Raquel Landim

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Gabriela Hardt reclama de falta de acesso a autos de processo da Lava Jato

A defesa da juíza Gabriela Hardt ainda não teve acesso aos autos completos da correição dos processos da Lava Jato, apurou o UOL.

Até sexta-feira, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decide se abre ou não processo administrativo contra a magistrada e contra dois desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

O corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão, anexou o relatório da inspeção feita na 13ª Vara de Curitiba aos autos do processo, mas fontes próximas à defesa de Gabriela dizem que não tiveram acesso aos elementos de prova.

Salomão chegou a suspender a juíza de suas funções, mas a liminar foi derrubada pelo plenário do CNJ. Agora a decisão será sobre a abertura ou não do processo administrativo de um caso envolvendo a homologação da fundação Lava Jato, quando Hardt atuou como substituta do ex-juiz Sergio Moro, hoje senador .

Salomão afirma em seu relatório que Hardt cometeu irregularidades em decisões que repassaram de R$ 2 bilhões para um fundo que seria gerido pela fundação, cuja criação foi barrada pelo Supremo Tribunal Federal.

A defesa da juíza argumenta que ela apenas homologou acordos autorizados pela Justiça e que não há provas de irregularidades.

Procurados, Gabriela Hardt e o corregedor-geral não se manifestaram.

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