Estudo vincula má-formações congênitas ao zika na Colômbia

Londres, 4 Mar 2016 (AFP) - Uma equipe de pesquisadores encontrou na Colômbia os primeiros casos que vinculam má-formações congênitas em recém-nascidos com o vírus da zika na mãe, informou nesta sexta-feira a revista científica Nature.

Segundo a publicação, investigadores da Rede Colombiana de Colaboração contra a zika (RECOLZIKA), formada por uma equipe de pesquisadores, "diagnosticou um recém-nascido com microcefalia e a outros dois com anomalias cerebrais congênitas".

"Os três deram positivo para a presença do vírus do zika", acrescentou o artigo, especificando que os especialistas enviaram seu estudo para uma revista britânica.

Com dezenas de milhares de infectados, a Colômbia é o segundo país com mais casos de zika depois do Brasil (1,5 milhão), mas até agora não havia registrado casos de microcefalia como ocorreu no Brasil.

No mês passado, o Brasil relatou 583 casos confirmados de recém-nascidos com a má-formação congênita irreversível desde outubro de 2015, quatro vezes mais do que a média anual.

bur-lm/ja/mm

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