a partir de uma distância de 148 km, mostra o cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko de um ângulo incomum. O pequeno lóbulo do lado direito e o lóbulo grande para a esquerda. Enquanto isso, é possível ver em todo o lado iluminado do cometa fluxos de gás carregado de pó. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Com a sonda Rosetta a 124 Km de distância do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, em 16 de abril de 2015, a extensão do aumento de atividade no corpo pôde ser monitorada, apesar de uma leve nebulosidade envolver grande parte do núcleo. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Durante o mês de março de 2015, a sonda Rosetta viajou entre cerca de 70 km e 85 km de distância do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko. Esta imagem foi registrada em 20 de março, a uma distância de 83,7 km. Graças à mudança gradual na iluminação enquanto o cometa progredia em direção ao Sol, as regiões anteriormente sombrias começaram a ser visíveis. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Em fevereiro de 2015, o padrão de trajetória da sonda Rosetta mudou, alternando entre sobrevoos próximos e distantes, a fim de fazer o melhor uso de seu conjunto de instrumentos científicos em seu estudo sobre os vários aspectos do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko e seu ambiente. Em 14 de fevereiro, a Rosetta registrou uma aérea do corpo a uma distância de apenas 6 km da superfície. . Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - A sonda Rosetta registrou esta imagem, inédita até então, do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko a uma distância de cerca de 30 km, em 22 de janeiro de 2015. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Esta imagem foi capturada em 14 de dezembro de 2014, a partir de uma distância de 19,8 km do centro cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, e mostra o cenário dramático no grande lobo do corpo celeste. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Novembro de 2014 será sempre lembrado pelo o pouso da sonda Philae no Cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko. No dia 12 de novembro, a sonda Rosetta implantou o módulo de aterragem, que chegou sete horas mais tarde em Agilkia, nome dado a região em homenagem a ilha do sul do Egito. Esta imagem foi feita pela Rosetta a uma distância de 17,4 km do centro do cometa, cerca de meia hora antes da Philae pousar. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Durante outubro de 2014, a sonda Rosetta orbitou o cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko a menos de 10 km de distância do centro do cometa. Esta imagem inpedita foi registrada em 7 de outubro, a uma distância de 18,3 km de centro e proporciona uma vista da região de Imotep, no lado de baixo do cometa. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Em meados de setembro de 2014, a sonda Rosetta, que já estava na órbita do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, começou a fazer observações próximas da superfície do corpo. Durante este período, o local de pouso da sonda Philae foi selecionado. Esta imagem inédita foi feita em 19 de setembro, a uma distância de 28,3 km do centro do cometa. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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5.ago.2015 - FANTASMA ESTELAR - A imagem da nebulosa da Coruja do Sul feita por telescópios do ESO (Observatório Europeu do Sul) mais parece uma "bolha fantasma" na imensidão do universo. A nebulosa é uma nuvem de poeira cósmica formada após a morte de uma estrela. Esta é considerada "leve", de massa oito vezes menor que a do nosso Sol, e está próxima à lua Hidra, de Plutão. Essa poeira ajuda na formação de outras estrelas, planetas e, quem sabe, de vida nova. Daí a famosa frase do astrônomo Carl Sagan: "Somos feitos de poeira de estrelas". O processo de morte de uma estrela leve como esta é considerado curto: leva cerca de milhões de anos, enquanto o mesmo processo para estrelas mais pesadas pode levar bilhões de anos ESO

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31.jul.2015 - A missão New Horizons da Nasa (agência espacial norte-americana) produziu um mapa global da maior Lua de Plutão, a Caronte. O mapa inclui todas as imagens disponíveis da superfície, adquiridas entre 7 e 14 julho de 2015 Nasa/AFP

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31.jul.2015 - Os lagos no lado sul dos Alpes italianos foram registrados pelo satélite Sentinel-2ª, da ESA (Agência Espacial Europeia). Utilizando o canal infravermelho de alta resolução da câmera do satélite, é possível observar a vegetação saudável em vermelho, assim como as colinas e montanhas na parte superior da imagem. Ainda na parte superior, vemos parte do lago Maggiore, que ocupa a fronteira das regiões da Lombardia e Piemonte, na Itália, e o norte da Suíça (não visível), tendo uma área de mais de 210 km². À direita, vemos o lago de origem glacial Varese. A tonalidade mais clara de azul indica a capacidade do Sentinel-2 de medir as diferenças das condições da água. O satélite está em fase de testes, mas as imagens iniciais de sua primeira varredura da Terra prenunciam registros importantes de áreas agrícolas, o monitoramento das águas e o mapeamento de superfície Copernicus Sentinel data (2015)/ESA

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31.jul.2015 - O deserto de Atacama, localizado no norte do Chile, é o local mais seco da Terra, apesar de estar bem ao lado do oceano Pacífico. Em média, apenas alguns milímetros de chuva atingem a paisagem árida anualmente. A fria Corrente de Humboldt mantém a umidade da costa norte até ao oeste, enquanto a Cordilheira dos Andes bloqueia a precipitação a partir do leste. A imagem feita pelo telescópio Proba-V da ESA (Agência Espacial Europeia) mostra a costa e os rios secos do vale do Atacama. A área azul à direita é o Salar de Surire, uma planície de sal que contém lagos com ninhos de flamingos. Lançada em 7 de maio de 2013, o Proba-V é um tem a missão de mapear a superfície e o crescimento da vegetação ao longo de todo o planeta a cada dois dias ESA/VITO

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As luzes verdes que aparecem na aurora da Terra são causadas pela interação de partículas com o oxigênio da atmosfera BBC/Nasa

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Brilho luminoso se parece com o das auroras polares, mas é quase um milhão de vezes mais brilhante e tem a cor vermelha (e não verde) como predominante BBC

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29.jul.2015 - Imagem de fragmento de rocha apelidado de "Lamoose" foi capturada pelas lentes do Mahli, gerador de imagens da sonda Curiosity, da Nasa. Lamoose tem a aparência de outras rochas encontradas nos arredores de uma porção da Marias Pass, no Monte Sharp, em Marte, mas tem uma concentração incomum de sílica. A substância é um composto que contém silício e oxigênio, que formam as rochas, comumente encontrada na Terra como quartzo. Os altos níveis de sílica podem indicar condições ideais para preservar antigos materiais orgânicos JPL-Caltech/MSSS/Nasa

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29.jul.2015 - Linhas vermelhas incomuns em forma de arco apareceram na superfície da lua Tetis, de Saturno neste mosaico com cores reforçadas. As estrias vermelhas são estreitas, curvilíneas, com apenas alguns quilômetros e largura, mas muitas centenas de quilômetros de extensão. A cor é uma característica incomum nas luas do planeta e foram reveladas pelas câmeras do satélite Cassini JPL-Caltech/Instituto de Ciência Espacial/Nasa

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29.jul.2015 - O continente africano está no centro desta imagem tirada pela câmera do satélite DSCOVR (Observatório Espacial do Clima Profundo, sigla em inglês e tradução livre), da Nasa (Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço) nesta quarta-feira (29). A foto foi feita no dia 9 de julho de um ponto bastante vantajoso da Terra, a uma distancia de 1,6 milhão de quilômetros do nosso planeta Nasa

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24.jul.2015 - O astronauta Scott Kelly dá boa noite a bordo da Estação Espacial Internacional com uma imagem das luzes do Mediterrâneo Scott Kelly/Reprodução Twitter

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24.jul.2015 - Cientistas da equipe da sonda New Horizons divulgaram uma imagem de Plutão artificialmente colorida para detectar diferentes composições e texturas da superfície de Plutão. Acredita-se que a região do coração do planeta-anão é uma exótica fonte de gelo. A sonda também encontrou neblina e pequenas geadas, informou hoje a Nasa NASA

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23.jul.2015 - Impressão artística mostra a superfície do planeta Kepler 452b. Com um diâmetro 60% maior do que o da Terra, acredita- se que ele também tenha formação rochosa, assim como uma atmosfera espessa e quantidade de água significante, embora sua massa e sua composição ainda não estejam totalmente determinados. Para a Nasa, há indícios de que o planeta tenha condições de habitar vida Danielle Futselaar/SETI Institute

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23.jul.2015 -Há seis anos, a missão Kepler da Nasa tem feito uma varredura para encontrar pequenos planetas habitáveis. O primeiro planeta menor que a Terra, o Kepler-20e, foi descoberto em dezembro de 2011, orbitando a cada seis dias ao redor de uma estrela parecida com o Sol, embora menor e mais fria que o nosso astro-rei. De lá para cá, a missão descobriu o Kepler-22b (2011) na zona habitável de uma estrela parecida com o Sol, mas como tem duas vezes o tamanho da Terra, era pouco provável que tivesse uma superfície sólida; o Kepler-186f (2014), também em uma zona habitável e com o mesmo tamanho da Terra, mas girando em torno de uma estrela mais fria e com a metade do tamanho do nosso Sol; e o Kepler-452b (2015), que é o primeiro que tem o tamanho parecido com o da Terra, em uma zona habitável, orbitando em uma estrela muito parecida com o Sol W. Stenzel/Nasa Ames

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23.jul.2015 - A descoberta do planeta Kepler-452b é a mais similar com o sistema Terra-Sol já encontrado. Essa concepção artística mostra planetas em zonas habitáveis com similaridades em relação à Terra: da esquerda para a direita estão: Kepler-22b, Kepler-69c, o recém anunciado 452b, Kepler-62f e Kepler-186f. O último da linha é a Terra JPL-Caltech/Ames/Nasa

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23.jul.2015 - O conceito artístico mostra a possível aparência do planeta Kepler-452b, o primeiro planeta semelhante à Terra na "zona habitável", ou seja, em torno de uma estrela semelhante ao Sol e com possibilidade de abrigar água líquida, elemento essencial para o desenvolvimento da vida. O planeta em diâmetro 60% maior do que o da Terra e, por isso, acredita-se que ele também tenha formação rochosa, embora sua massa e sua composição ainda não estejam totalmente determinados JPL-Caltech/Ames/Nasa

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23.jul.2015 - Imagem mostra o tamanho e a escala do sistema Kepler-452 em comparação ao sistema do planeta Kepler-186 e do sistema solar. O Kepler-186 é um sistema solar em miniatura que caberia inteiramente dentro da órbita de Mercúrio. A zona habitável desse sistema é muito pequena comparada a do sistema Kepler-452. O tamanho da órbita de Kepler-452b é quase a mesma que a da Terra R. Hurt/JPL-Caltech/Nasa

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23.jul.2015 - Esse conceito artístico mostra planetas pelo Telescópio Espacial Kepler, da Nasa, similares ao sistema Terra-Sol. O tamanho deles está representado pelo tamanho em relação á esfera da Terra. Os planetas estão organizados por tamanho, da esquerda para a direita, e pelo tipo de estrela que orbitam R. Hurt/JPL-Caltech/Nasa

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23.jul.2015 - O conceito artístico mostra os 20 anos de progresso no estudo de planetas em zonas habitáveis. A equipe que analisa as imagens do Telescópio Espacial Kepler, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), divulgou nesta quinta-feira (23), a existência do primeiro planeta semelhante à Terra na "zona habitável", ou seja, em torno de uma estrela semelhante ao Sol e com possibilidade de abrigar água líquida W. Stenzel/NASA Ames

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Ilustração produzida pela Nasa compara a Terra (à esquerda) ao novo planeta chamado Kepler-452b, cujo diâmetro é 60% maior do que o da Terra NASA / JPL-Caltech / T. Pyle

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22.jul.2015 - Agência espacial russa Roscosmos lança a nave Soyuz. O lançamento ocorreu como o previsto, às 21h03 GMT (18h03 em Brasília), da base de Baikonur, no Cazaquistão. A nave com três astronautas a bordo será acoplada à Estação Espacial Internacional Aubrey Gemignani/NASA

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22.jul.2015 - NOVA EXPEDIÇÃO - Astronautas da expedição da espaçonave Soyuz se dirigem à nave. Da esquerda para direita: o astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Kjell Lindgren, o cosmonauta russo Oleg Kononenko e o astronauta japonês Kimiya Yui. A Soyuz decola às 21h03 GMT (18h03 em Brasília) a partir da base de Baikonur, no Cazaquistão e será acoplada à Estação Espacial Internacional. O lançamento ocorre com dois meses de atraso Shamil Zhumatov/EFE

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22.jul.2015 - O grande número de queimadas no Canadá e Alasca levou a fumaça para uma área na Groelândia, como mostra a imagem da Nasa de 3 de julho, divulgada nesta quarta-feira (22). Em nota, a Agência Espacial Norte-Americana explica que o deslocamento das nuvens de fumaça só ocorre quando houve a queima de grandes áreas. No dia 12 de julho também foi registrada fumaça das queimadas no polo Norte Jeff Schmaltz/LANCE/EOSDIS MODIS Rapid Response Team/NASA

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22.jul.2015 - PROVA DE ROUPA - O astronauta japonês Kimiya Yui, membro da equipe da espaçonave Soyuz TMA-17M testa traje espacial no dia do lançamento da nave russa. A Soyuz irá decolar às 21h03 GMT (18h03 em Brasília) a partir da base de Baikonur, no Cazaquistão e será acoplada à Estação Espacial Internacional. O lançamento ocorre com dois meses de atraso Pavel Golovkin/AP

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22.jul.2015 - PROVA DE ROUPA - O astronauta japonês Kimiya Yui, membro da equipe da espaçonave Soyuz TMA-17M testa traje espacial no dia do lançamento da nave russa. A Soyuz irá decolar às 21h03 GMT (18h03 em Brasília) a partir da base de Baikonur, no Cazaquistão e será acoplada à Estação Espacial Internacional. O lançamento ocorre com dois meses de atraso Alexander Nemenov/AFP

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21.jul.2015 - Nova imagem do 'coração de Plutão' exibe uma superfície mais detalhada da chamada região de Tombaugh pelos cientistas da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). "Há uma diferença na textura da parte mais clara, onde há áreas planas congeladas, com a parte escura, com muitas crateras", diz Jeff Moore, líder da equipe da sonda New Horizons nas áreas de geologia, geofísica e imagem. Enquanto a área mais clara é considerada jovem em termos geológicos - cerca de 100 milhões de anos -, acredita-se que a parte mais escura tenha bilhões de anos NASA

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21.jul.2015 - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou nesta terça-feira imagens de duas das cinco luas de Plutão captadas pela sonda New Horizons: Nix e Hydra. As duas tem tamanhos semelhantes, mas cores e formatos diferentes. Nix tem uma forma que lembra um feijão, com tamanho estimado em 42 km de comprimento e 36 km de largura. Já Hydra tem 55 km de comprimento e 40 quilômetros de largura Nasa

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21.jul.2015 - FORMAÇÃO DE GALÁXIA - Esta imagem mostra uma combinação de dados do observatório ALMA (Atacama Large Millimeter Array) e do Very Large Telescope. O objeto central é uma galáxia muito distante chamada BDF 3299 detectada quando o Universo tinha menos de 800 milhões de anos. A nuvem brilhante vermelha à esquerda e abaixo da galáxia é uma vasta nuvem de material que compõe a galáxia R. Maiolino/ESO

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21.jul.2015 - FORMAÇÃO DE GALÁXIA - Esta imagem mostra uma combinação de dados do observatório ALMA (Atacama Large Millimeter Array) e do Very Large Telescope. O objeto central é uma galáxia muito distante chamada BDF 3299 detectada quando o Universo tinha menos de 800 milhões de anos. A nuvem brilhante vermelha à esquerda e abaixo da galáxia é uma vasta nuvem de material que compõe a galáxia R. Maiolino/ESO

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21.jul.2015 - FORMAÇÃO DE GALÁXIA - Esta imagem mostra uma combinação de dados do observatório ALMA (Atacama Large Millimeter Array) e do Very Large Telescope. O objeto central é uma galáxia muito distante chamada BDF 3299 detectada quando o Universo tinha menos de 800 milhões de anos. A nuvem brilhante vermelha à esquerda e abaixo da galáxia é uma vasta nuvem de material que compõe a galáxia R. Maiolino/ESO

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21.jul.2015 - FORMAÇÃO DE GALÁXIA - Esta imagem mostra uma combinação de dados do observatório ALMA (Atacama Large Millimeter Array) e do Very Large Telescope. O objeto central é uma galáxia muito distante chamada BDF 3299 detectada quando o Universo tinha menos de 800 milhões de anos. A nuvem brilhante vermelha à esquerda e abaixo da galáxia é uma vasta nuvem de material que compõe a galáxia R. Maiolino/ESO

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17.jul.2015 - Imagem obtida da Nasa nesta sexta-feira (17) mostra o "coração de Plutão" na metade oeste do planeta-anão, chamada pelos cientistas de região de Tombaugh. O registro foi feito pela New Horizons, cujo instrumento chamado de Ralph identificou evidências de monóxido de carbono congelado. Os contornos indicam que a concentração de monóxido de carbono congelado aumenta em direção ao centro do "olho de boi". Esses dados foram adquiridos pela nave espacial em 14 de julho e transmitidos à Terra nessa quinta-feira (16) NASA/AFP

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17.jul.2015 - A maior lua de Plutão, a Charon, é mostrada nesta imagem capturada pela sonda New Horizons em 14 de julho e divulgada nesta sexta-feira (17). A imagem mostra uma depressão com um pico no meio NASA/AP

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17.jul.2015 - A Nasa divulgou nesta sexta-feira (17) uma imagem detalhada da área que ficou conhecida como "coração de Plutão". A área intrigou os cientistas por ser bastante plana. Assim como as montanhas de gelo encontrada em outras partes, os cientistas acreditam que a área ainda está em formação e tem cerca de 100 milhões de anos NASA

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16.jul.2015 - SOL AZUL? - O Extreme Ultraviolet Imager, a bordo da espaçonave Stereo-A, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), captou imagens de vários comprimentos das ondas de luz que são invisíveis aos olhos humanos. Nesta foto, o instrumento registrou ondas 171 angstrom, que são tipicamente azuis. Desde o fim de março, a Stereo-A está mais distante do sol operando em modo de segurança para recolher e armazenar dados através do seu instrumento de rádio. Imagem foi tomada nesta quarta-feira (15) e divulgada hoje (16) Stereo/Nasa/Reuters

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15.jul.2015 - Esta reunião de pontos pixelados são a imagem mais próxima obtida de Hydra, outra lua de Plutão. A descoberta da sua existência ocorreu em 2005, mas as imagens existentes traziam poucas informações. "New Horizons finalmente encontrou as propriedades físicas básicas de Hydra. Veremos Hydra ainda melhor nas imagens que virão", diz Hal Weaver, líder da equipe de operação da sonda. Como a de Caronte, a superfície de Hydra provavelmente é coberta com gelo de água, o tipo de gelo mais abundante no Universo Nasa

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15.jul.2015 - A maior lua de Plutão, Caronte, também foi registrada pela sonda New Horizons. Os cientistas da missão estão surpresos com a aparente falta de crateras no satélite. De acordo com os pesquisadores a característica indica uma superfície relativamente jovem que foi remodelada por atividade geológica NASA

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15.jul.2015 - Primeira imagem divulgada pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) feita pela sonda New Horizons do ponto mais próximo de Plutão mostra montanhas de gelo. As montanhas medem até 3,5 quilômetros e apesar de terem idade calculada 100 milhões de anos, são consideradas jovens diante de um sistema solar com 4,56 bilhões de anos. "Essa é uma das superfícies mais jovens que encontramos no Sistema Solar. Essas montanhas podem estar em processo de construção ainda", disse Jeff Moore, integrante da equipe de imagens geológicas da sonda New Horizons. A maior parte da superfície de Plutão é coberta de metano e nitrogênio em formato de gelo, mas essas substâncias não são suficientes para sustentar montanhas. Cientistas da Nasa suspeitam que este material mais duro seja água congelada. "Nas temperaturas encontras em Plutão, a água se comporta mais como rocha", disse um dos líderes da equipe de imagem da sonda Bill McKinnon, da Universidade de Washington Nasa

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14.jul.2015 - O mesmo nome usado em inglês para a personagem Pluto e o planeta-anão confundiram o gato. "Hmm. Pluto não é um planeta, é um cachorro. Eu não gosto de cachorros" Reprodução

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14.jul.2015 - O astronauta Scott Kelly postou nesta terça-feira (14) em sua conta no Twitter uma foto do atol de Cayo Bolivar, no arquipélago de San Andres, na Colômbia, com a seguinte frase: "A @NasaNewHorizon (sonda a caminho de Plutão) nos mostrou um coração hoje. A Terra compartilha o amor, vista da @space_station" (ISS - Estação Espacial Internacional, sigla em inglês) Reprodução/Twitter/@StationCDRKelly

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13.jul.2015 - NEW HORIZONS MAIS PRÓXIMA DE PLUTÃO - A sonda espacial New Horizons está se aproximando cada vez mais de Plutão. Em imagem divulgada nesta segunda-feira (13) pela Nasa é possível visualizar de maneira mais nítida detalhes da complexa superfície do planeta-anão, que fica a cerca de 4 bilhões de quilômetros da Terra. A nave espacial não tripulada deverá passar por Plutão nesta terça-feira (14) a uma velocidade de 49,6 mil quilômetros por hora JHUAPL/SWRI/Nasa

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10.jun.2015 - Imagem registrada pelo satélite Sentinel-2A da Argélia, que tem 90% do seu território preenchido pelo deserto do Saara. O satélia foi lançado no dia 23 de junho da Guiana francesa e será responsável por enviar dados sobre qualidade da água, mudanças dos corpos d?água, algo importante para áreas áridas Copernicus Sentinel/ESA

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8.jul.2015 - CORAÇÃO DE PLUTÃO - A Nasa divulgou uma das imagens mais próximas do 'planeta anão' após a sonda New Horizon retomar os trabalhos. Na parte inferior direita é possível enxergar um formato de coração do planeta mais distante do sistema solar. A imagem foi feita a 6,7 milhões de quilômetros de distâncias NASA

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8.jul.2015 - NA ROTA DO ASTEROIDE - O segundo instrumento para explorar a superfície do asteróide primitivo Bennu é instalado no espectômetro OSIRIS-Rex. O espectômetro mede a luz visível e infravermelho ao asteróide e pode ser usado para identificar a água e materiais orgânicos. Esta será a primeira missão dos EUA para retornar com amostras de um asteróide para a Terra. O lançamento estáestá programada para lançamento em setembro de 2016. O ápice da operação será em 2018 e deve retornar com uma amostra à Terra em 2023 Lockheed Martin

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8.jul.2015 - BRILHO INTENSO - Observações obtidas nos Observatórios de La Silla e Paranal no Chile detectaram uma rara explosão de raios gama de longa duração. Em geral estas explosões - as maiores desde o Big Bang - duram alguns segundos, mas o registro feito em 2011 durou algumas horas, em um dos mais longos registros já feitos. O fenômeno continuou a ser observado e foi associado à supernova chamada de SN 2011kl. O autor principal do estudo, Jochen Greiner, do Instituto Max Planck, diz que os astrônomos pensavam que estas explosões de raios gama tinham origem em estrelas muito massivas - cerca de 50 vezes a massa do Sol - e que assinalavam a formação de um buraco negro. "O caso obriga-nos a considerar alternativas ao cenário de uma estrela em colapso", conclui Greiner. O estudo será publicado na quinta-feira (9) na revista Nature Observatórios de La Silla e Paranal no Chile/ESA

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8.jul.2015 - O Museu de Greenwich, em Londres, anunciou as imagens finalistas de sua competição anual 'Insight - Fotógrafo de Astronomia do Ano'. Entre os que chegaram à final está Brad Goldpaint, com esta imagem de um meteoro passando pelo céu e a Via Láctea sobre o Mount Rainier, no Estado de Washington, nos EUA Brad Goldpaint (EUA)

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8.jul.2015 - O Museu de Greenwich, em Londres, anunciou as imagens finalistas de sua competição anual 'Insight - Fotógrafo de Astronomia do Ano'. Os vencedores das nove categorias e dois prêmios especiais serão anunciados no dia 17 de setembro. Na foto, o cometa Lovejoy passa pelo Sistema Solar em meio a uma névoa esverdeada Michael Jaeger (áÁstria)

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7.jul.2015 - O astronauta Scott Kelly publicou uma imagem da Estação Espacial Internacional chamando-a de "janela para o mundo" Scott Kelly/Reprodução Twitter

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7.jul.2015 - DESFOCADAS, PORÉM COLORIDAS - A Nasa liberou nesta terça-feira imagens inéditas de Plutão. A agência espacial dos Estados Unidos havia perdido momentaneamente o contato com a sonda New Horizons, que irá realizar um voo de reconhecimento de Plutão em 14 de julho. A conexão já foi restabelecida. Na imagem, é possível ver duas facetas do planeta-anão, com pontos misteriosos no equador do corpo celestial. Cada um dos pontos tem cerca de 480 quilômetros de diâmetro Nasa

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6.jul.2015 - Super Hubble - A Aura (Associação de Universidades para Pesquisas em Astronomia) divulgou nesta segunda-feira (6) uma imagem comparativa entre a resolução alcançada pelo telescópio Hubble e a que pretendem alcançar o lançamento, em 2018, do telescópio espacial James Webb (JWST), também apelidado de ?super Hubble?. O novo telescópio será projetado para ver o universo com nitidez cinco vezes maior do que o Hubble pode conseguir e com sensibilidade 100 vezes maior para captar a luminosidade fraca das estrelas. Os cientistas também irão buscar sinais de vida nos diversos planetas similares à Terra AURA

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6.jul.2015 - OLHOS DE JÚPITER - A lua de Júpiter nomeada Europa parece ser cortada por artérias nessa imagem. Esta formação de deve a rachaduras e sulcos, alguns de milhares de quilômetros, nas geleiras existentes que se tornam mais forte com a queda das marés, provocada pela atração gravitacional de Júpiter. A cor surpreendente é devido ao aumento dos minerais contaminantes de baixo da crosta gelada, possivelmente, sais do oceano subterrâneo Universidade do Arizona/JPL/NASA

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1º.jul.2015 - Imagem mostra a cratera mais ativa encontrada na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko pela sonda Rosetta, em imagem divulgada nesta quarta-feira (1º). O cometa, que está sendo estudado, pela Rosetta tem buracos enormes em sua superfície, grandes o suficiente para "engolir a pirâmide de Gizé, do Egito", segundo uma pesquisa publicada nesta quarta-feira ESA/Reuters

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1º.jul.2015 - Imagem mostra a cratera mais ativa encontrada na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko pela sonda Rosetta, em imagem divulgada nesta quarta-feira (1º). O cometa, que está sendo estudado, pela Rosetta tem buracos enormes em sua superfície, grandes o suficiente para "engolir a pirâmide de Gizé, do Egito", segundo uma pesquisa publicada nesta quarta-feira Jean-Baptiste Vincent/Universidade de Maryland/Nature/AFP

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30.jun.2015 - A aproximação dos planetas Vênus e Júpiter pôde ser observada na cidade de Ribeirão Preto. O fenômeno pôde ser visto até ás 20 horas desta terça-feira (30) Joel Silva/Folhapress

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25.jun.2015 - Imagem artística do buraco negro V404 Cygni, que possui uma massa 12 vezes maior que o Sol, em atividade intensa não registrada desde 1989. Há uma semana, o satélite Integral da ESA (Agência Espacial Europeia) tem observado um brilho excepcional produzido pelo buraco negro. Desde os primeiros sinais de tal atividade incomum, os astrônomos monitoram seus diferentes comprimentos de onda através do espectro eletromagnéti ESA/ATG media lab

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25.jun.2015 - A Nasa (Agência Espacial Americana) registrou uma intensa atividade solar nesta quinta-feira (25). As explosões de radiação foram classificadas como M 7.9, um décimo das chamas mais intensas de classificação X. Quando muito intensas, essas radiações podem perturbar a atmosfera na camada onde passam sinais de GPS e telecomunicações NASA/SDO

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24.jun.2015 - Astrônomos descobriram uma imensa nuvem de hidrogênio ao redor do planeta Gliese 436b, em órbita com uma estrela próxima. A enorme cauda gasosa do planeta é cerca de 50 vezes o tamanho da estrela-mãe. A descoberta foi publicada nesta quarta-feira (24) na revista Nature. O hidrogênio está evaporando do planeta devido à radiação extrema da estrela. "Esta nuvem de hidrogênio muito espetacular!" disse David Ehrenreich do Observatório da Universidade de Genebra, na Suíça, principal autor do estudo. "Embora a taxa de evaporação não ameaçe o planeta agora, sabemos que a estrela foi mais ativa no passado. Isso significa que a atmosfera do planeta evaporou-se mais rápido durante seu primeiro bilhão de anos de existência. No geral, estima-se que ele pode ter perdido até 10% do seu ambiente" NASA/ESA/STScI

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23.jun.2015 - Astrônomos do Observatório Chandra de Raios-X da Nasa (Agência Espacial Americana) descobriram o maior e mais brilhante conjunto de anéis produzidos por uma estrela de nêutrons. A descoberta permitirá aos astrônomos uma oportunidade para determinar a distância dos anéis estão da Terra, de lados opostos da Via Láctea. Os resultados foram publicados no periódico "The Astrophysical Journal" S. Heinz/U. Wisconsin/NASA

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23.jun.2015 - AURORA BOREAL - A bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), o astronauta americano Scott Kelly registrou esta aurora boreal no dia 22 de junho. A imagem foi divulgada nesta terça-feira (23) pela Nasa (agência espacial norte-americana) Scott Kelly/Nasa

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19.jun.2015 - O satélite Landsat-8 capturou esta imagem da Baía de San Francisco, no estado da Califórnia (EUA). Em 23 de junho, o primeiro satélite na missão Sentinel-2 será lançado, e vai fornecer as informações sobre a cobertura da terra em uma escala global USGS/ESA

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18.jun.2015 - Ilustração divulgada pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) representaria um vulcão ativo em Vênus ESA/AOES medialab

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Imagem artística da galáxia CR-7, três vezes mais brilhante que a Himiko, até então a mais luminosa ESO/M. Kornmesser

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16.jun.2015 - A Nasa (Agência Espacial Americana) divulgou imagem do avanço da tempestade tropical "Bill" rumo à costa do Texas (EUA). São esperadas chuvas pesadas e ventos fortes, informou o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA. Alertas de inundações-relâmpago estão em vigor no centro do Texas e na área de Houston, regiões onde os alagamentos do mês passado engoliram centenas de veículos e danificaram casas. A previsão é que a tempestade atinja a costa na altura da Baía de Matagorda e se arraste pelo centro do Texas na direção de Austin NASA

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16.jun.2015 - O time de caçadores de buracos negros faz um foto "selfie". Da esquerda para a direita: David Sanchez-Arguelles, Lindy Blackburn, Laura Vertatschitsch, Aleks PopStefanija e Gopal Narayanan Arquivo pessoal/The New York Times

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16.jun.2015 - Cientistas checam as condições do Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México (Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Astrônomo Sheperd Doeleman reage a um relatório de mau tempo na sala de controle do Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. Um grupo de pesquisadores espera usar uma rede de telescópios ligados por antenas para fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - A partir da esquerda: Aleks PopStefanija, Gopal Narayanan e Sheperd Doeleman ajustam o receptor do Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Astrônomo Sheperd Doeleman faz anotações enquanto monitora dados do Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. Um grupo de pesquisadores espera usar uma rede de telescópios ligados por antenas para fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez James D. Lowenthal/Smith College Astronomy Department via The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, fica no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez. A partir de Ciudad Serdan (f), é possível avistá-lo Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Astrônomo Sheperd Doeleman trabalha no Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. Um grupo de pesquisadores espera usar uma rede de telescópios ligados por antenas para fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Cientistas monitoram dados enviados pelo Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. Um grupo de pesquisadores espera usar uma rede de telescópios ligados por antenas para fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Astrônomo Sheperd Doeleman (de cachecol) analisa dados enviados pelo Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. Um grupo de pesquisadores espera usar uma rede de telescópios ligados por antenas para fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Foto da Nasa mostra o centro da Via Láctea, onde o time de caçadores de buracos negros espera encontrar mais detalhes sobre a campo magnético NASA/JPL-Caltech via The New York Times

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16.jun.2015 - Astronauta americano Scott Kelly se propôs a encontrar 'lugar mais azul do planeta' e publicou foto do lago Cuo Womo, também chamado de Co Ogma ou simplesmente lago Womo Divulgação/Nasa

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16.jun.2015 - "Esse lago no nordeste do Himalaia parece o lugar mais azul do mundo visto da Estação Espacial Internacional", escreveu o astronauta americano Scott Kelly em sua conta no Twitter. A foto que acompanha o comentário mostra uma massa de água em forma de coração de um azul tão brilhante que parece modificado pelo Photoshop ou outro programa de edição de imagens. É uma foto do lago Cuo Womo, também chamado de Co Ogma ou simplesmente lago Womo, e o astronauta não mexeu nem um pouco nela ? o lugar é simplesmente assim Divulgação/Nasa

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16.jun.2015 - A costa de Fortaleza (CE) também aparece com azul marcante vista do espaço Divulgação/Nasa

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16.jun.2015 - Astronauta americano Scott Kelly se propôs a encontrar 'lugar mais azul do planeta' e publicou foto de ilhas que fotografou, mas não descreveu a localização Divulgação/Nasa

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16.jun.2015 - Astronauta americano Scott Kelly se propôs a encontrar 'lugar mais azul do planeta' e publicou foto de ilhas que fotografou, mas não descreveu a localização Divulgação/Nasa

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16.jun.2015 - Astronauta americano Scott Kelly se propôs a encontrar 'lugar mais azul do planeta', mas não se limitou a essa cor. Ele compartilha frequentemente imagens com um verde intenso, como o dos campos do sudeste asiático, um tom que, segundo ele, aparece timidamente, mas cada vez com mais frequência nos desertos Divulgação/Nasa

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16.jun.2015 - Astronauta americano Scott Kelly se propôs a encontrar 'lugar mais azul do planeta', mas não se limitou a essa cor. Ele compartilha frequentemente imagens com um verde intenso, e se surpreendeu com a presença da cor verde nos desertos africanos Divulgação/Nasa

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16.jun.2015 - Outra cor retratada pelo astronauta americano Scott Kelly, que se propôs a encontrar 'lugar mais azul do planeta', é o vermelho forte da terra, como o que predomina na África, continente "bonito e diverso", como descreveu ele Divulgação/Nasa

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15.jun.2015 - Após 211 dias de hibernação, o módulo Philae, da sonda Rosetta, transmitiu vários sinais marcando uma retomada intensa das suas atividades. Equipes da ESA trabalham para fazer um plano de voo que possa auxiliar na renovação de pesquisas cientificas. O módulo Philae é o primeiro dispositivo comandado pelo ser humano que conseguiu aterrissar sobre um cometa. A imagem foi divulgada pela ESA (agência espacial europeia) nesta segunda-feira (15) Rosetta/ESA

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15.jun.2015 - Para o olho humano, Mercúrio pode parecer uma 'esfera cinza sem graça', mas essa imagem de cores melhoradas feita pela sonda Messenger da Nasa, mostra outro lado do planeta, com planícies de areia que mesclam tons azulados e delicados fios branco-acinzentado. A imagem foi divulgada pela ESA (Agência Espacial Europeia) nesta segunda-feira (15). A Messenger terminou sua missão no dia 30 de abril deste ano, após passar quatro anos na órbita de Mercúrio, chocando-se com a superfície do planeta. A sonda foi lançada em 2004 e em 2011 se tornou a primeira nave espacial a orbitar em Mercúrio JHU Applied Physics Lab/Carnegie Inst. Washington/Nasa

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12.jun.2015 - Satélite captura imagem da província de Kalimantan Central, na Indonésia, na ilha de Bornéu. Rodeada pelo mar do sul da China, o local já fez parte da Ásia, mas o aumento dos níveis do mar após o final da última Idade do Gelo deixou submersa as áreas mais baixas. Sua floresta tropical é a mais antiga e mais diversificada do mundo. Na imagem, é possível ver o rio Sampit no canto inferior esquerdo. A área é dominada por florestas, onde o solo encharcado impede folhas mortas e madeira de se decompor totalmente, criando uma camada de turfa ácida ao longo do tempo. A ilha tem sido afetada pelo extremo desmatamento nas últimas décadas através de exploração madeireira, o desenvolvimento das plantações, mineração e incêndios florestais ESA

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11.jun,2015 - O astronauta americano Terry Virts registrou uma imagem das Pirâmides de Gizé, no Egito, antes de retornar à Terra, após 199 dias bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). Na postagem no Twitter, Virts comentou: "No meu último dia no espaço consegui ter uma boa visão delas [pirâmides]!" Terry Virts/Twitter

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10.jun.2015 - A astronauta Sam Cristoforetti postou esta última foto do mar do Caribe, antes de retornar à Terra, após 199 dias a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) Samantha Cristoferetti/Twitter

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11.jun.2015 - Última imagem feita pela astronauta italiana Samantha Cristoforetti antes de retornar à Terra, após 199 dias a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) Samantha Cristoferetti/Twitter

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10.jun.2015 - AVESSO À TERMODINÂMICA - Quanto mais próximo da chama de um fogão, mais calor a panela recebe. O que parece óbvio, não funciona no caso do sol. Enquanto a superfície solar é de cerca de 5.537 ºC, a atmosfera atingir 5 milhões de graus Celsius. Uma possível explicação para o fenômeno foi dada por uma equipe da École Polytechnique, na França, em artigo publicado esta semana na revista Nature. Usando novos modelos de computador, eles supõem que a coroa solar de calor escaldante, localizada logo abaixo da superfície que vemos, há uma campo magnético que expulsa o calor Tahar Amari /Centre de physique théorique.CNRS-Ecole Polytechnique

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10.jun.2015 - BRILHO MISTERIOSO - Novas imagens de planeta anão Ceres feitas pela sonda Dawn da NASA a 4.400 quilômetros do planeta. A região com os pontos mais brilhantes é uma cratera de cerca de 90 quilômetros de diâmetro. As manchas consistem em muitos pontos luminosos individuais de diferentes tamanhos, com um conjunto central. Até agora, os cientistas não descobriram nenhuma explicação convincente para explicar a existência de crateras e os pontos brilhantes NASA

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10.jun.2015 - PERDIDA NO ESPAÇO - Embora o universo possa parecer espaçoso, a maioria das galáxias estão aglutinados em grupos ou e um vizinho nunca está longe. Já a galáxia nomeada de NGC 6503 está em uma posição solitária e sua região foi chamada de "local void" (região vazia). NGC 6503 está cerca de 18 milhões de anos-luz de distância da terra e abrange cerca de 30 mil anos-luz, cerca de um terço do tamanho da Via Láctea NASA/ESA

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8.jun.2015 - Imagem divulgada pela Nasa (agência espacial norte-americana) registra um close up de uma cratera de impacto "recente" (em uma escala geológica) na região de Sirenum Fossae em Marte. A cratera parece ser relativamente recente devido à borda bem delineada e ao material expelido. A imagem, feita em 30 de março de 2015, foi feita pela câmera High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE) a bordo do módulo orbital Mars Reconnaissance, da Nasa University of Arizona/JPL/Nasa/EPA/EFE

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8.jun.2015 - A astronauta da Agência Espacial Europeia Samantha Cristoforetti se prepara para voltar à Terra após seis meses e meio na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). A astronauta bateu o recorde de tempo no espaço entre mulheres no dia 6 de junho e retornará juntamente com os astronautas Terry Virts, da Nasa (agência espacial norte-americana), e Anton Shkaplerov, da Roscosmos (agência espacial russa) ESA/NASA

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3.jun.2015 - Imagem divulgada pela Nasa (agência espacial norte-americana) capta o vulcão Wolf, o mais alto pico nas ilhas Galápagos, que entrou em erupção pela primeira vez há 33 anos. Apesar das nuvens, o satélite Earth Observing-1 registrou a imagem da lava fluindo do vulcão para o oceano em 28 de maio. A coloração artificial da foto combina imagens de ondas curtas de infravermelho, próximo de infravermelho e luz verde. As nuvens aparecem branco-azuladas, enquanto a água é vista em azul escuro. As áreas cobertas por mata surgem em verde. Os fluxos de lava são vistos em marrom, enquanto a lava incandescente é laranja e vermelha. O vulcão Wolf está localizado na parte mais ao norte de Isla Isabela, a maior ilha em Galápagos. Segundo autoridades locais, o fluxo de lava não ameaça uma colônia de iguanas rosa que vivem ali perto, uma espécie única Jesse Allen/NASA/via AFP

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3.jun.2015 - Ilustração fornecida pelo Instituto SETI, da Nasa (agência espacial norte-americana) representa Plutão e suas cinco luas de uma perspectiva oposta ao Sol. A imagem foi adaptada de uma ilustração para a missão Voyager I a fim de chamar atenção para as semelhanças entre os sistemas de Plutão e Júpiter Mark Showalter/JPL/NASA, SETI Institute via AP

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2.jun.2015 - Divulgada pela Nasa (agência espacial norte-americana), a imagem feita pela sonda Dawn registra Ceres em 7 de maio de 2015, a uma distância de 13.600 quilômetros NASA/AFP

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25.mai.2015 - A astronauta da ESA (agência espacial europeia) Samantha Cristoforetti, que está a bordo da ISS (Estação Espacial Internacional), postou nesta segunda-feira (25) na sua conta no Twitter uma imagem feita do espaço do rio Okavango, na África austral, que faz fronteira natural entre Angola e Namíbia. Nesta segunda, se comemora o Dia da África Reprodução/Twitter/@AstroSamantha

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25.mai.2015 - O astronauta Terry Virts, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), publicou uma imagem onde a Terra aparece "envolvida" pela luz da aurora boreal Terry Virts/Nasa

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25.mai.2015 - O astronauta Terry Virts, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), compartilhou uma imagem e disse: "O ponto de vista da nossa galáxia do espaço" Terry Virts/Nasa

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23.mai.2015 - A Nasa, a agência espacial norte-americana, descobriu a galáxia mais luminosa do Universo. Ela emite uma luz equivalente a 300 trilhões de sóis. A novidade foi divulgada na publicação "Astrophysical Journal" pela equipe liderada pelo astrônomo Chao-Wei Tsai. A galáxia recebeu o nome de Wise J224607.57-052635.0 Nasa

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13.mai.2015 - Em imagem feita no dia 8 de maio pelo astronauta Scott Kelly, da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), o vulcão monte Etna é visto do espaço. Situado na Sicília, Itália, o vulcão entrou em erupção pela primeira vez há 500 mil anos e continua em atividade até hoje Scott Kelly/NASA/AFP

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13.mai.2015 - A ESA (agência espacial europeia) divulgou nesta quarta-feira (13) imagem tirada a 135 km do centro do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko no último dia 3 pela câmera da sonda Rosetta ESA/Rosetta/NavCam

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13.mai.2015 - Imagem capturada pela sonda Curiosity mostra ondulações de areia encontradas na base do Monte Sharp, nesta quarta-feira (13). A Nasa pretende fazer com que a sonda contorne as ondulações pelo lado direita, com o objetivo de melhorar o caminho para Cuiosity continuar a sua missão de exploração do planeta vermelho Nasa/AFP

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13.mai.2015 - A astronauta da ESA (agência espacial europeia) Samantha Cristoforetti flagrou da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) barcos de pesca iluminando o mar para atrair peixes para as suas redes. A imagem foi feita a 400 km acima do mar. A astronauta comentou: "Barcos de pesca ... e os intrigantes efeitos visuais de como a luz brilha através de uma camada de nuvens!". Muitos peixes e lulas são atraídos pela luz, por isso os pescadores iluminam as embarcações. Nuvens pairando sobre a área desfocaram as luzes; as linhas pretas são áreas sem cobertura de nuvens ESA/Nasa

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12.mai.2015 - A partir da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), o astronauta da Nasa Terry Virts fotografa o nascer do sol sobre o Grand Canyon, nos Estados Unidos. Ele postou a imagem nas redes sociais em 10 de maio. Uma vez que a estação completa cada viagem ao redor do globo em cerca de 92 minutos, a equipe experimenta 16 amanheceres e entardeceres por dia Terry Virts/ISS/Nasa

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5.mai.2015 - O Observatório de Dinâmica Solar da Nasa (agência espacial norte-americana) captou estas imagens de uma significativa explosão solar - como se vê na foto mais à esquerda. Cada imagem registrada sob uma frequência de luz ultravioleta diferente captura a temperatura do material solar Nasa

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30.abr.2015 - A sonda Messenger, da Nasa (agência espacial americana), que orbitou ao redor Mercúrio durante os últimos quatro anos, caiu na superfíice do planeta no dia 30 de abril de 2015. O evento já era previsto, já que a sonda tinha completado sua missão e estava sem combustível. Os controladores da missão no Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Laurel, no estado de Maryland, confirmaram que a Messenger impactou a superfície de Mercúrio, como previsto, às 16h26 (horário de Brasília), formando uma nova cratera no planeta. Antes disso, a Messenger enviou as últimas imagens da superfície de Mercúrio NASA

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30.abr.2015 - Imagens finais transmitidas pela Sonda Messenger à Terra no dia 30 de abril de 2015. As fotos foram tiradas aproximadamente 40 km de altitude acima da superfície de Mercúrio NASA

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5.mai.2015 - Uma equipe de astrônomos, liderada pela Universidade de Yale, nos EUA, encontrou uma galáxia de mais de 13 bilhões de anos, quando o universo tinha apenas 5% da sua idade -- calculada em 13,8 bilhões de anos. A descoberta coloca um novo recorde entre as galáxias mais distantes da Terra. A distância foi determinada pela combinação de dados de três telescópios: Hubble, Spitzer e o Keck I. A nova medição também permitiu aos astrônomos determinar que a galáxia EGS-zs8-1 formava estrelas muito rapidamente, cerca de 80 vezes mais rápido do que nossa Via Láctea, que possui uma taxa de formação de uma estrela por ano. A medição de galáxias a tão longas distâncias é um dos principais desafios para os pesquisadores nas próximas décadas e terá o auxílio do telescópio James Web a partir de 2018 NASA/ESA /Yale University

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4.mai.2015 - Dados coletados pelo robô Curiosity e analisados por pesquisadores da Universidade do Arkansas indicaram que há água na superfície de Marte sob certas circunstâncias. A descoberta foi publicada na edição de maio do periódico Nature Geoscience e está baseada em dois anos de coletada de dados sobre o clima. "O que nós demonstramos é que em circunstâncias específicas, por algumas horas por dia, pode exisir condições adequadas para formação de água salobra na superfície de Marte", explicou um dos coordenadores do estudo, o professor assistente Vincent Chevrier NASA/JPL-Caltech

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23.abr.2015 - Nesta imagem feita em longa exposição, chuva de meteoros líridas é avistada no céu em Thanlyin, em Mianmar. Nesta visão, os meteoros cruzam o céu próximo à Via Láctea. A chuva de meteoros ocorreu a partir de 21 de abril de 2015 Ye Aung Thu/AFP

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28.abr.2015 - Nesta foto de longa exposição, a Via Láctea é avistada a partir da praia Ngwe Saung, a oeste de Pathein em Mianmar Ye Aung Thu/AFP

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4.mai.2015 - Um filamento de luz que se estendeu por metade hemisfério visível do sol entrou em erupção no espaço entre os dias 28 e 29 de abril. A grande explosão de plasma brilhante chamou a atenção de astrônomos de todo o mundo que estudam a estrela que dá nome ao nosso sistema. Os filamentos são vertentes instáveis de material solar suspenso acima do sol por forças magnéticas. O formato de anel na imagem se deve a forma com que os instrumentos do Observatório solar e heliosférico (Soho) é capaz de captar a imagem: inibindo a luz direta do sol. A imagem foi liberada na segunda-feira (4) ESA/NASA/SOHO

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1ºmai.2015 - Imagem da maior depressão vulcânica, chamada de Loki, localizada na lua mais distante de Júpiter, descoberta em 1610 por Galileu Galilei. Essa lua de Júpiter é o corpo celeste mais ativo geologicamente em nosso sistema solar. Há centenas de áreas vulcânicas em sua superfície, coberta em grande parte com enxofre e dióxido de enxofre. O lago de lavas formado de Loki dá origem a um aumento do emissão térmica que tem sido regularmente observado da Terra. Loki, a apenas 124 milhas de diâmetro e pelo menos 373 milhões milhas da Terra, era, até recentemente, pequeno demais para ser analisado em detalhes. As primeiras imagens foram feitas pelo Observatório do grande telescópio binocular, localizado no Arizona LTBO/Nasa

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2.mai.2015 - O astronauta americano Terry Virts, da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) divulgou em sua conta no Twitter o registro da formação de uma tempestade gigante no norte do Pacífico do tamanho do Estado do Alasca Terry Virts/Nasa

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4.mai.2015 - Um filamento de luz solar que se estendeu por metade hemisfério visível do sol entrou em erupção no espaço entre dos dias 28 e 29 de abril. A grande explosão de plasma brilhante chamou a atenção de astrônomos de todo o mundo que estudam a maior estrela que dá nome ao nosso sistema. Os filamentos são vertentes instáveis de material solar suspenso acima do sol por forças magnéticas. O formato de anel na imagem se deve a forma com que os instrumentos do Observatório solar e heliosférico (Soho) é capaz de captar a imagem: inibindo a luz direta do sol ESA/NASA/SOHO

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4.mai.2015 - Um filamento de luz solar que se estendeu por metade hemisfério visível do sol entrou em erupção no espaço entre dos dias 28 e 29 de abril. A grande explosão de plasma brilhante chamou a atenção de astrônomos de todo o mundo que estudam a maior estrela que dá nome ao nosso sistema. Os filamentos são vertentes instáveis de material solar suspenso acima do sol por forças magnéticas. O formato de anel na imagem se deve a forma com que os instrumentos do Observatório solar e heliosférico (Soho) é capaz de captar a imagem: inibindo a luz direta do sol ESA/NASA/SOHO

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3.mai.2015 - Nesta foto postada no Twitter, a astronauta italiana Samantha Cristoforetti bebe café em um copo projetado para uso em gravidade zero na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) NASA

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29.abr.2015 - Imagem de satélite feita pelo Observatório da Terra, pertencente à Nasa (agência espacial americana), registra fumaça sendo expelida pelo vulcão Calbuco no sul do Chile. A foto foi feita no dia 25 de abril e divulgada nesta quarta-feira (29) NASA Earth Observatory

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26.abr.2015 - Imagem de um ponto não identificado do continente africano feita pelo astronauta Scott Kelly da Estação Espacial Internacional. Em sua conta no Twitter ele comenta: "Não parece real, mas garanto a vocês que tirei esta foto hoje" Scott Kelly/NASA

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26.abr.2015 - O astronauta Scott Kelly, tripulante da ISS (Estação Espacial Internacional), mostra a ilha de Bahamas vista do espaço para sua filha mais nova durante sua primeira conversa em vídeo com ela Scott Kelly/NASA

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26.abr.2015 - "Algumas vezes a Terra parece outro planeta vista da ISS", comenta em sua conta no Twitter o astronauta Scott Kelly, tripulante da ISS (Estação Espacial Internacional) Scott Kelly/NASA

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27.abr.2015 - Imagem feita por astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) registra a cidade de Florianópolis (SC). No centro da foto é possível ver as pontes que dão acesso à ilha, na região oeste, e na região inferior direita, o aeroporto Internacional Hercílio Luz. Próximo ao aeroporto a foto capta uma água marrom, saída de um pequeno córrego. De acordo com a Nasa, em muitas imagens da zona costeira é possível observar a poluição das cidades. A imagem foi feita em 10 de abril e divulgada nesta segunda-feira (27) JSC/NASA

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24.abr.2015 - Em 24 de abril de 1990, o ônibus espacial Discovery levou o Telescópio Espacial Hubble, uma criação dos Estados Unidos e da Europa ao espaço, inaugurando uma nova era na astronomia NASA/JSC

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24.abr.2015 - Um problema inicial com um de seus espelhos foi consertado em 1993. Desde então, o Hubble forneceu aos astrônomos imagens de qualidade impressionante. Isso era possível porque o telescópio ficava acima da atmosfera terrestre. Nesta foto, um halo de luz aparece em volta de uma estrela chamada de V838 Monocerotis NASA/Hublle Heritage Team

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24.abr.2015 - Mas não só os astrônomos ficaram fascinados pelas imagens do Hubble. A beleza de fotos como esta, na nebulosa Cabeça de Cavalo, encantaram pessoas em todo o mundo. NASA/ESA/Hublle Heritage Team

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25.abr.2015 - O teléscopio recebeu este nome por causa do astrônomo americano Edwin Hubble, o primeiro a comprovar a existência de galáxias para além da Via Láctea. Na imagem, a nebulosa planetária Espiral (NGC 5189). NASA/Hublle Heritage Team

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24.abr.2015 - Desde a confirmação da existência de buracos negros gigantes no espaço até o refinamento da idade do Universo, o Hubble participou de muitos dos principais avanços da astronomia moderna. Nesta foto vê-se a galáxia M104, apelidada de Galáxia do Sombreiro NASA/Hublle Heritage Team

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24.abr.2015 - Em 24 de fevereiro de 2009, quando os anéis de Saturno estavam bastante finos e planos, o Hubble localizou quatro das luas de Saturno enquanto elas passavam pela face do planeta. Nesta imagem, a lua alaranjada Titã faz uma sombra redonda e profunda na borda superior do disco de Saturno. NASA/ESA/Hublle Heritage Team

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24.abr.2015 - O gigante gasoso Júpiter tem um dos climas mais extremos e violentos do Sistema Solar. Tempestades e e ciclones enormes como a Grande Mancha Vermelha (na foto) ocorrem em sua atmosfera densa, com raios milhares de vezes mais brilhantes do que os da Terra NASA/ESA/A. Simon

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24.abr.2015 - Esta imagem mostra uma vista panorâmica de cerca de 100 mil estrelas dentro do aglomerado globular Omega Centauri, na constelação de Centaurus. As cores revelam estrelas em estágios diferentes de suas vidas NASA/ESA/J Anderson/R van de Marel

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24.abr.2015 - O teléscopio recebeu este nome por causa do astrônomo americano Edwin Hubble, o primeiro a comprovar a existência de galáxias para além da Via Láctea. Na imagem, a nebulosa planetária Espiral (NGC 5189) NASA/ESA/Hubble SM4 Ero Team

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24.abr.2015 - A nebulosa de Órion, também conhecida como Messier 42m é uma nuvem interestelar de gás e poeira. Ela pode ser vista a olho nu da Terra, mas o telescópio revelou seus detalhes NASA/ESA/M Robberto (Space Telescope Institute/ESA) Hubble Space Telescope Orion Treasury Project Team

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24.abr.2015 - Nesta imagem, uma pequena parte da nebulosa Cabeça de Macaco mostra uma coleção de nós de gás e poeira cujas silhuetas aparecem desenhadas pelo gás brilhante atrás delas NASA/ESA/Hublle Heritage Team (STScI/AURA)

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24.abr.2015 - Esta galáxia em espiral colorida, conhecida como M83, está localizada na constelação de Hidra. Também chamada de Galáxia Catavento do Sul, ela é consideravelmente menor do que a Via Láctea, mas produz estrelas mais rápido NASA/ESA/Hublle Heritage Team (STScI/AURA)

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A nebulosa do Caranguejo é composta principalmente dos restos de uma supernova (uma explosão estelar). No coração da nuvem de gás colorido é possível ver um pulsar ? uma estrela de nêutron girando rapidamente. Ela emite ondas de rádio que passam pela Terra 30 vezes por segundo NASA/ESA/J Hester (Arizona State University)

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24.abr.2015 - Usando o Telescópio Espacial Hubble, astrônomos conseguiram medir o movimento de estrelas em aglomerados. A maioria das estrelas são formadas em aglomerados como o desta foto, na nebulosa NGC 3603 ? um dos maiores e mais densos da Via Láctea NASA/ESA/University of Virginia/National Intitute for Astrophysics, Italy/Universities Space Research Association/Ames Research Center/WFC3 Science Oversight Committee/Hubble Heritage Team

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24.abr.2015 - Parte do estado norte-americano da Flórida é retratada em imagem do satélite Sentinel-1ª, da Agência Espacial Europeia. A península fica entre o Golfo do México e o oceano Atlântico. O grande volume de água visto como 'um buraco escuro' no alto é o lago Okeechobee, raso e de água doce, com apenas quatro metros de profundidade. Na parte de terra, no extremo da imagem, está localizado o Parque Nacional de Everglades, conhecido por sua área subtropical ESA/Divulgação

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23.abr.2015 - O Telescópio Espacial Hubble é fotografado suspenso pelo Sistema Manipulador Remoto (RMS, na sigla em inglês) a partir da nave espacial Discovery, em 25 de abril de 1990. Lançado em abril de 1990, o Hubble completa 25 anos e nesse período teve um papel fundamental nos avanços da pesquisa científica espacial Xinhua/Nasa/Zumapress

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22.abr.2015 - A galáxia Sothern Pinwheel, que está a 15 milhões de anos-luz da terra, é uma das imagens que faz parte do livro "Expanding Universe", de Taschen. A obra recopila 25 anos de imagens enviadas à Terra pelo telescópio Hubble EFE

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21.abr.2015 - Imagem divulgada pela Nasa (agência espacial americana) registra pontos luminosos no planeta anão Ceres, em fotos feitas pela sonda Dawn a uma distância aproximada de 46 mil quilômetros. Imagem feita em 19 de fevereiro de 2015 JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA/NASA

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16.abr.2015 - Impressão artística cedida pelo Observatório Europeu Austral (ESO, na sigla em inglês) registra o entorno de um buraco negro supermassivo. O buraco aparece rodeado por um disco brilhante de acreção de material muito quente que desliza em sua direção. Com alguma frequência, jatos expelem material a uma alta velocidade a partir dos polos do buraco, que podem atingir grandes distâncias no espaço. Observações conduzidas com a ALMA (Atacama Large Millimeter Array) detectaram um campo magnético muito forte próximo ao buraco negro perto da base do jato L.Calcada/ESO/EFE

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15.abr.2015 - A Nasa (Agência Espacial Americana) publicou nesta quarta-feira (15) a primeira imagem em cores de Plutão e sua lua maior, Caronte, obtida pela sonda New Horizons, que deve chegar ao planeta anão no mês de julho NASA

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13.abr.2015 - Novas imagens de Ceres, que ainda não tem classificação definida e é atualmente reconhecido como planeta-anão, voltaram a intrigar os cientistas. Enquanto um ponto registrado pela sonda Dawn mostra um ambiente gelado, outro parece longe disso. As hipóteses para o estaria no ponto 1, variam de "gelo" a "minerais hidratados". Para o coordenador do estudo, Federico Tosi, a presença de gelo seria difícil de explicar porque Ceres está em uma área não muito longe o suficiente do Sol para permitir a formação de "gelo estável" na superfície, explicou durante a Assembleia Geral da União Europeia de Geociências NASA/JPL-Caltech/UCLA/ASI/INAF

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13.abr.2015 - A Agência Espacial Europeia divulgou nesta segunda-feira (13) imagens da superfície do cometa 67P feitas pela sonda Rosetta entre 31 de janeiro e 25 de março deste ano, a distância de 30 a 100 km do cometa. Em exatos quatro meses, o cometa atingirá seu ponto mais próximo do sol da sua órbita: 185 milhões de quilômetros, situada entre as órbita da Terra e Marte ESA/Rosetta/NAVCAM

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6.abr.2015 - A duas semanas do fim das inscrições do prêmio "Fotógrafo de Astronomia do Ano Insight", a BBC separa algumas das belíssimas imagens que foram cadastradas até agora, incluindo esta foto, de Martin Giertl, da Via Láctea sobre os lagos Elfin, no Canadá Martin Giertl

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6.abr.2015 - Valery Shamukov inscreveu essa imagem do Sol, fotografada com uma gama de cores bem reduzida Valery Shamukov

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6.abr.2015 - "Este local é chamado de Monjes de la Pacana, perto da tríplice fronteira entre Bolívia, Chile e Argentina", disse o fotógrafo Adhemar Duro Jr. "Os monges (monjes, em espanhol) são formações rochosas gigantes e o monolito fotografado aqui é o mais emblemático de todos eles, tendo o tamanho de um prédio pequeno" Adhemar Duro Jr

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6.abr.2015 - Sebastián Guillermaz passou longas horas de uma noite tentando fotografar um cometa. Infelizmente, não conseguiu, mas, enquanto deixava o local, teve a sorte de testemunhar esta vista belíssima da Lua Sebastián Guillermaz

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6.abr.2015 - Esta foto da Lua sobre o iluminado castelo de Edimburgo, na Escócia, no Natal de 2014 foi enviada por Grant Ritchie Grant Ritchie

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6.abr.2015 - Este espetáculo da aurora boreal sobre Trwyn Du, no País de Gales, foi registrado por Adrian Kingsley-Hughes Adrian Kingsley-Hughes

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6.abr.2015 - Esta imagem de Mark Hanson é a Nebulosa do Coração, IC 1805, Sh2-190, que fica a cerca de 7,5 mil anos-luz de distância da Terra na constelação de Cassiopeia Mark Hanson

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6.abr.2015 - Esta vista panorâmica do céu à noite no Parque Nacional dos Arcos, no Utah, foi composta por David Toussaint a partir de mais de 20 cliques individuais David Toussaint

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6.abr.2015 - Esta imagem da Nebulosa de Eta Carinae, que fica a cerca de 7.500 anos-luz do Sol, foi feita por Stephen Mohr Stephen Mohr

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6.abr.2015 - Dave Brosha registrou o momento em que o amigo Paul Zizka, também fotógrafo, acompanhava a aurora boreal Dave Brosha

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6.abr.2015 - Outra imagem da aurora boreal. Esta, de Kolbein Svensson, foi feita com cinco fotos verticais que, juntas, criam uma panorâmica Kolbein Svensson

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6.abr.2015 - A lagoa Waldronville em Otago, na Nova Zelândia, é o cenário para essa foto de Ian Griffin que mostra a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) passando no campo de visão. Fotógrafos têm até o dia 16 de abril para inscrever suas imagens pelo site www.rmg.co.uk/astrophoto Ian Griffin

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1°.abr.2015 - O tufão Maysak, formado em região próximo às Filipinas, é fotografado pela astronauta Samantha Cristoforetti da ISS (Estação Espacial Internacional). O tufão atingiu a categoria 5, a máxima em escala de intensidade dos ventos. As Filipinas colocaram tropas em alerta para a aproximação do Maysak, que deve, no entanto, perder força antes de se aproximar da costa do país Samantha Cristoforetti/NASA

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30.mar.2015 - Um cenário de nuvens de fogo, mares de magma e rajadas de vento quente. Nada disso há nesta imagem. Trata-se da Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia fria composta de gás, poeira e estrelas. A imagem, obtida pelo observatório espacial Herschel, da ESA (Agência Espacial Europeia) e pelo telescópio Spitzer, da Nasa (agência espacial dos EUA), mostra as diferenças de temperatura de regiões distintas do aglomerado. As manchas em laranja escuro e as áreas verdes e vermelhas são de poeira fria. Já as em azul e branco são locais quentes, onde há formação de estrelas. Na área brilhante localizada na parte inferior esquerda está a nebulosa da Tarântula, um verdadeiro berçário de estrelas, região de imenso calor ESA/Nasa

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30.mar.2015 - ILHA DE FOLHAS - Foto tirada da ISS (Estação Espacial Internacional) revela vista do espaço do deserto do Saara e da vegetação das zonas semi-áridas conhecidas como Sahel. Na grande mancha de vegetação que aparece na imagem está localizado o lago Chade, na fronteira entre o Chade e a Nigéria. A região possui mais de 200 km de largura Nasa/AFP

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27.mar.2015 - Os astronautas embarcam na nave espacial Soyuz TMQ-16M nesta sexta-feira (27). No topo, Mikhail Kornienko, cosmonauta da agência espacial russa (Roscosmos), no centro o astronauta da Nasa Scott kelly e o cosmonauta Gennady Padalka, também da Roscosmos. Bill Ingalls/NASA

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26.mar.2015 - A astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA) Samantha Cristoforetti registrou essas imagens durante sua missão de seis meses no espaço. Ao viajar a uma velocidade de 28 mil quilômetros por hora, os astronautas podem aproveitar o nascer e pôr do sol 16 vezes por dia, já que a estação circula o planeta Terra. As cores aparecem como se a luz do sol fatiasse a atmosfera. O pôr do sol acontece muito rápido em órbita. Essas duas foto foram tiradas dois minutos antes do sol desaparecer e 45 minutos depois ele estava de volta Samantha Cristoforetti/ESA

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25.mar.2015 - Astrônomos descobriram que os ventos de gás interestelar emitidos por um buraco negro supermassivo estão impedindo a criação de novas estrelas. Os buracos negros supermassivos são encontrados no coração da maioria das galáxias, sendo muito compactos, densos e com uma massa que supera bilhões de vezes a do nosso Sol. A maioria é passivo, como o que existe dentro da Via Láctea. Porém, outros, devoram a matéria com incrível apetite. O estudo foi publicado nesta semana na revista Nature. O registro foi feito no observatório espacial Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA) ESA/ATG medialab

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25.mar.2015 - A nave espacial Soyuz TMA-16M é rebocada de hangar para ser colocada em plataforma de lançamento no cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. O astronauta americano Scott Kelly e os cosmonautas russos Mikhail Kornienko e Gennady Padalka partirão na Soyuz rumo à ISS (Estação Espacial Internacional) no dia 28 de março (no horário do Cazaquistão). Em viagem de um ano, Kelly e Kornienko voltarão para a Terra em março de 2016, a bordo da Soyuz TMA-18M NASA/Bill Ingalls

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24.MAR.2015 - 24.mar.2015 - MARATONA EM MARTE - O módulo Opportunity, da Nasa (agência espacial americana) fez estas imagens do Vale Maratona, um local a oeste da borda da cratera Endeavour em 6 de janeiro de 2015 e divulgada hoje. O local foi escolhido como área de pesquisa porque observações haviam mostrado que o instrumento de leitura (Compact Reconnaissance Imaging Spectrometer for Mars ou CRISM) a bordo da sonda Mars Reconnaissance teria registrado evidência de minerais de barro, uma pista que poderia levar a ambientes com a existência de água há muitos anos. Quando o robô terminar sua exploração no vale já terá excedido a distância de uma autêntica maratona olímpica, ou seja, 42 quilômetros pelo planeta vermelho NASA/AP

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24.mar.2015 - O módulo Opportunity, da Nasa (agência espacial americana) fez esta imagem de um morro na superfície de Marte em 6 de janeiro de 2015 e divulgado hoje. O robô completou uma maratona de 42 quilômetros pelo planeta NASA/AP

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24.mar.2015 - A galáxia anã Zwick 18 pode ajudar a explicar a origem do universo. NASA, ESA Y. Izotov (MAO, Kyiv, UA) and T. Thuan (University of Virginia)

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24.mar.2015 - Sonda Mars Orbiter: missão enviada pela Índia a Marte foi prorrogada por seis meses graças a um excedente de combustível a bordo da nave Divulgação

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Planeta Terra Wikimedia

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Distância entre a Terra e a Lua Wikimedia

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Os planetas do Sistema Solar cabem quase inteiramente no espaço entre a Terra e a Lua woahdude/reddit

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A terra cabe 5,6 vezes no espaço da largura dos anéis de Saturno Nasa/astronomycentral.co.uk

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Sol é maior que todos os planetas do Sistema Solar juntos Wikimedia

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UY Scuti, maior estrela conhecida, tem 1.700 vezes o diâmetro do Sol en.es-static.us/Arte UOL

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Há mais estrelas no Universo do que grãos de areia em todas as praias Wikimedia/Arte UOL

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A olho nu vemos apenas as estrelas mais próximas da Via Láctea, que estão a poucas centenas de anos-luz de nós Wikimedia/Arte UOL

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Galáxias mais antigas do Universo, em imagens feitas pelo telescópio Hubble Nasa

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Big Bang Nasa

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A maior galáxia conhecida, IC1101, é 60 vezes maior que a Via Láctea cdn1.qcmeme.ca/Arte UOL

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Buracos negros D. Benningfield/K. Gebhardt/StarDate/Arte UOL

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Universo Wikimedia/Arte UOL

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Composição do universo Arte UOL

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18.mar.2015 - A agência espacial europeia divulgou imagem feita no sábado (14) pela câmera de navegação da sonda Rosetta a uma distância de 85,7 km do centro do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. A imagem mostra as estruturas do 67P/C-G. A região de Anuket pode ser vista à direita, enquanto Hathor está à esquerda, sem visibilidade devido a uma combinação de sombras e da nebulosidade resultantes da atividade perto da região do pescoço ESA/Rosetta

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18.mar.2015 - As explosões estelares ajudam cientistas a compreenderam melhor como as estrelas nascem, vivem e morrem e como interagem com o meio ao redor. Usando o Observatório Chandra de raio-x, da Nasa, astrônomos tem estudado uma estrela em participar, a GK Persei, o que pode ajudar a desvendar a dinâmica de outras erupções estelares maiores. Hoje, os astrônomos citam a GK Persei como uma "nova clássica", formada por uma explosão termonuclear na superfície de uma estrela anã branca, o remanescente denso de uma estrela semelhante ao Sol. Em 1901, a GK Persei se tornou uma sensação no mundo astronômico quando apareceu de repente como uma das estrelas mais brilhantes no céu Nasa/Divulgação

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18.mar.2015 - Concepção artística da sonda MAVEN (Mars Atmosphere and Volatile Evolution, em inglês) com foco na "aurora luzes de Natal" em Marte. As observações da MAVEN mostram que a autora em Marte é similar às auroras boreais na Terra, mas têm uma origem diferente University of Colorado/NASA

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25.fev.2015 - Imagem feita pela sonda Messenger da superfície de Mercúrio revela crateras e escarpas que se estendem durante quilômetros NASA

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18.mar.2015 - A Nasa (agência espacial americana) divulgou o que vem sendo considerado pelos cientistas como as melhores imagens do planeta Mercúrio. Enviadas pela sonda Messenger, que se aproxima do final de sua missão, previsto para 30 de abril, as imagens revelam as profundezas de crateras, com gelo em sua superfície, apesar de o planeta estar tão próximo do Sol. Sombras permanentes nas crateras de Mercúrio permitem que o gelo 'sobreviva' nas superfície. As fotos foram divulgadas em 16 de março JHUAPL/Carnegie/NASA

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