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Reinaldo Azevedo

Preso secretário de Educação do RJ; filha de Jefferson tem prisão decretada

Pedro Fernandes, que ficou em prisão domiciliar por causa da Covid-19, e Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson, com prisão decretada - Domingos Peixoto/Agência O Globo; Reprodução/Arquivo Pessoal
Pedro Fernandes, que ficou em prisão domiciliar por causa da Covid-19, e Cristiane Brasil, filha de Roberto Jefferson, com prisão decretada Imagem: Domingos Peixoto/Agência O Globo; Reprodução/Arquivo Pessoal
Reinaldo Azevedo

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Reinaldo Azevedo, que publicou aqui o primeiro post no dia 24 de junho de 2006, é colunista da Folha e âncora do programa “O É da Coisa”, na BandNews FM. No UOL, Reinaldo trata principalmente de política; envereda, quando necessário — e frequentemente é necessário —, pela economia e por temas que dizem respeito à cultura e aos costumes. É uma das páginas pessoais mais longevas do país: vai completar 13 anos no dia 24 de junho.

Colunista do UOL

11/09/2020 08h24

Foi preso, na manhã desta sexta-feira, o secretário estadual de Educação do Rio, Pedro Fernandes. Agentes estiveram na casa dele, num condomínio na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Ele apresentou aos policiais um exame que mostra estar com Covid-19 e, por isso, ficará em prisão domiciliar. A ação faz parte da segunda fase da Operação Catarata, que investiga supostos desvios em contratos de assistência social. A ex-deputada Cristiane Brasil também teve a prisão decretada e é procurada. Agentes foram ao prédio onde ela mora, em Copacabana, mas não a encontraram. As buscas continuam. Outras três pessoas foram presas. As informações são da TV Globo e do G1.

Em julho de 2019, na primeira etapa da Operação Catarata, a Polícia Civil e o Ministério Público prenderam sete pessoas suspeitas de fraudes em licitações da Fundação Estadual Leão XIII, da qual Pedro Fernandes foi presidente. As investigações continuaram e, segundo a força-tarefa, o esquema incluiu secretarias municipais do Rio: a de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida e a de Proteção à Pessoa com Deficiência.

Os contratos investigados foram firmados entre 2013 e 2018 e custaram quase R$ 120 milhões aos cofres públicos. De acordo com o MP, sobre os serviços contratados, eram cobradas vantagens indevidas. Os valores variariam entre 5% a 25% do preço acertado.
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No Globo

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