Dilma Rousseff e José Alencar passam por tratamento contra câncer em hospital de SP

Do UOL Notícias*
Em São Paulo

Atualizado às 18h16
  • Rodrigo Paiva/Folha Imagem

    Em imagem de 26 de maio, José Alencar deixa o hospital Sírio-Libanês, em SP, após uma consulta de avaliação

  • Paulo Whitaker/Reuters

    Foto do dia 20 de maio mostra a ministra Dilma Rousseff deixando o hospital Sírio Libanês após 35 horas de internação. Na ocasião, a ministra afirmou que estava usando uma "peruquinha básica"

O vice-presidente da Républica, José Alencar, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, passam por tratamento contra o câncer nesta quinta-feira (4) no hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

De acordo com informações da assessoria de imprensa do hospital, Alencar fez um acompanhamento ambulatorial, procedimento que faz parte do tratamento contra um câncer do tipo sarcoma na região do abdômen. Alencar deixou o hospital às 14h e não precisou ser internado.

Já Dilma Rousseff passou por uma sessão de quimioterapia considerada de rotina, segundo boletim médico divulgado pelo hospital. Dilma chegou ao local às 10h30 e deixou o Centro de Oncologia às 16h10 para retomar suas atividades normais, ainda segundo o boletim. A ministra passa por tratamento devido a um câncer no sistema linfático.

Tratamentos
No último dia 30, Alencar retornou ao Brasil depois de dar início, em Houston (EUA), a um tratamento experimental contra o câncer na região abdominal. Os últimos exames do vice-presidente constataram o surgimento de 18 tumores no abdômen. Uma nova cirurgia foi descartada, e os médicos optaram por um remédio em fase de teste no Centro Oncológico M. D. Anderson, em Houston.

Desde 1997, Alencar luta contra o câncer e já passou por diversas cirurgias. A última, em janeiro, durou cerca de 17 horas e resultou na retirada de nove tumores alojados no abdômen.

No final de abril, Dilma anunciou que passaria por um tratamento contra um câncer no sistema linfático, depois que foi retirado um tumor de dois centímetros de sua axila.

Em meados de maio, Dilma foi internada às pressas após sentir fortes dores nas pernas. Foi então diagnosticada uma inflamação muscular, efeito colateral do tratamento contra a doença. Ao receber alta, a ministra sinalizou que ia alterar o ritmo das atividades para se adequar ao tratamento. Dilma, no entanto, afirmou que apesar do câncer ser uma doença "chatérrima" não ia impedi-la de trabalhar.

* Com informações da Agência Brasil

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