Parentes enterram menina morta na Imperatriz ao som de tiroteio

Da Agência JB

Cerca de 300 pessoas acompanharam na manhã desta terça-feira (17), no Cemitério de Inhaúma, Rio de Janeiro, o cortejo do corpo de Julyana Chaves Lins da Silva, 14 anos, morta com um tiro na quadra da Imperatriz Leopoldinense no último domingo. Quando o cortejo saía da capela, foram ouvidos alguns disparos vindos da avenida Pastor Martin Luther King.

O barulho assustou as pessoas que acompanhavam o cortejo, que, no entanto, não foi interrompido. Os tiros vieram de um confronto entre traficantes e policiais da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), que faziam uma operação numa morro no Engenho da Rainha. Ninguém ficou ferido e dois homens foram presos. A operação já terminou, assim como o enterro de Julyana.

A adolescente foi atingida por um tiro no olho direito por volta das 22h30 de domingo, quando participava do ensaio da Imperatriz Leopoldinense, em Ramos. A menina tinha ido ao local pegar sua fantasia, já que desfilaria pela primeira vez no Carnaval. A bala se alojou em sua nuca e a menina morreu às 7h de segunda-feira. A polícia ainda não tem pistas da origem do disparo, que pode ter vindo tanto de dentro como de fora da quadra.

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