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Morte de Adriano é fruto de operação policial suspeita, diz estudioso

Reinaldo Azevedo

Reinaldo Azevedo, que publicou aqui o primeiro post no dia 24 de junho de 2006, é colunista da Folha e âncora do programa "O É da Coisa", na BandNews FM. No UOL, Reinaldo trata principalmente de política; envereda, quando necessário - e frequentemente é necessário -, pela economia e por temas que dizem respeito à cultura e aos costumes. É uma das páginas pessoais mais longevas do país: vai completar 13 anos no dia 24 de junho.

Colunista do UOL

10/02/2020 16h02

Uma operação policial fruto de um ano de trabalho de investigação, inteligência e cooperação que culmina, não com a prisão, mas com a morte de um foragido peça-chave em casos que movimentam a República. Isso é um grande azar ou um caso de queima de arquivo.

O sociólogo e estudioso das milícias, José Cláudio Souza Alves, aponta para evidências de que a morte do ex-capitão do Bope, Adriano Magalhães da Nóbrega, durante operação conjunta das polícias da Bahia e do Rio de Janeiro no domingo (9), seja um exemplo da segunda hipótese. Uma queima de arquivo.

Acusado pelo Ministério Público de ser chefe do grupo miliciano que atua na região de Rio das Pedras, zona oeste do Rio, Adriano estava foragido havia um ano. Localizado na Bahia, ele estava num sítio no município de Esplanada, no interior do estado.(...)

Leia a íntegra na Folha.

Leia ainda neste blog, outros textos sobre a morte do ex-PM como:

Morte de Adriano torna operação da polícia da BA malsucedida por definição e

Há 11 dias, Moro disse, na prática, um "dane-se" para Adriano. E aconteceu!