Centrais sindicais querem medidas de proteção aos trabalhadores contra a crise

Marli Moreira
Da Agência Brasil
Em São Paulo (SP)

Um documento contendo propostas de preservação do emprego e outras medidas que possam minimizar os efeitos da crise financeira internacional sobre a classe trabalhadora será encaminhado nesta semana ao presidente da República e ao Congresso.

Os detalhes finais do texto estão sendo discutidos pelos líderes de seis centrais sindicais - Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores, Central Geral dos Trabalhadores do Brasil, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, União Geral dos Trabalhadores e Nova Central Sindical de Trabalhadores - em encontro que começou na manhã de hoje (17), no centro da capital paulista.

O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, que só participou do início das discussões, defendeu uma ação rápida contra a crise.

"A crise se aprofundou e já chegou rapidamente. A gente esperava que só chegasse no começo do ano que vem, mas já temos o anúncio de demissões, de férias coletivas, de licenças remuneradas", disse.

Segundo Paulinho, o documento é uma antecipação das reivindicações que seriam apresentadas no próximo dia 3 durante a tradicional Marcha Rumo a Brasília.

O líder também informou que será pedida a ampliação do prazo do Seguro-Desemprego, de cinco para dez meses. Segundo ele, o prazo atual é insuficiente para o trabalhador conseguir novo emprego.

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