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'Justiça Eleitoral faz parte desse Brasil que dá certo', diz Gilmar Mendes

29.abr.2020 - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes - Fellipe Sampaio /SCO/STF
29.abr.2020 - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes Imagem: Fellipe Sampaio /SCO/STF

Colaboração para o UOL, em São Paulo

02/12/2020 15h03

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes se mostrou satisfeito com o andamento das eleições e disse que "a Justiça Eleitoral faz parte desse Brasil que dá certo". A declaração foi dada hoje durante a live de lançamento do livro "Governance 4.0 Para Covid-19", assinado pelo ministro em coautoria com o economista José Roberto Afonso e a doutora em Direito Hadassah Santana.

"Posso dizer que eu fiquei deveras sensibilizado como brasileiro por essas eleições, de como elas correram bem", disse o ministro. "Como todos sabem, eu sou um admirador e também um pouco construtor da Justiça Eleitoral no Brasil, trabalhei bastante no fortalecimento da Justiça Eleitoral, da reforma política."

Gilmar comemorou a rapidez com que os votos foram apurados no segundo turno, diferentemente do que aconteceu no primeiro turno, quando houve atraso na contagem de votos. "A Justiça Eleitoral faz parte desse Brasil que dá certo. Também fiquei feliz de ver que houve uma vitória da política daqueles que defendem a virtude política", disse.

Também durante a live, o ministro voltou a defender a ideia de um "SUS (Sistema Único de Saúde) para a Segurança Pública" para conter assaltos a bancos como os ocorridos recentemente em Criciúma (SC) e em Cametá (PA).

"Nós temos agora esse episódio de Criciúma e agora também no Norte. A proposta da Segurança Pública mostra que nós temos que desenvolver esse modelo de federalismo cooperativo do qual o SUS é um bom exemplo, um êxito", afirmou.

Tecendo elogios ao SUS, Gilmar afirmou que o sistema "foi posto à prova [durante a pandemia do novo coronavírus]" e se saiu bem. "É claro, sempre nós apontamos problemas no SUS, mas de fato isso (o sistema) se revelou um ativo", acrescentou.

Para o ministro, o sistema público de saúde brasileiro é um bom exemplo de federalismo cooperativo, em que todos os entes da federação —União, estados e municípios— atuam de forma conjunta para abastecer e administrar o sistema, e pode servir de exemplo para a segurança pública.

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