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PF faz operação contra fraude em hospitais de campanha de Paulínia (SP)

Polícia Federal de Campinas comanda a Operação Carga Implosiva - Divulgação/Polícia Federal
Polícia Federal de Campinas comanda a Operação Carga Implosiva Imagem: Divulgação/Polícia Federal

Colaboração para o UOL, no Rio

21/09/2021 09h39Atualizada em 21/09/2021 09h44

A Polícia Federal faz, desde as primeiras horas da manhã de hoje, a Operação Carga Implosiva, que cumpre 14 mandados de busca e apreensão contra alvos envolvidos em uma fraude na licitação para montagem de dois hospitais de campanha em Paulínia, no interior de São Paulo.

De acordo com as investigações, as unidades temporárias seriam contratadas de abril a maio de 2020, durante a pandemia do novo coronavírus, no valor de R$ 4 milhões.

Os mandados, expedidos pela 9ª Vara Federal de Campinas, estão sendo cumpridos em endereços dos envolvidos e de empresas ligadas à licitação fraudada em cinco cidades de São Paulo (Campinas, Paulínia, Sumaré, São José do Rio Preto e São Paulo) e duas de Santa Catarina (Florianópolis e Biguaçu). Os agentes buscam provas e tentam identificar todos os suspeitos.

As investigações para a ação começaram a partir da abordagem pela Polícia Civil e Guarda Municipal de Paulínia de um caminhão suspeito de ter carga roubada. Na ocasião, os agentes encontraram no veículo estruturas metálicas para eventos.

Ainda segundo a PF, a contratação dos dois hospitais de campanha não foi concluída "por circunstâncias alheias à vontade dos envolvidos". Os investigados vão responder pelo crime de fraude à licitação, que prevê pena de 4 anos de prisão.

A operação conta com a participação de 60 policiais federais. O nome da ação é uma referência à carga encontrada no caminhão abordado pelos agentes de Paulínia.

O UOL tenta contato com a Prefeitura de Paulínia sobre a realização da operação, mas não recebeu retorno até a publicação. A notícia será atualizada assim que as respostas forem retornadas.

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