Dutra é liberada; Régis Bittencourt, sentido SP, segue interditada

UOL Notícias*
Em São Paulo

Atualizada às 18h43

Já está liberada a pista sentido Rio de Janeiro da Rodovia Presidente Dutra. A via foi interditada, na altura de Guarulhos (Grande SP), por volta das 16h desta segunda-feira devido a um alagamento.

Segundo a Nova Dutra, concessionária que administra a rodovia, há registro de congestionamento, tanto no sentido São Paulo quanto no sentido Rio de Janeiro. A lentidão é reflexo da interdição e também do aumento no fluxo de veículos, considerado normal para o horário.

No sentido Rio de Janeiro, o motorista enfrenta lentidão do km 217 ao km 212. Já no sentido São Paulo, pista marginal, o congestionamento começa no km 210 e vai até o km 214; e do km 215 ao km 222.

Régis Bittencourt
A autopista Régis Bittencourt, sentido São Paulo, continua totalmente interditada. O bloqueio vai do km 294 ao km 283, no município de Embu das Artes, na Grande São Paulo.
  • Aloísio Maurício/Futura Press

    Dezenove casas desabaram na madrugada desta segunda na favela do Murão, localizada na Vila Silviana, na cidade de Carapicuíba, Grande SP

  • Nelson Antoine/Foto Arena/AE

    Água toma conta da rua Catequese, no bairro do Butantã, na zona oeste de São Paulo


Há congestionamento do km 298 ao km 283. As vias da praça de pedágio de São Lourenço da Serra (km 299), no sentido de São Paulo, também foram fechadas, devido a que fila de veículos já chegou na altura do pedágio.

Ainda não há previsão de liberação. Caminhões, carretas e ônibus conseguem transitar pelo ponto de alagamento, mas ainda não há como liberar a passagem de veículos de passeio.

Segundo a Autopista, concessionária que administra a rodovia, a pista só será reaberta depois que a água da chuva baixar. De acordo com o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), ainda chove de forma moderada na região.

Por volta das 18h00, a cidade inteira ainda continuava em estado de atenção. O CGE já registra alguns pontos de alagamento na capital. São eles:

-rua Alvarenga, na altura da avenida Afrânio Peixoto;
-rua Romão Gomes, na altura da avenida Valdemar Ferreira;
-rua João Teodoro, na altura da avenida do Estado;
-Pista local da marginal Pinheiros, sentido Castelo Branco, na altura da ponte Eusébio Matoso;
-Avenida Brasil, sentido Pinheiros, na altura da rua Engenheiro Alcides Barbosa;
-Avenida Mofarrej, nos dois sentidos, na altura da avenida Gastão Vidigal;
-Marginal Pinheiros (pista expressa), sentido Interlagos, na altura da ponte Roberto Rossi Zuccolo;
-Avenida Nove de Julho, sentido centro, na altura da avenida Brasil;
-Viaduto Pires do Rio, sentido centro, na altura do número 75;
-Avenida Kenkiti Simomoto, sentido centro, com avenida Jaguare

A estrada do Campo Limpo, na altura do número 4178, é o único ponto de alagamento intransitável registrado na capital até o momento.



Segundo o CGE, chove de forma moderada nas zonas leste, norte e sul. Os bairros mais afetados são: Capão Redondo, Jardim Ângela, Parelheiros, Jaçanã, Tremembé. Também chove em praticamente todos os bairros do extremo leste da capital.

A equipe de meteorologia do CGE prevê que a chuva forte que ainda cai sobre Osasco, Barueri, Carapicuíba, Taboão da Serra, Embu e região se encaminhem para a capital, atingindo inicialmente as zonas sul, oeste e norte.

Na região metropolitana também chove forte em Francisco Morato, Mairiporã, Franco da Rocha e Caieiras.

Não estão descartados novos transtornos como alagamentos intransitáveis, deslizamentos de terra e transbordamento de córregos e rios, devido ao grande volume de chuvas registrado nos últimos dias.

Você passou por outros alagamentos em SP não registrados pelo CGE?


Apesar da forte chuva, em geral o motorista que trafega pela capital paulista não encontra grandes problemas nesta tarde. Por volta das 18h50, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) registrava 4 km de lentidão (0,5% das vias monitoradas). A pista expressa da marginal Tietê, sentido Ayrton Senna, entre o rio Tamanduateí e a ponte do Limão era a via mais congestionada, com 2,7 km de lentidão.

34 dias sem parar
De acordo com informações da Somar, empresa geradoras de informações climáticas, já são 34 dias de chuva consecutivos na capital. Dia 22 de dezembro do ano passado foi o último dia em que não houve registro de chuvas em nenhum ponto da cidade de São Paulo.

Até o momento, o Estado de São Paulo já registrou 60 vítimas fatais pelas chuvas desde o dia 1º de dezembro de 2009. A última morte contabilizada é a de uma senhora de 60 anos que foi soterrada na tarde deste sábado (23) no Jardim Celeste, no Butantã, zona oeste de São Paulo. A casa onde ela e outra mulher de 45 anos estavam desabou em razão das fortes chuvas que atingiram a capital.

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