Cortadores de cana fazem paralisação no interior de São Paulo

Do UOL Notícias
Em São Paulo

Os cortadores de cana da CERP (Central Energética de Ribeirão Preto) fizeram paralisação hoje de manhã no pátio da usina para reivindicar o pagamento do fundo de garantia.

  • Edson Silva/Folha Imagem

    Cortadores de cana cruzam
    os braços no pátio da usina

Segundo Sílvio Palviqueres, presidente do Sindicato dos Empregados Rurais de Ribeirao Preto, a paralisação ocorreu "por engano": "A usina já depositou os fundos de garantia, mas por algum problema, quando alguns trabalhadores 'puxam' pelo cartão cidadão, o valor não aparece. Se eles forem na Caixa Econômica Federal, vão ver que os depósitos estão lá, porque nós vimos os comprovantes da usina", disse.

Sem receber o dinheiro do fundo de garantia desde abril, os trabalhadores, através do sindicato, conseguiram junto ao Ministério do Trabalho que a usina passasse a depositar os valores atrasados a partir de junho desse ano. Segundo Palviquieres, a empresa precisa pagar toda a dívida até o fim da safra, em novembro. Os cortadores de cana recebem um salário médio de 800 reais, acrescido de 8% referente ao fundo de garantia.

Palviqueres disse que membros do sindicato já foram até a usina para explicar o ocorrido para os trabalhadores. Participaram da paralisação cerca de 40 dos 1.200 funcionários da usina.

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