Minc diz que morte do líder não encerra ideal de desenvolvimento sustentável

Luana Lourenço
Da Agência Brasil

A morte do líder seringueiro Chico Mendes, assassinado há 20 anos em Xapuri, no Acre, não encerrou o ideal de desenvolvimento sustentável na Amazônia, de acordo com o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. "O Chico foi assassinado, mas nossa questão não é vingança, é lutar para que os ideais dele sejam levados adiante".

Na avaliação de Minc, que conta ter convivido com Chico Mendes, a luta do ambientalista permanece atual. "A gente não pode esquecer nunca da missão dele, que a gente tem que continuar".

Em entrevista à Agência Brasil, o ministro afirmou que garantir reforços para reservas extrativistas é uma das ações de sua gestão influenciadas pela trajetória de Chico Mendes.

"Ao reforçar reservas extrativistas, definir preço mínimo para os produtos extrativistas e garantir para os extrativistas os mesmos direitos dos beneficiários da reforma agrária, com recursos para moradia e assistência técnica, damos continuidade às idéias do Chico. Dessa maneira, ele vive", afirmou o ministro.

Minc participa hoje (22) à noite da entrega do Prêmio Chico Mendes no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. A iniciativa vai premiar lideranças e entidades que se destacaram na preservação do meio ambiente.

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