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Suspeitas de morte de família no ABC devem depor ainda hoje, diz TV

Flaviana Gonçalves, Romuyuki Gonçalves e o filho do casal, Juan Vitor, foram encontrados mortos em São Bernardo do Campo - Reprodução/Facebook
Flaviana Gonçalves, Romuyuki Gonçalves e o filho do casal, Juan Vitor, foram encontrados mortos em São Bernardo do Campo Imagem: Reprodução/Facebook

Do UOL, em São Paulo

05/02/2020 12h53Atualizada em 05/02/2020 13h00

Resumo da notícia

  • Ana Flávia Gonçalves e Carina Ramos, suspeitas de morte de três pessoas em SP, querem depor ainda hoje, segundo a Rede Globo
  • Informação é do advogado que representa o casal; depoimento deve acontecer a partir das 16h, em São Bernardo do Campo (SP)
  • Romuyuky, Flaviana e Juan Vitor eram respectivamente pai, mãe e irmão de Ana Flávia; os três foram encontrados dentro de carro incendiado

Ana Flávia Gonçalves e Carina Ramos querem depor hoje a respeito das mortes de três pessoas da mesma família em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. A informação foi divulgada pelo SP1, da Rede Globo.

As duas são suspeitas de envolvimento nas mortes de Romuyuky, Flaviana e Juan Vitor, respectivamente pai, mãe e irmão de Ana Flávia. Segundo advogado que representa o casal, elas devem depor por volta das 16h. A emissora informa que elas se apresentaram para o depoimento pouco antes das 13h.

Elas chegaram a apresentar suas versões às autoridades — falaram primeiro de uma dívida com um agiota, depois Carina mudou a versão e citou um assalto. No entanto, anteontem, elas permaneceram em silêncio durante novo depoimento, mediante orientação jurídica.

As duas estão detidas desde 29 de janeiro. Além delas, também estão presos outros três suspeitos de participação na morte dos três familiares: Juliano de Oliveira Ramos Júnior, primo de Carina; Guilherme Ramos da Silva e Michael Robert dos Santos Anjos. Um sexto suspeito ainda não foi identificado.

Segundo depoimento de Juliano, os cinco se reuniram no dia 25 de janeiro para combinar o roubo de R$ 85 mil da família de Ana Flávia. No dia do crime, o grupo simulou ter dominado Carina e torturou Romuyuki e Juan Vitor em troca da senha do cofre que ficava na casa do empresário. Flaviana chegou depois e foi rendida.

Com o cofre aberto, o bando constatou que não havia valores no interior. Carina sugeriu então as mortes. Pai e filho foram assassinados e levados no porta-malas de um carro para fora do condomínio. Flaviana estaria viva ainda dentro do automóvel. Os suspeitos passaram em um posto para comprar combustível para queimar o carro com os corpos. No ponto da queima do automóvel, havia outro veículo para a fuga.

Ao ser posteriormente detido, Guilherme entregou uma arma de fogo e informou que objetos que haviam sido levados da casa da família morta estavam com ele. Entre eles, uma TV, um vídeo-game e jogos. A polícia ainda não sabe a motivação do crime.

Ouça o podcast Ficha Criminal (https://noticias.uol.com.br/podcast/ficha-criminal/), com as histórias dos criminosos que marcaram época no Brasil.

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Suspeitas de matar família carbonizada prestam depoimento em São Bernardo do Campo

TV Folha

Cotidiano