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Motociclista diz ter dado carona a caseiro suspeito de matar 3: 'Idêntico'

Wanderson Mota Protácio, de 21 anos, é procurado pela polícia de Goiás suspeito de ter matado a namorada, a enteada e um fazendeiro vizinho  - Secretaria de Segurança Pública de Goiás
Wanderson Mota Protácio, de 21 anos, é procurado pela polícia de Goiás suspeito de ter matado a namorada, a enteada e um fazendeiro vizinho Imagem: Secretaria de Segurança Pública de Goiás

Do UOL, em São Paulo

03/12/2021 08h46Atualizada em 03/12/2021 15h37

Um motociclista diz ter dado carona ao caseiro Wanderson Mota Protácio, de 21 anos, suspeito de matar três pessoas no último fim de semana, em Corumbá de Goiás (GO). As vítimas foram a esposa, a enteada e um fazendeiro. Uma força tarefa faz buscas pelo caseiro há cinco dias.

A testemunha, que preferiu não ser identificado, disse em entrevista ao "Jornal Anhanguera", da TV Globo, que encontrou o homem que acredita ser o caseiro andando na beira de uma estrada.

"Na hora que eu vi eu já falei: é ele mesmo. Quando eu cheguei lá embaixo, teve a menina que mostrou a foto para mim eu falei: 'É ele'. Aí ela: 'Não, vou ligar para a polícia agora'", contou ele, na entrevista.

Segundo o motociclista, foi ele mesmo quem ofereceu a carona ao homem.

"Eu parei e falei para ele: 'Onde que você está indo?' Ele respondeu: 'Por aí'. Falei que daria uma carona até mais à frente. Meu retrovisor é alto assim, eu olhei, falei: 'Tá idêntico demais, esse cara pode ser [Wanderson]'. Foi a hora que me veio aquela adrenalina de ficar nervoso", disse ele.

Após perceber que o homem poderia ser o suspeito, o motorista parou a moto e pediu para que ele descesse. Antes de ir embora, o carona teria perguntado onde ficava a cidade de Goianápolis (GO).

A Secretaria de Segurança Pública de Goiás criou uma força-tarefa para realizar buscas por Wanderson nas cidades de Abadiânia, Alexânia e Corumbá de Goiás.

Segundo a polícia, antes da fuga, o caseiro invadiu uma propriedade vizinha e furtou um revólver. Cerca de 70 policiais, entre militares, civis e rodoviários federais, fazem buscas na região, que é próxima onde ocorreu a força-tarefa que matou Lázaro Barbosa, no mês de junho.

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