Greve dos bancários da Caixa em São Paulo, Osasco e região completa 17 dias

Maria Eugênia Castilho
Repórter da Agência Brasil
Em São Paulo

Os bancários da Caixa Econômica Federal em São Paulo, Osasco e região rejeitaram, em assembléia realizada ontem (23), a proposta apresentada pelo banco. Os trabalhadores decidiram manter a greve, que chega hoje (24) ao 17º dia.

Os funcionários da Caixa querem aumento real de salários, igualdade de direitos entre bancários novos e antigos, mais contratações e melhorias no PCS (Plano de Cargos e Salários).

Policiais civis vão propor emendas para reajuste

Policiais civis protestaram ontem na Assembléia Legislativa de São Paulo contra o projeto de aumento salarial apresentado pelo governo e decidiram seguir em greve. A paralisação dura 38 dias. Ao final da manifestação, representantes de sindicatos e associações da Polícia Civil se reuniram com líderes do governo para discutir emendas ao projeto de lei. A apresentação dessas emendas deve ser feita hoje

"A greve continua forte para forçar a direção do banco a apresentar uma proposta que corresponda às reivindicações da categoria", disse o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino.

Na noite da última quarta-feira (22), bancários da maior parte do país decidiram aceitar a proposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e acabar com a greve. Apenas os empregados da Caixa continuam parados.

A proposta aprovada, por parte da categoria na quarta-feira, prevê que os bancários que recebiam remuneração fixa mensal de até R$ 2.500, em 31 de agosto deste ano, vão ter reajuste de 10%. Os que ganhavam salários superiores a R$ 2.500 serão aumentados em 8,15%. Esses percentuais vão incidir sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados), que é de 90% sobre o valor do salário.

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