Após assembléia, bancários decidem continuar a greve

Stênio Ribeiro
Repórter da Agência Brasil
Em Brasília

A assembléia dos bancários, realizada há pouco, decidiu continuar a greve da categoria, na expectativa de que os banqueiros melhorem a contraproposta salarial, que oferece reajuste de 9% para salários de até R$ 1,5 mil e de 7,5% para quem ganha acima disso. Os bancários reivindicam 14% em todos os níveis.

A informação foi transmitida pelo diretor-executivo do Sindicato dos Bancários de Brasília, Eduardo Araújo. Segundo ele, está agendada nova assembléia para as 18h de amanhã (21), quando o Comando Nacional do movimento fará mais uma avaliação dos ânimos da paralisação nos Estados.

A orientação do Comando é manter a paralisação até que os bancos apresentem uma proposta que contemple as reivindicações da categoria.

Além do reajuste, os bancários pedem valorização dos pisos salariais; aumento do valor e simplificação da distribuição da PLR (Participação nos Lucros e Resultados); vale-refeição de R$ 17,50; cesta-alimentação equivalente a um salário mínimo (R$ 415); fim das metas abusivas e do assédio moral; mais segurança nas agências; e mais contratações.

Cerca de 5.400 agências em todo o país aderiram ao movimento, segundo a assessoria de imprensa da Contraf/CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro).

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