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Reinaldo Azevedo

Governo Bolsonaro desconfiava de contratos de vacinas e apostava em spray

11/06/2021 12h34

Telegramas secretos do Itamaraty, em posse da CPI da Covid e obtidos pelo GLOBO, relatam que, em fevereiro deste ano, o governo brasileiro ainda resistia a assinar contrato para adquirir vacinas das farmacêuticas Pfizer e Janssen, que já tinham selado acordo com cerca de 70 países para fornecer bilhões de doses.

Classificado como "secreto" e com prioridade "urgente", um dos telegramas foi endereçado pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) a 19 embaixadas brasileiras. O documento, enviado em 24 de fevereiro deste ano, solicitava que os diplomatas sediados em diferentes países fizessem uma "consulta informal às autoridades locais" sobre os termos dos contratos confidenciais assinados com a Pfizer e Johnson. (...) Leia íntegra n'O Globo.