Filho agride e mata funcionária da Polícia Civil em casa na região central de SP

Do UOL, em São Paulo

  • Reprodução

    Aparecida Helena, morta pelo filho

    Aparecida Helena, morta pelo filho

A escriturária Aparecida Helena de Oliveira, 65, foi morta na madrugada deste domingo (17) pelo filho, o desempregado Anderson Oliveira Arruda, 25. Aparecida era funcionária do Decade (Departamento de Capturas e Delegacias Especializadas) da Polícia Civil de São Paulo.

O crime ocorreu na casa onde os dois moravam, na rua Conselheiro Nébias, em Campos Elíseos (região central de São Paulo) e foi registrado como homicídio qualificado como feminicídio –violência específica contra a mulher.

A escriturária foi encontrada pela Polícia Militar caída no quarto, com lesões profundas na cabeça. Socorrida até o pronto-socorro da Santa Casa de São Paulo, na Vila Buarque, morreu no local. A agressão teria ocorrido, segundo o boletim ocorrência lavrado no 2º DP (Bom Retiro), após um desentendimento. À PM, o agressor disse ter dado um soco na própria mãe.

Anderson estava na casa quando recebeu a PM. A porta estava trancada, e o indiciado estava "bastante nervoso e alterado e tentou investir com violência contra os policiais", de acordo com o relato. Os PMs que atenderam à ocorrência disseram que ter feito uso de força moderada e de algemas para imobilizá-lo. O desempregado não indicou se havia motivos para o ataque.

Durante o interrogatório, na delegacia, Anderson permaneceu em silêncio. Em sua ficha policial, havia registro de violência doméstica contra a mesma vítima, registrada em junho de 2014.

Preso em flagrante, Anderson espera pela audiência de custódia.

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