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Mauricio Stycer

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

Folha: Série "A Amiga Genial" é televisão genial

Gaia Girace e Margherita Mazzucco, que interpretam Raffaella Cerullo, a Lila, e Elena Greco, a Lenu, na série "A Amiga Genial" - HBO / Divulgação
Gaia Girace e Margherita Mazzucco, que interpretam Raffaella Cerullo, a Lila, e Elena Greco, a Lenu, na série "A Amiga Genial" Imagem: HBO / Divulgação
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Mauricio Stycer

Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na "Folha de S.Paulo". Começou a carreira no "Jornal do Brasil", em 1986, passou pelo "Estadão", ficou dez anos na "Folha" (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o "Lance!" e a "Época", foi redator-chefe da "CartaCapital", diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros "Adeus, Controle Remoto" (editora Arquipélago, 2016), "História do Lance! ? Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo? (Alameda, 2009) e "O Dia em que Me Tornei Botafoguense" (Panda Books, 2011). Contato: mauriciostycer@uol.com.br

Colunista do UOL

23/04/2022 07h01

A HBO terminou de exibir nesta semana a terceira temporada de "A Amiga Genial", possivelmente a melhor ficção que a televisão levou ao ar em 2022, mas a repercussão não chegou aos pés da última, ou da penúltima, ou da antepenúltima série sobre golpistas da Netflix.
(...)
"A Amiga Genial" é a reconstituição da amizade de duas amigas, segundo as lembranças e reflexões de uma delas, Elena Greco, a Lenu, que idolatra a outra, Raffaella Cerullo, a Lila. Ambas de origem humilde, se conheceram ainda crianças em Nápoles, na década de 1950.
(...)
O tema central a série é a sororidade e a afirmação feminina, a luta da mulher pelo direito de escolher os parceiros, manifestar desejos e definir os próprios caminhos pessoais e profissionais. A narrativa de Elena Ferrante mostra que a resistência, o machismo estrutural, está em toda parte --dentro da própria casa e na rua, entre os aprendizes de mafiosos e os professores universitários, entre os mais humildes e os ricos.

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