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Cabral recebe família de mulher arrastada por viatura

Muro na avenida Edgard Romero, na zona norte do Rio de Janeiro, é pichado com frase em memória de Cláudia Ferreira da Silva, 38, que foi arrastada por uma viatura da Polícia Militar após ser baleada durante tiroteio entre a polícia e criminosos - Douglas Viana/Agência O Dia/Estadão Conteúdo
Muro na avenida Edgard Romero, na zona norte do Rio de Janeiro, é pichado com frase em memória de Cláudia Ferreira da Silva, 38, que foi arrastada por uma viatura da Polícia Militar após ser baleada durante tiroteio entre a polícia e criminosos Imagem: Douglas Viana/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

Do Estadão Conteúdo, no Rio de Janeiro

19/03/2014 10h06

O governador Sérgio Cabral (PMDB) recebe na manhã desta quarta-feira (19) a família da servente Cláudia Silva Ferreira, de 38 anos, arrastada por um carro da Polícia Militar após ser baleada em operação no Morro da Congonha, em Madureira, na zona norte. Cabral já se referiu à conduta dos policiais como "abominável e repugnante". Os três policiais militares presos - o subtenente Adir Serrano Machado, o subtenente Rodney Archanjo e o sargento Alex Sandro da Silva Alves - prestam depoimento esta manhã na 29.ª Delegacia de Polícia (Madureira).
A morte de Claudia foi desmembrada do registro inicial de auto de resistência, e o caso foi reautuado como homicídio.

Os policiais foram presos em flagrante no domingo, por determinação do comando do 9.º Batalhão da PM, que os enquadrou no crime de "deixar, no exercício de função, de observar lei, dando causa direta à prática de ato prejudicial à administração militar", previsto no artigo 324 do Código Penal Militar. O comando considerou inadequada a forma como os PMs socorreram Claudia.

Após prestarem depoimento à Corregedoria da Polícia Militar na segunda-feira, os três PMs que participaram do socorro a Claudia foram encaminhados ao presídio Bangu 8, na zona oeste.

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