Homem é preso em SP acusado de se masturbar na rua diante de mãe e filha

Do UOL, em São Paulo

  • Divulgação/Polícia Civil

    Felippe Magarian Messias é suspeito de ato libidinoso diante de garota de 7 anos

    Felippe Magarian Messias é suspeito de ato libidinoso diante de garota de 7 anos

A Polícia Civil de São Paulo deteve na quarta-feira (6) um homem acusado de se masturbar em público, diante de uma criança. O caso aconteceu na avenida Santos Dumont, na zona norte da capital paulista, junto da ponte das Bandeiras.

Segundo policiais do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos), o homem estava se masturbando para um mulher e para a filha dela, de 7 anos, que passavam pelo local.

A mulher afirmou em depoimento que o homem não cessou de se masturbar quando as viu e ainda andou atrás da filha com o pênis na mão.

Com numerosas tatuagens e piercings no rosto e no corpo, o homem foi identificado como Felippe Magarian Messias, 34, e detido quando tentava fugir de ônibus.

Em depoimento à polícia, o homem negou o crime e disse que estava apenas urinando num poste, após ter bebido cerveja.

Messias foi autuado com base nos artigos 218 A (praticar, na presença de menor de 14 anos, conjunção carnal ou ato libidinoso, que prevê reclusão de 2 a 4 anos) e 233 (praticar ato obsceno em lugar público, com pena de três meses a um ano, ou multa), do Código Penal.

Segundo o delegado Mario Palumbo, supervisor do Garra, o homem está à disposição da Justiça, que decidirá sobre seu futuro.

Outros casos

Os casos de denúncias de crimes sexuais contra mulheres têm se multiplicado nos últimos dias.

Um aposentado foi preso em flagrante na quinta-feira (7), suspeito de ejacular em uma passageira dentro de um ônibus em São Bernardo do Campo, cidade da região metropolitana de São Paulo.

Na semana passada, um outro caso semelhante, de um rapaz de 27 anos que já tinha 17 passagens pela polícia por crimes sexuais, ganhou repercussão nacional. Ele foi preso após ejacular em uma mulher dentro de um ônibus na avenida Paulista, região central de São Paulo, e indiciado por estupro, mas libertado no dia seguinte em audiência de custódia.

Quatro dias depois da ocorrência na Paulista, o homem voltou a ser preso por atacar outra mulher em um coletivo que passava pela avenida Brigadeiro Luis Antônio. Na última segunda-feira (4), ele foi condenado a dois anos de detenção em regime fechado, pelo ataque sexual a uma passageira do transporte coletivo, em São Paulo, em setembro de 2013.

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