Quebra de sigilo telefônico custa a partir de R$ 600 no Espírito Santo, diz jornal

Do UOL Notícias
Em São Paulo

Detetives particulares no Espírito Santo oferecem serviços de quebra de sigilo de telefones celulares a partir de R$ 600, afirma o jornal capixaba "A Tribuna". A atividade proibida por lei teria participação de funcionários de operadoras de celulares no esquema, dizem fontes consultadas pela reportagem do diário.

Seis entre doze detetives consultados pelo jornal admitiram fazer a quebra de sigilo, mas apenas dois aceitaram dar detalhes por telefone. Nenhum deles sabia que estava falando com um jornalista. Os preços pelo serviço iam de R$ 600 por três meses de investigação a R$ 1.000 por um mês.

A quebra de sigilo telefônico não monitora o conteúdo das ligações, como é o caso dos grampos. Porém, discrimina chamadas discadas e recebidas e a duração de cada uma, além de data e hora.

De acordo com "A Tribuna", os espiões particulares atendem principalmente casais com suspeitas de traição, empresários desconfiados de funcionários e pais que acreditam que seus filhos estejam usando drogas.

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