Chuva para atividades na Ceagesp; água sobe cerca de 1 metro

Do UOL Notícias*
Em São Paulo

A chuva que caiu na capital paulista durante toda a madrugada e a manhã desta terça-feira (8) provocou alagamento na Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), onde a água chegou a um metro de altura.

Segundo a assessoria de imprensa do entreposto, os setores mais afetados foram os de frutas, armazéns e silos, pescados e flores, mas não há produtos boiando, porque os produtores conseguiram se precaver antes da água subir.

A chuva paralisou a atividade na Ceagesp. O setor de pescados parou por volta de 3h e a feira de flores, que acontece às terças e costuma acabar às 11h30, foi encerrada às 8h.

Apenas os portões 5, 6 e 7, na avenida Gastão Vidigal, estão abertos.

Espera pelos trens
A chuva provoca muitos transtornos também no Terminal Rodoviário Barra Funda, na zona oeste da capital paulista. Centenas esperam pelos ônibus nas plataformas. Quem depende da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) enfrenta problemas na linha 7 - Rubi. Segundo a empresa, os trens que saem do terminal só conseguem chegar até a Estação Caieiras. Para continuar a viagem, os passageiros devem, então, tomar um ônibus até a Estação Baltazar Cibele, de acordo com uma funcionária da companhia.

Os ônibus intermunicipais estão presos na rodoviária. A companhia Cometa, uma das empresas de maior movimento na Barra Funda, diz que o último ônibus deixou o terminal às 6 horas. Desde então, pelo menos 9 ainda não deixaram a rodoviária. A orientação é para os passageiros aguardarem.

No caso da Companhia do Metropolitano (Metrô), funcionários informaram que o movimento está dentro do esperado para um dia de chuva. Um deles disse que os trensapenas trafegam em intervalos maiores. Esse procedimento, no entanto, é padrão em razão da segurança, já que a água diminui a aderência do trem com os trilhos.

Atrasados para o trabalho
Na plataforma dos ônibus fretados, funcionários de várias empresas buscam informações com superiores e outros colegas que também estão presos no Terminal Barra Funda. "Meu horário já estourou faz tempo", disse Alessandra Nascimento, que trabalha em uma empresa de call center. A colega dela, Eliane Teixeira, afirmou que nem os funcionários que trabalharam durante a madrugada conseguiram deixar o terminal. "A maioria dos meus colegas também está aqui", afirmou. "Vou pra casa porque o supervisor disse que não há previsão de quando a água vai baixar."

Com informações da Agência Estado

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