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Alberto Bombig

REPORTAGEM

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No Pará, Barbalho deverá abrir palanque para quase todos os presidenciáveis

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) - FáTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) Imagem: FáTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Alberto Bombig

Alberto Bombig é jornalista com passagens pela Folha de S. Paulo, revista Época e O Estado de S. Paulo.

Colunista do UOL

04/08/2022 15h11Atualizada em 04/08/2022 17h17

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), oficializa sua candidatura à reeleição e decidiu que abrirá seu palanque para todos os presidenciáveis de partidos que integram sua coligação. Isso significa que, ao menos em tese, ele, líder nas pesquisas e com boas chances de vencer no primeiro turno, poderá receber durante a campanha praticamente todos os candidatos ao Planalto neste ano.

Nesta sexta-feira (5), por exemplo, Barbalho deverá receber Simone Tebet, a presidenciável de seu partido, na convenção do MDB que homologará a candidatura do governador à reeleição. Também formam a coligação em torno de Barbalho o PT, de Lula, o PDT, de Ciro Gomes, e a União Brasil, de Soraya Thronicke, e o Avante, de André Janones.

Entre os partidos da coligação, há ainda os que estão com Jair Bolsonaro no plano nacional, como PP, por exemplo. Apesar de ser considerado um adversário do presidente, Barbalho, segundo apurou a coluna, não descarta subir no mesmo palanque que ele por uma questão de isonomia dentro da chapa. A hipótese, porém, é considerada remota.

Até o momento, MDB, PSB, PP, União Brasil, PSD, Republicanos, PSDB, Cidadania, PDT, PT, PV, PCdoB, PTB, Podemos, DC, Avante e Agir formam a coligação de partidos que apoiam a candidatura à reeleição de Helder Barbalho ao Governo do Pará.

O governador do Pará e o presidente da República, que apoia a candidatura de Zequinha Marinho (PL), tiveram sérias divergências durante os piores momentos da pandemia da covid-19. Em abril, durante evento no estado, Bolsonaro fez críticas indiretas a Barbalho, que adotou medida restritivas para contar o avanço do vírus.