Ministério Público Federal pede nova investigação sobre 14 obras públicas da Camargo Corrêa

Elaine Patricia Cruz
Da Agência Brasil
Em São Paulo

O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo pediu novas investigações para apurar irregularidades da construtora Camargo Corrêa em 14 obras públicas. As investigações fazem da Operação Castelo de Areia, deflagrada pela Polícia Federal em março deste ano, que apura um esquema de evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

Por meio de nota, o Ministério Público Federal disse ter encaminhado ontem (15) a outras unidades do órgão novos pedidos de investigação para apurar indícios de uma combinação entre a construtora e outras empresas para fraudar o processo licitatório em 14 obras e obter superfaturamento.

De acordo com o Ministério Público, as obras irregulares estão localizadas em São Paulo (na Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba, na Calha do Tietê, na Refinaria do Vale do Paraíba e na Usina Termelétrica de Cubatão), Paraná (na unidade de Coque em Paranaguá e na Refinaria Presidente Getúlio Vargas em Araucária), em Pernambuco (na rodovia BR-101 em Recife e na Refinaria do Nordeste, em Catende), na Bahia (no metrô de Salvador), no Ceará (no metrô de Fortaleza), Distrito Federal (no metrô de Brasília), Espírito Santo (no aeroporto de Vitória), Maranhão (no Atracadouro de Navios em Alcântara) e Rio de Janeiro (no metrô do Rio).

A Agência Brasil procurou a assessoria de imprensa da Camargo Corrêa, mas até o momento a empresa não se manifestou sobre o caso.

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