Mais seis escolas paulistas suspendem aulas por causa da gripe suína

Da Agência Brasil

Cerca de 1.300 alunos da rede municipal de ensino da cidade de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, estão sem aula desde ontem (24), por causa da suspeita de que uma professora contraiu a influenza A (H1N1) - gripe suína. Os alunos da Creche Paulo Alexandre Mosca Cintra e da Escola Municipal Benedito Vieira da Mota deixaram de ir às aulas depois que a professora, funcionária das duas unidades, voltou da Argentina com sintomas da doença. As atividades estão suspensas até a próxima quarta-feira (1º).

A servidora foi encaminhada ao Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, para fazer o exame, cujo resultado sai na próxima terça-feira (30). Até que isso ocorra, a Secretaria Municipal de Saúde de Itaquaquecetuba orienta as pessoas que tiveram contato com a professora a permanecerem em casa durante sete dias.

De acordo com a secretaria, caso alguém manifeste sintomas como dores musculares, febre, tosse, cansaço e diarreia, deve procurar o posto de saúde ou hospital mais próximo para uma primeira avaliação clínica. Se houver suspeita de contaminação, o paciente será encaminhado para unidades de referência de Itaquaquecetuba, como o Hospital Geral de Guarulhos ou o Hospital Emílio Ribas.

Em Guarulhos, na Grande São Paulo, 700 alunos do Colégio Júlio Mesquita estão sem aula desde ontem (24) e tiveram as férias antecipadas devido à confirmação de um caso da nova gripe. As férias teriam início no dia 9 de julho e terminariam em 10 de agosto. O recomeço das aulas foi antecipado para 3 de agosto.

De acordo com o diretor pedagógico da escola, Alexandre da Cunha Arrigoni, o aluno infectado é do 8º ano. Ele retornou dos Estados Unidos com suspeitas da nova gripe. O resultado do exame foi confirmado pela Vigilância Epidemiológica de Saúde na última terça-feira (23). Como muitas pessoas tiveram contato direto com o aluno, a escola foi orientada a suspender as aulas.

Também na Grande São Paulo, o Colégio Madre Iva, em Cotia, antecipou as férias em uma semana, por precaução, depois que uma professora, uma aluna, que é filha dela, e um aluno apresentaram sintomas da influenza A (H1N1) - gripe suína. Eles foram submetidos ao exame no Hospital Emílio Ribas, mas o resultado ainda não ficou pronto.

Ontem (24), três escolas da capital paulista também decidiram suspender as aulas. O Colégio Visconde de Porto Seguro, na zona sul de São Paulo, suspendeu as aulas de 32 alunos do 6º ano depois da confirmação de que um aluno contraiu a doença. De acordo com a escola, ele teve contato com uma pessoa que voltou de viagem à Argentina e apresentava sintomas da gripe.

A Escola Viva, na Vila Olímpia, também na zona sul da capital paulista, cancelou as aulas de 1,3 mil alunos, depois que um aluno do 6º ano recebeu o diagnóstico da doença. De acordo com a escola, o vírus foi transmitido por um parente que esteve nos Estados Unidos.

A unidade Cantareira do Colégio Objetivo, na Água Fria, zona norte de São Paulo, antecipou as férias após a confirmação de que uma aluna do 3º ano do ensino médio foi infectada.

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