Marginal do Tietê terá cinco pontes interditadas em SP

Do UOL Notícias
Em São Paulo

Atualizada às 18h52

A marginal do Tietê, em São Paulo, terá cinco pontes interditadas parcialmente a partir da segunda-feira (19), informou a assessoria de imprensa da Dersa. A interdição deve causar aumento de 40% no trânsito da capital, de acordo com estimativa da Secretaria Municipal de Transporte.

Interdições na marginal vão aumentar lentidão em 40%


Serão fechadas para as obras das pistas novas da marginal as pontes da Casa Verde, Limão, Freguesia do Ó, Bandeiras e Vila Maria.

O cronograma foi montado pela Dersa em parceria com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e prevê no mínimo três faixas livres em cada ponte, à exceção da ponte das Bandeiras, que terá cinco faixas liberadas por concentrar maior fluxo de tráfego.

As novas pistas da Marginal Tietê



A CET implantará um sistema de faixas reversíveis nos horários de pico da manhã e da tarde. As primeiras interdições ocorrerão nas pontes da Freguesia do Ó, Casa Verde e Vila Maria, a partir das 23h de segunda.

A Dersa anunciou também a liberação ao tráfego no próximo dia 23 de outubro dos dois primeiros trechos da obra de ampliação da marginal. São 3,4 quilômetros de extensão, de um total de 15 quilômetros, que integram a nova pista central, localizados no sentido Castelo Branco.

O primeiro trecho, de 2,2 km, está entre a ponte da Freguesia do Ó e a ponte da CPTM. O segundo, de 1,2 km, tem início 200 metros antes da ponte do Tatuapé e se estende até a saída da rodovia Presidente Dutra.

O início das obras da nova marginal foi anunciado no último dia 4 de junho, pelo governo José Serra (PSDB) e pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM).

A previsão de conclusão da pista central, com três novas faixas em cada sentido, é março de 2010. As quatro novas pontes (Complexo Bandeiras, Cruzeiro do Sul, Tatuapé e Complexo Dutra/Castelo Branco) e três viadutos devem ser concluídos até outubro do ano que vem.

Segundo o governo, a marginal Tietê apresenta filas de congestionamento de 30 km, em média, nos períodos de pico. Isso representa 25% do total de congestionamento medido na cidade de São Paulo e significa um desperdício de combustível de 1,5 milhão de litros/ano. O projeto está orçado em R$ 1,3 bilhão.

A expectativa é a redução de congestionamentos ao final das obras, o que deve diminuir o tempo das viagens em cerca de 35%, segundo a Dersa.





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