Justiça concede habeas corpus a fundador da Gol

Do UOL Notícias
Em São Paulo

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    Constantino é acusado de ser o mandante do assassinato do líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito, executado com três tiros de revólver em outubro de 2001. Ele liderava um grupo de cerca de 100 pessoas que ocupava o terreno em volta da garagem da viação Planeta, pertencente ao empresário.


O desembargador Edson Alfredo Smaniotto, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF), concedeu nesta quinta-feira (2) habeas corpus ao empresário e fundador da empresa aérea Gol, Constantino de Oliveira, conhecido como Nenê Constantino, 78 anos. Ele é acusado de ser mandante do assassinato de duas pessoas em 2001, por conta de uma disputa de terreno. Com a decisão, o empresário poderá aguardar o processo em liberdade.

Em 21 de maio, a desembargadora Sandra De Santis, do TJ-DF, decretou a prisão domiciliar de Constantino por suposto suborno de testemunhas. Segundo Bernardo de Urbano Resende, promotor de Justiça de Taguatinga (DF), uma das testemunhas do caso teria ganhado uma casa para imputar o crime a outra pessoa, um homem conhecido como Padim, que já morreu. Essa testemunha é viúva de Padim. A casa, segundo o promotor, teria saído do patrimônio do empresário.

Esta não teria sido a única tentativa de suborno contra a mulher. "Quando viram que ela estava voltando atrás no depoimento ofereceram um emprego para o filho dela nas empresas de Constantino", disse o promotor.

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