Distrito Federal registra 1ª morte devido à gripe suína; RS soma mais cinco

Do UOL Notícias*
Em São Paulo

Atualizada às 12h18

Um homem de 50 anos morreu às 6h de domingo (9) no Hospital Anchieta, em Taguatinga (cidade próxima a Brasília), vítima de grave pneumonia resultante da ação do vírus Influenza H1N1 - a gripe suína. É o primeiro caso confirmado de óbito pela doença no Distrito Federal, segundo a Secretaria de Saúde local.

De acordo com Florenço Figueiredo, secretário-adjunto de Saúde do DF, o paciente foi atendido no dia 17 de julho no centro de saúde do Núcleo Bandeirante - uma unidade da rede pública - com sintomas de gripe comum. Como os sintomas não estavam agravados, o paciente foi orientado a voltar para casa.

No dia 21, no entanto, com a piora no quadro clínico, o paciente foi internado no Hospital Anchieta, onde uma semana depois diagnosticaram que ele estava com gripe suína.

No dia 1º de agosto, ele foi medicado com doses duplicadas de Tamiflu, mas não houve melhoras em seu quadro clínico e ele acabou morrendo oito dias depois.

A vítima foi enterrada no cemitério Campo da Esperança, em Brasília, no final da tarde de ontem.

Atualmente, o DF contabiliza 55 casos confirmados da doença, 54 deles curados, e 13 casos suspeitos, segundo a Secretaria de Saúde. Em todo o país, o número de pessoas com a doença chega a quase 3.000.

Rio Grande do Sul
A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul anunciou nesta segunda-feira (10) mais cinco mortes causadas pela Influenza H1N1 - gripe suína. As mortes ocorreram entre 22 de julho e 8 de agosto em quatro cidades e foram confirmadas pelo laboratório do Fiocruz.

Com isso, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) já contabiliza 49 mortes no Estado em função da doença. No sábado, a secretaria havia anunciado mais 11 óbitos pela nova gripe.

O Rio Grande do Sul registra um índice de 0,4 morte por grupo de 100 mil habitantes, superior a de países como México (0,13) e Estados Unidos (0,14).

As mortes confirmadas nesta segunda-feira envolvem três pacientes com fatores de risco: uma mulher de 43 anos que morreu no dia 22 de julho em Uruguaiana era obesa; dois homens, que morreram no dia 23 de julho e no dia 4 de agosto, tinham respectivamente cardiopatia e pneumonia crônica.

Outros dois óbitos ocorreram sem fatores de risco: uma mulher de 43 anos que morreu em Rio Grande no dia 23 de julho e uma dona de casa de Passo Fundo que morreu no último dia 8 de agosto.

*Com reportagem de Flávio Ilha, em Porto Alegre

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